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PLANO PLURIANUAL - OBSERVATÓRIO DE FAVELAS 2024/2026

Apresentado por OBSERVATORIO DE FAVELAS DO RIO DE JANEIRO-OF/RJ, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2023, na categoria empreend ações educ-cult/capacitação/treinamento. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

onde aparece “24380578000189WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORDESTE LTDA. pagou R$ 152.820,00, destacado na lista de quem pagou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 3.631.743,01recebeu dinheiro em 2023, 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 7.733.437,50o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2024 a 31/12/2026.

Quem pagou

20 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 10 pessoas físicas deram R$ 19.685,01; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORDESTE LTDA.PER$ 152.820,00
VALE S.A.RJR$ 1.650.000,00
ITAU-BBA TRADING S/ASPR$ 400.000,00
AIRSTEEL COMERCIAL GASES INDUSTRIAIS LTDA.RJR$ 351.428,00
EBAZAR.COM.BR. LTDASPR$ 300.000,00
ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A.SPR$ 250.000,00
Provar - Negócios de Varejo LTDARJR$ 200.000,00
White Martins Gases Industriais Ltda.RJR$ 161.813,00
REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.SPR$ 100.000,00
WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORTE LTDA.PAR$ 45.997,00

O que o projeto diz que faz

Plano Anual de Atividades dos programas de cultura do Observato´rio de Favelas. Contempla a realizaça~o de exposições de artes visuais; residências artísticas; programa de formaça~o arti´stica e oficinas culturais; e pesquisas para mapeamento de pra´ticas arti´sticas.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional de programas e equipamentos culturais, como pode ser verificado nos projetos já realizados. Coordenação Geral: Observatório de Favelas O Observatório de Favelas é uma organização social de pesquisa, consultoria e ação pública dedicada à produção do conhecimento e de proposições políticas sobre as favelas e fenômenos urbanos. Sua característica central é o fato de ter sido fundado por moradores das periferias e favelas cariocas. A partir desse “lugar de origem”, a…Ver a ficha técnica completa (16.422 caracteres)

