Mostra Atrás do Pano
Apresentado por GRUPO TEATRO ATRAS DO PANO, de Nova Lima (MG). Aprovado em 2023, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “ACADEMIA MINEIRA DE LETRAS”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| VALE S.A. | RJ | R$ 770.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto refere-se a: a) Apresentação e circulação dos espetáculos teatrais"Quase Árvore" e "Por Parte de Pai; b) Realização das oficinas "Brincando com a natureza", "Percussão", "As Grandes Figuras, com a ação "Ruas de Brincar", que culminará, ao final das oficinas, na realização de um cortejo artístico; C) Para a Contrapartida Social será realizado o "Seminário Brincar".
Ficha técnica
Grupo Atrás do Pano (PROPONENTE) Funções no Projeto: Coordenação, Gestão, Execução Artística e Atividades Técnico-Financeiras. O Grupo Atrás do Pano possui uma equipe formada por artistas, produtores culturais e profissionais administrativos. Dessa forma, toda a coordenação, gestão e atividade técnico-financeira das ações previstas neste projeto, bem como a execução de etapas relacionadas ao fazer artístico, serão de responsabilidade do proponente, através de sua equipe de profissionais. Equipe Técnica (PROJETO) Myriam Nacif Atriz, arte educadora e gestora cultural, com 30 anos de experiência na área. Graduada em Artes Cênicas (UFMG). Atualmente é coordenadora e idealizadora dos projetos do Grupo Atrás do Pano. Trabalha com base nas conexões da arte com brincadeiras/brinquedos, cultura popular, artes integradas e com pesquisa da oralidade. Integrante e idealizadora do Grupo Atrás do Pano desde 1990. É co-diretora do seu mais novo espetáculo, “Quase Árvore”. Produziu e atuou no Filme Aragem (dir. Ricardo Alves Júnior). É atriz nos espetáculos “Por Parte de Pai” (dir. Epaminondas Reis) e do “Estórias Cantantes”. Coordena, desde 2008, o projeto “Ator Cidadão” que recebeu o prêmio Myriam Muniz de Teatro da Funarte e segue até os dias atuais, realizando ações na sede do grupo e em cidades de Minas Gerais. É facilitadora na Oficina “Da Brincadeira à Arte”, curso para profissionais da educação), realizadora, desde 2010, das Ruas de Brincar, que promove a interatividade através de construção de brinquedos. Paulo Thielmann Graduado em comunicação social pela PUC-MG e pós-graduado em Arte e Cultura Mineira pela Escola Guignard-UEMG. Ator, cenógrafo e figurinista, tendo recebido o Prêmio Sesc-Sated 2013 (melhor cenografia espetáculo adulto). Atuou em diversas peças infantis e adultas: Chapeuzinho Amarelo - dir. Kallul Araújo; Anonimus - dir. Geraldo Vidigal - Cia Tropa Mineira Teatro e Dança; Take-Off - OS segredos do Cinema -. Dir. Rodrigo Campos - Prêmio Estímulo às Artes Cênicas - Fundação Clóvis Salgado; Teatro Móvel, dir. Paulinho Polika. É fundador e diretor artístico do Grupo Atrás do Pano, onde, há 30 anos, também é ator, professor e coordenador artístico, tendo atuado nos espetáculos Tem de Tudo Nesta Rua , “3 ou 4 Histórias", “Estórias Cantantes”, A Toalha Mágica – dir. Carlos Rocha - Prêmio Cena Minas 2005; Por Parte de Pai – dir. Epaminondas Reis - Prêmio Sesc-Sated 2013 - Melhor espetáculo adulto; Quase Árvore – dir. Fábio Furtado e Myriam Nacif. Professor de Artes e Comunicação (UNIFENAS, FUMA-UEMG e Teatro Universitário da UFMG), lecionando matérias como Cultura Brasileira e Fundamentos da Comunicação Humana. Produtor cultural em participação várias edições do FIT BH Palco e Rua. Desenvolve trabalhos na área das artes plásticas com foco na cultura popular brasileira. Antônia Claret Atriz formada pelo Teatro Universitário (UFMG), professora graduada em musicalização pelo Centro Universitário Izabela Hendrix, arte-educadora e integrante do Grupo Atrás do Pano. Professora 1999 (Colégio Arnaldo, Casa Ideia, Trilha da Criança, Colégio Santo Tomás de Aquino e Escola Mundo Feliz). Seu trabalho como atriz e professora dialoga com a música e o teatro, com o foco na cultura popular e na primeira infância. Ministra oficinas para educadores nos Seminários do Brincar (Edição Ibirité e Edição BH - 30 anos) promovido pelo Grupo Atrás do Pano. Como atriz atuou nos espetáculos: Por Parte de Pai - Grupo Atrás do Pano (dir. Epaminondas Reis), A Jagunça (dir. Ildeu Ferreira), Berra (dir. Marco Paulo Rolla), Esta Noite Mãe Coragem, O Sonho de Uma Noite de Verão e A Hora da Estrela (todos sob dir. Cida Falabella), A Menina e o Vento (dir. Cida Falabella e Chico Aníbal). Oficinas: IV FIMJ - Festival Internacional de Jogos Musicais SP; No Embalo das Ondas e Baile do Colherim - Estevão Marques; Brincantes - Grupo Maria Cutia; Máscaras Balinesas e mímica corporal dramática; Musicalização infantil - Fernanda Sander; Mirada Rota: o artista plástico frente ao ator - X Encontro Internacional de Teatro de Grupo - Argentina; Teatro - Fernanda Montenegro; Teatro do Oprimido – Augusto Boal; Oficina de Cinema - Interpretação p/ atores - Suzana Amaral; Aula prática Yoshi Oida; Confecção de máscaras - Juliana Pautilla. Estuda Rabeca (Casa dos Arcos de São Paulo), Curso de Cantos de trabalho - Renata Mattar da Cia Cabelo de Maria. Guda Coelho Escola de Dança Afro-Primitiva de Marlene Silva (1983) - Grupos Axé e Luena (autor e executor da trilha sonora - premiada no 1º Concurso Nacional de Balé - Coreografia Aruanã-açu (RJ). Percussionista nas peças “Grande Sertão Veredas” e “Antígona” - Cia Sonho e Drama. Participou da criação da trilha sonora dos-espetáculos: “Triunfo - Um delírio Barroco” e “Entre os Céus e as Serras” - Fundação Clóvis Salgado. Ministrou o curso de Percussão e Dança Afro (c/ Márcio Valeriano) em festivais de inverno da UFMG, apresentando vários trabalhos de criação coletiva. Atuou como percussionista, dançarino e capoeirista na Alemanha, Holanda e Bélgica (1980). Ministrou cursos de Percussão e Dança Afro Brasileira nas edições 2001 a 2008 no FILO (Festival Internacional de Teatro de Londrina - PR). Foi diretor da CIA Será Quê?, com Rui Moreira e Gil Amâncio (De Patangome na Cidade, Urucubaca na Roda do Mundo e Quilombos Urbanos) - Brasil, América Latina e Europa. Atuou e gravou com vários nomes da MPB como, Toninho Horta, Beth Carvalho, Antônio Carlos e Jocafi, Tadeu Franco, Celso Adolfo, Juarez Moreira, Chico Amaral. Participação na turnê Dias de Paz (1998 a 2006) de Beto Guedes participou. Live “Quando Entrar Setembro” (2020). Criou o grupo Lombinho com Cachaça em 1987, Bantuquerê (Do Terreiro à Escola de Samba) com o percussionista Bill Lucas, Suíte Para os Orixás, com Mauro Rodrigues e Esdras Ferreira Neném. Atualmente, realiza trabalhos de Arte-educação e espetáculos com o grupo de teatro Atrás do Pano como em “Por Parte de Pai”, “A Toalha Mágica” e “Estórias Cantantes”, criando e executando as trilhas sonoras. Em 2022 criou e executou a trilha sonora do espetáculo Ginga Brasil (CEFAR) com a coreógrafa e dançarina Júnia Bertolino. Festival Sufi Sutra em 2016 (Calcutá e Goa - Índia), com o grupo Mavambo. É diretor do Grupo Agô com o percussionista Bill Lucas, participando do Festival Internacional de Percussão (Freistadt – Áustria/ 2022) e em shows e workshop por cidades como Viena e Lambach. Paulinho Polika Artista plástico formado pela Escola Guignard - BH. Ator/marionetista e diretor de teatro, formado pela Escola de Teatro da Fundação Clóvis Salgado. Formação: atuação e criatividade cênica (Grupo Corpo); Educação através da Arte (Fundação Clóvis Salgado); Atelier de Mímica (Laurent Decol); Seminário sobre Teatro de bonecos ( Goethe Institut); Novos caminhos p/ a criação de um espetáculo teatral (Ulysses Cruz), Teatro alemão (Goethe Institut), Teatro do Absurdo (Heitor Martins); Teatro - Educação (Ingrid Dormien Koudela); Iluminação e sonorização – Teatro Municipal de Nova Lima, dentre outros.Paulinho foi ator no espetáculo “Arlequim Servidor de Dois Amores” e “Ó Procê vê na Ponta do Pé”, e diretor do espetáculo “ A Comédia da Esposa Muda que falava mais que pobre na chuva” - Todos do Grupo Galpão --BH. Foi ator, confeccionador e manipulador do Grupo Giramundo - Teatro de Bonecos nos seguintes