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional de programas e equipamentos culturais, como pode ser verificado nos projetos já realizados. Coordenação Geral: Observatório de Favelas O Observatório de Favelas é uma organização social de pesquisa, consultoria e ação pública dedicada à produção do conhecimento e de proposições políticas sobre as favelas e fenômenos urbanos. Sua característica central é o fato de ter sido fundado por moradores das periferias e favelas cariocas. A partir desse “lugar de origem”, a instituição se dedica a construir um projeto de cidade sustentado no reconhecimento e legitimação das diferenças, na afirmação da igualdade de exercício da dignidade humana e no direito à convivência. Todos os conceitos, metodologias, estudos e proposições políticas do Observatório de Favelas têm, assim, o Direito à Cidade como princípio condutor. A missão da instituição é construir experiências que superem as desigualdades e fortaleçam a democracia a partir da afirmação das favelas e periferias como territórios de potências e direitos e o trabalho está estruturado em cinco eixos: Comunicação, Direito à vida e segurança pública, Políticas Urbanas, Educação e Arte e Território. DiretoriaElionalva SousaMestre em Bens Culturais e Projetos Sociais (CPDOC, FGV), especialista em Gerenciamento de Projetos no Terceiro Setor (FGV) e graduada em Licenciatura Plena em Pedagogia (Unirio). É fundadora do Observatório de Favelas, Representante Legal e Diretora Administrativo-Financeira da Organização. Isabela SouzaIsabela Souza é Doutoranda em Geografia pela Universidade Federal Flu minense (UFF), Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem MBA em Gestão de Projetos pelo IBMEC - RJ e é Bacharel em Turismo pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Isabela nasceu e cresceu na Maré e desde 2011, integra o quadro da OSCIP Observatório de Favelas do Rio de Janeiro. Atualmente é diretora da organização. Se interessa pelos debates acerca da cidade, das pessoas que nela vivem e da arte e da cultura como caminhos para construção de uma sociedade menos desigual. Aruan BragaBacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ) com licenciatura completa em Sociologia (FE/UFRJ). Mestre pelo Programa de Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento (IE/UFRJ). Atuou como gerente de projetos na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro (IPP/PCRJ) e também como consultor da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Programa UPPSocial. Raquel WilladinoDoutora em Psicologia Social pela Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia da Universidade Complutense de Madrid (UCM), Espanha, e graduada em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB). Tem uma trajetória de atuação nacional no campo da segurança pública e da promoção e defesa dos direitos humanos. Atualmente, é Diretora do Observatório de Favelas e coordena a área de Direito à Vida e Segurança Pública da instituição no Rio de Janeiro. Nos últimos anos, desenvolveu pesquisas e metodologias de intervenção centradas nos seguintes temas: juventude, violência urbana, segurança pública, favelas e direitos humanos na América Latina, priorizando as dimensões etárias, raciais, de gênero e territoriais. Dentre as publicações, destacam-se: Rotas de Fuga: caminhadas. Trajetórias de jovens na rede social do tráfico de drogas (2009); Prevenção à Violência e Redução de Homicídios de Adolescentes e Jovens no Brasil (2011), Guia Municipal de Prevenção da Violência Letal contra Adolescentes e Jovens (2012), Novas Configurações das Redes Criminosas após a implantação das Upps (2018), Sociedad Civil y reducción de violencias en América Latina: tendencias y desafíos (2018). CoordenaçõesMonique BezerraDoutoranda em Geografia pela UFF. Mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ. Bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense. Possui Especialização em Gestão de Projetos da Engenharia de Produção, pela UERJ e Especialização em Educação Tecnológica, no CEFET/RJ. Gerente de projetos nas áreas de cultura e inovação social. Colaboradora do Observatório de Favelas desde 2012, onde atuou por cinco anos na coordenação de projetos do eixo arte e território. Atualmente está na coordenação de desenvolvimento institucional da organização. Seu guarda-chuva profissional engloba os seguintes temas: cultura, inovação social e territorialidades. Jean Carlos AzuosEducador, Artista-curador e pesquisador. Bacharel, Licenciado em Artes Visuais e Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ. Participou de diversas mostras coletivas entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. Foi assistente de curadoria no Festival Mais Performance (Oi Futuro Ipanema / RJ) e assinou curadoria e organização de Bela Verão (2018) Quimeras, Corpos in Trânsito, Superfícies, Bela Verão Transcendências (2019) e Estado de Graça.Atuou nos educativos do Museu Nacional de Belas Artes, Museu de Arte Moderna, Museu do Amanhã, entre outros espaços culturais. Integrou as equipes de educação dos Travessias 2, 3 e 5, Diálogos Ausentes, Bela Verão, Corpos in Trânsito e Superficies. Desde 2018 Coordena o Programa Educativo do Galpão Bela Maré.Interessa-se pelas zonas de contato entre arte, educação, território e as discussões de gênero e sexualidade, a partir da construção de editais, exposições e experiências artístico-pedagógica que tangenciam esses campos em desdobramentos e possibilidades. Rebeca BrandãoÉ baixadense, produtora cultural, pesquisadora e curiosa da cultura independente carioca e fluminense. Foi produtora de ações realizadas em espaços públicos, como Sarau do Escritório (2014-2016) e Leão Etíope do Méier (2015-2017) e, com esses coletivos, participou da produção do Festival O Passeio É Público (2015 e 2016) e do Mapeamento de Saraus lançado em 2015 (MUFA/Sarau do Escritório). Foi colunista fixa da Agulha - Calendário de Cultura entre janeiro e outubro de 2017. Atualmente está na coordenação da Arena Carioca Carlos Roberto de Oliveira Dicró, equipamento público de cultura localizado na Penha, co-gerido pelo Observatório de Favelas, onde tem desenvolvido projetos de participação ampliada visando construir um modelo de gestão para equipamentos culturais fora do eixo centro- zona sul. Entre as metodologias desenvolvidas neste espaço estão: Sextas da Casa, Edital Ensaios Abertos, Edital LabDicró, etc. Priscila RodriguesPriscila Rodrigues é Jornalista. Atualmente, coordena a Comunicação do Observatório de Favelas e seus projetos. Também representa a instituição no Fopir - Fórum Permanente de Igualdade Racial. Tem experiência em planejamento estratégico de comunicação, produção de conteúdo e social mídia. Já atuou à frente da comunicação do Festival de cinema negro - Zózimo Bullbul; da mostra Corpos Visíveis. Também roteirizou o curta-metragem “Rotulada – sapatão, preta, gorda e favelada”, foi Mentora de Mídia Geo Lead do projeto Adobe Youth Voices e publicou o conto “CaminhoNEGRA” no livro “Um Rio de Cores – Coletânea de Contos & Poesias Homoafetivas”, da editora Metanoia. Francisco ValdeanMestre em Ciências Sociais pelo PPCIS-UERJ, doutarando em artes no PPGARTES/ UERJ é fotógrafo e coordena o Programa Imagens do Povo. Realizou a curadoria das exposições: “Desde Junho na Ruas do Rio”, 2014. “XINGU”, 2018. “ENTRE MARÉ E ALEMÃO”, 2018. Bira CarvalhoFotógrafo, deficiente físico, coordenador da Agência Imagens do Povo, formado pela Escola de Fotógrafos Populares do Observatório de Favelas. Ministrou aulas nas oficinas de Pinhole do OF de 2006 a 2009. Destacamse como principais realizações: Participação na exposição Coletiva “Olhar Cúmplice”, na Caixa; participação na exposição coletiva “Esporte na favela”, mostra realizada no CCBB – RJ (Centro Cultural Banco do Brasil); Ambas das exposições “Olhar Cúmplice” e “Esporte na favela” foram exibidas no Palácio do Planalto em Brasília; participou da Mostra “Belonging: an inside story from Rio ́s favelas”, Canning House, em Londres; Participou da mostra Multi Meios, Museu do Estado, Recife; Exposição coletiva “Ginga da Vida” na galeria “Fondation Alliance Française”, em Paris; Exposição coletiva “Ginga da Vida” na galeria da Aliança Francesa Aliança Francesa Botafogo – RJ; Exposição em londres Horniman Museum and Gardens. ProdutorasAna Paula Gualberto - é produtora cultural desde 2011, quando em conjunto com o grupo de pixadores que fazia parte, começou a realizar eventos na zona norte do Rio de janeiro. Foi aluna da ESPOCC, atuou como colaboradora em organizações da sociedade civil e em movimentos sociais, assim como festivais de teatro, projetos de artes visuais e graffiti, exposições, intercâmbios literários e atividades culturais diversas. Enquanto mulher negra e moradora do subúrbio, Ana considera de extrema importância, em suas produções, ampliar a participação das manifestações culturais periféricas como o funk e o hip hop, e estimular o protagonismo de artistas negros e negras, além de provocar uma reflexão sobre o espaço que os negros ocupam nas artes de modo geral.Graduanda em Produção Cultural pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro, Ana é idealizadora do projeto Leopoldina Hip Hop e atualmente exerce a função de produtora executiva na Arena Carioca Dicró. Michelle Barros - Bacharel em Produção Cultural pela UFF. Fotógrafa formada pelo Ateliê da Imagem. Trabalha na área de forma independente. Atua na área de Produção Cultural desde 2012, onde foi estagiária do SESC Rio e assistente de produção em diversos projetos. Atualmente trabalha com Arte Educação no Galpão Bela Maré, onde atuou nas seguintes exposições Travessias, 3, 4 e 5, Exposição NÓS, Diálogos Ausentes, Bela Verão, Corpos InTrânsito, Memórias dos Domingos de Sol e Superfícies. Desde janeiro de 2019 está na assistência de produção do Galpão Bela Maré. Produção de mobilização e articulação territorial: Gabrielle Vidal - 19 anos, moradora do Complexo da Maré - Nova Holanda. Estudante, fotógrafa, mobilizadora e criadora do Transitando. Estudante do Ensino Médio, fotógrafa e videomaker no projeto Ecom; criadora do Transitando pelo projeto Active Citizens; e mobilizadora no Galpão Bela Maré. Thiago de Paula - Thiago de Paula é articulador social, ator, diretor e fotógrafo, residindo e atuando na Penha desde que nasceu. Como ator, trabalhou em espetáculos teatrais e como fotógrafo, expôs o seu trabalho no Rio de Janeiro, Duque de Caxias e Nova York. Seu espetáculo de estreia "Resistência - Um Sonho se Realiza" foi exibido na Mostra Cênica do Sesc Rio e também tem trabalhado com jovens de periferia no contexto da dança, tendo sido curador de audição para jovens dançarinos de Favela, para trabalhos na Grécia e no Chile. Atualmente é diretor do Projeto Social Passinho Carioca e produtor de mobilização da Arena Carioca Dicró, administrada pela SMC em parceria com o Observatório de Favelas. Educadoras/esÉrika Lemos