espetáculos: “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, “O Guarani”, “O Carnaval dos Animais”, “Cobra Norato”, “Circo Teatro Maravilha”, “O Diário”, participando de mesa redonda com Álvaro Apocalypse (Fundação Clóvis Salgado). Com o Primeiro Ato Centro de Danças dirigiu “Isso Aqui Não é Gotham City” e “Quebra Cabeças” (Dança para Rua). Com o Grupo Atrás do Pano, atuou e dirigiu os espetáculos: “A Ópera do Bicão” e “Teatro Móvel”. Dirigiu os espetáculos “Acorda Aderbal” e “Esperando Godot”, do Grupo Armatrux. Dirigiu o espetáculo “Estórias da Selva” do Grupo G.P.T.P Professor de teatro de bonecos em festivais de inverno da UFMG. Criador e manipulador das cenas do quadro “As Sombras São” - Teatro de sombras (Dango Balango - Rede Minas). Criou e dirigiu o espetáculo “A Pipa” - Teatro de sombras - Festival de Cenas Curtas - Galpão Cine-horto. É diretor no Circo de Todo Mundo em Nova Lima, dirigi e atua no espetáculo de teatro de bonecos “Espetaclim”. Fábio Furtado Ator formado pelo Teatro Universitário da UFMG, já dirigiu mais de 10 espetáculos, entre eles “Quase Árvore” (2022) do Grupo Atrás do Pano e assistente de direção do premiado espetáculo “Por Parte de Pai”. Foi professor de teatro e coordenador festivais e eventos artísticos de BH, como: FIT/BH, ECUM, FIT Bonecos. Foi coordenador artístico e assistente de direção na ONG Circo de Todo Mundo por 6 anos. Professor de teatro e assistente de direção do espetáculo Delírio Barroco, (Projeto Valores de Minas) Licenciou como professor Substituto do Curso de Teatro da Escola de Belas Artes/UFMG - 2008. É coordenador pedagógico e professor nos Cursos Livres de Teatro do Galpão Cine Horto e coordenador das áreas de teatro e dança no Programa Poupança Jovem. Ministrou diversas oficinas de Treinamento Físico em São João Del Rey, Uberaba, Santa Luzia, Ipatinga, Montes Claros, Cataguases, Belo Horizonte, entre outras. Cursou oficinas com profissionais como: Jurij Alschitz (Rússia), Maria Thaís Santos (SP), Ana Cláudia Teixeira e Sthefane Brodt (Rio de Janeiro/França), J.C.Serroni (SP), Dudude Herrmann (BH), Isabel Maria Ramirez (Espanha), Iino Sorci (Senegal), Walter Lima Júnior (RJ), Carmen Paternostro (Bahia), Lydia Del Picchia (Grupo Galpão-BH), Kênia Dias (SP), Emerson Danesi (CPT/SP), entre outros. Rodrigo Mangah Ator formado pelo Teatro Universitário/EBAP/UFMG. Atua como gestor e produtor cultural, diretor de dublagem, dublador, educador e diretor de teatro. Fundador e membro do grupo Contracena, parceiro do Grupo Atrás do Pano e do Núcleo de Atuação e Pesquisa (todos em MG). É idealizador projetos culturais como: Projeto Multiplicação Cultural Gestores Locais - Edital 001/2022 Movimenta Cultura - Fundo Municipal de Contagem-MG; Projeto Dublagem Mineira - Formação e Mostra Local - Edital 01/2021 Exibe Minas - Fundo Estadual de Cultura MG, Espetáculo Ensaio para a Morte - Manutenção, Estreia e Circulação - Edital Lei Municipal de Incentivo à Cultura BH - Modalidade Incentivo Fiscal 2021, Projeto Travessias do Cotidiano Mapas e Rotas de Afetos - MG - Edital Movimenta Cultura Fundo Municipal de Contagem-MG 2021, Documentário “O Ator Dublador”- Edital Convocatória 2021 Memorial MG Vale 2021, Projeto Multiplicação Cultural - Capacitação e Festival 2021 - Lei Aldir Blanc. Ator nos espetáculos “Quase Árvore” (dir. Fábio Furtado e Myriam Nacif - Grupo Atrás do Pano), “Heitor” (Grupo Contracena). Atuou como diretor e produtor em “O Patinho Feio” (direção: Coletiva - Tirana Cia de Teatro). Ator e assistente de produção em “O Caboclo Zé Vigia” (dir. Fernando Limoeiro Tirana Cia de Teatro) e em “Capitães de Areia” (dir. Rogério Lopes - Cia Teatro & Cidade). Indicações/Prêmios: “Capitães de Areia” - espetáculo indicado aos prêmios de Conjunto de Atores e Cenografia no Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (SC). Francisco Falabella Mestre em Artes pela UFMG. No teatro possui 21 anos de experiência com trabalhos com Eid Ribeiro, Fábio Furtado, Carlos Rocha, Epaminondas Reis, Antônio