Pereira - Bacharel em História da Arte (EBA/UFRJ) e licencianda em Artes Visuais (CEUCLAR). Atuou como educadora no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (2015-2016), no Museu da Chácara do Céu (2016 - 2018) e Centro Cultural Banco do Brasil - RJ (2018). Desde 2018, atua como educadora no Centro Cultural Galpão Bela Maré. Atuou como professora de Artes Visuais no Pré-Vestibular Popular Bosque dos Caboclos e no Pré-Vestibular Comunitário Nós por Nós (2017-2019). Atua como pesquisadora independente investigando a interseção entre Artes Visuais, sobretudo Arte Contemporânea, e Educação. Claudia Ferreira de Moura - Professora, graduanda de Pedagogia na UERJ, mediadora de leitura, contadora de história, arte educadora e pesquisadora da cultura popular. Participa do grupo Mandala da Maré e do grupo Musical Itan. Atuou na S.M.D.S no Projeto de Erradicação do Trabalho Infantil, S.M.E no Programa Mais Educação e como recreadora em creche da mesma secretaria. É a bibliotecária responsável pelo acervo literário do Espaço de Leitura do Galpão Bela Maré, equipamento do Observatório de Favelas e mediadora de leitura da Biblioteca Lima Barreto, Redes da Maré. Equipe de ComunicaçãoGabriela Anastácia - Gabriela Anastácia é jornalista, carioca e empreendedora. Tem experiência em redação (jornais e sites), marketing digital e assessoria de imprensa. No portfólio trabalhos em redação produzindo conteúdo para sites e impressos, como o Grupo Folha Dirigida. Atuação na área de assessoria de imprensa, atendendo clientes de diversos portes e segmentos, como cultura, gastronomia, negócios, saúde, impacto social e outros. Desde janeiro de 2018 integra a equipe de comunicação do Observatório de Favelas. Felipe de Sousa / Nyl Mc - MC, Produtor Cultural e Comunicador Popular. Há 10 anos em atividade na Cultura Hip Hop, apresentou o show Um Novo Amanhecer nos Jogos Rio 2016. Se formou na ESPOCC – Escola Popular de Comunicação Crítica, projeto do Observatório de Favelas. Lá também foi estagiário da Agência-Escola Diálogos. No mesmo ano se formou na RACC - Rede de Agentes de Comunicação Comunitária e até abril de 2017 atuou como colunista e assistente de redação do portal da ANF – Agência de Notícias das Favela e do jornal impresso A Voz da Favela. Integrou em 2018 a primeira turma de produção de vídeos para Youtube da AIC - Academia Internacional de Cinema. Atualmente é parte da equipe de comunicação do Observatório de Favelas. Joana Pinheiro (Quitta) - 24 anos, moradora da Baixada Fluminense - Nova Iguaçu. Performer, fótografa, produtora cultural, comunicadora e militante no movimento LGBTQI+. Fotógrafa por 4 anos do Cineclube Buraco do Getúlio, ex-aluna da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, realizadora por 1 ano no Canal Plá, fundadora e coordenadora do grupo Baphos Periféricos, coordenadora do Projeto Transarte em sua terceira edição (2018) e Comunicadora no Galpão Bela Maré (2017 a 2019). Atualmente, integra a equipe de Comunicação do Observatório de Favelas como Social Media. Marcella Pizzolato - 24 anos. Estudante de Publicidade e Propaganda e Produção de Games pelo Cinema Nosso. Trabalhou durante 3 anos como fotógrafa de casamentos e atuou durante 1 ano como estagiária de marketing na cidade de Macaé litoral do Rio de Janeiro. Atualmente faz parte da equipe de comunicação do Observatório de Favelas como designer gráfico. Fernanda Quevedo - Fernanda Quevêdo é redatora publicitária e analista web analytics. Pós graduanda em Marketing Digital, possui 11 anos de experiência em comunicação para mídias digitais. Foi coordenadora nacional de comunicação da CUFA - Central Única das Favelas e uma das fundadoras da Mídia NINJA. Em São Paulo e Porto Alegre atuou com inovação em comunicação digital e mais tarde em Brasília, foi coordenadora de uma das secretarias do Ministério da Cultura e também do Governo do Distrito Federal. Desde 2018, trabalha no Rio de Janeiro e compartilha experiências em Marketing Digital com instituições socioculturais e do terceiro setor em geral. Em maio de 2020 passou a integrar a equipe de comunicação do Observatório de Favelas. Gabrielle Araujo - Gabrielle Araujo é moradora de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e graduanda em jornalismo pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Como Jovem Aprendiz, integrou a equipe de editoria de Whatsapp do Jornal Extra. Atuou como estagiária de Divulgação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Integrou a equipe de jornalismo do Voz das Comunidades, jornal comunitário do Complexo do Alemão. Como experiência recente, participou da Agência de Narrativas Periféricas (Agência Narra), projeto do Observatório de Favelas e do Data_Labe. Atualmente faz parte da equipe de comunicação do Observatório de Favelas. Taiane Brito - Taiane Brito é designer de comunicação visual formada pela Puc-RJ, pesquisadora das manifestações artísticas Afro-Indígena. Desenvolveu trabalhos audiovisuais - documentais amplificando voz das pessoas que são da cultura afro-brasileira. Especializada em projetos de Identidade visual, fotografia e ilustração, é criadora e designer da Awa Comunica, uma comunicação voltada para pequenos empreendedores e artistas do meio cultural afro-brasileiro. Atualmente faz parte da equipe de comunicação do Observatório de Favelas como designer gráfico.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 234021. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.