Rodrigues, Elisa Santana, Cida Falabella, entre outros. Já trabalhou com os grupos: ZAP 18, Cia Drástica, Atrás do Pano, Casa Volante, Grupo Bataka, Grupo Trama de Teatro, Candeeiro do Vale e Núcleo de Atuação e Pesquisa (desde 2017). Como dramaturgo tem mais de quinze dramaturgias encenadas, destacando-se: “O gol não valeu!” - vencedor do 3º Prêmio Copasa Sinparc por Melhor Texto Original Infantil; “Carvão” - Indicado como melhor espetáculo no 4º Prêmio Copasa Sinparc.; "O negro conta" - Vencedor do 2º Prêmio Leda Martins de Artes Cênicas Negras de Belo Horizonte. Seu texto “Boleta Burguer” foi publicado no livro “Por quê? - teatro para infâncias e juventudes”, da Editora Javali. Em 2021, foi um dos vencedores do PRÊMIO FUNARTE DE DRAMATURGIA - 200 anos de Arte no Brasil. Como ESCRITOR, foi premiado e publicado pelos seguintes concursos literários: Prêmio SESC - DF (2013); Prêmio Felipe D’Oliveira – RS (2014); IV Prêmio Literário Cidade Poesia - SP (2015); Concurso Literário Internacional de Cataratas - PR (2015); XXV Concurso Nacional de Contos José Cândido de Carvalho - RJ (2015); 7º Concurso Cidade de Gravatal de Literatura - RS (2016); Concurso de Narrativas de Morro Reuter – RS (2016); Revista Ecos 8ª edição - SP (2016); II Concurso Antares de Literatura - Prêmio Cartoneiro - RS (2017); Concurso SABA - RS (2020); Prêmio OFF FLIP - RJ (2020); Concurso Vento Leste - SP (2020); Revista Inventário - BA (2020); Revista Mystério Retrô nº 5 - SP (2021); Prêmio OFF FLIP - RJ (2021); Revista Exodus - SP (2021); Concurso Nacional de Poesia Oracy Dornelles - RS (2022); VI Concurso Bunkyo de Contos - SP (2022). Em 2022, lançou o seu primeiro livro de contos “Para a loucura ou o que ainda me resta”, pela Editora Patuá. Além de trabalhar como dramaturgo e escritor, ministra oficinas de dramaturgia, teatro e escrita criativa. Letícia Castilho Atriz, diretora, gestora e professora licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Minas Gerais onde, posteriormente, atuou como professora substituta da área de atuação do curso de graduação em teatro da EBA/UFMG. Coordenou os cursos de Iniciação Teatral e Técnico em Arte Dramática, como chefe do departamento de teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica – CEFART, da Fundação Clóvis Salgado, onde atuou também como professora designada de arte (interpretação e improvisação), de 2012 a 2016. Atuou como vice-diretora do Centro Interescolar de Cultura, Arte, Linguagens e Tecnologia – CICALT/Plugminas e professora/coordenadora do curso Técnico em Teatro desta mesma instituição, entre 2016 e 2019. Em seguida, como Analista de projetos Culturais do SESI Cultura, coordenou a Escola de Cultura do Centro Cultural Sesiminas BH, de 2020 a julho de 2023. É integrante do corpo docente dos cursos livres do Galpão Cine Horto, desde 2015 e, atualmente, assume a gestão e coordenação de produção do grupo e Casa Cultural Atrás do Pano. Leila Verçosa Atriz formada pelo Teatro Universitário da UFMG e pela UNA-BH, em Comunicação Social com Habilitação em Cinema e Vídeo, tendo feito capacitações na mesma área em SICA (Sindicato de La Industria Cinematográfica Argentina, em Buenos Aires). Desde 2012 trabalha com produção cultural e elaboração de projetos culturais, tendo atuado como produtora em diversos festivais como: Palco Giratório (BH), 23º e 24º Encontro Sesi de Artes Cênicas (Araxá/MG), Semana de Ouro Preto (Ouro Preto), MARTE - Festival Música Arte e Tecnologia (Ouro Preto), coordenação de performances, Teatro e Dança no MARTE - Festival Música Arte e Tecnologia (Mariana), além de ter feito produção de todos os espetáculos da sua antiga Cia Malarrumada de Teatro desde 2005 a 2013), também produziu temporadas e espetáculos de grupos como Cia Nu Escuro (GO), Cia Manicômicos, atualmente Teatro da Pedra (São João Del Rey) e Circunstânica (BH). Atuou por 5 anos como orientadora de projetos de empreendedorismo juvenil através da ONG Projeto Saúde e Alegria, com populações tradicionais e ribeirinhas da Amazônia do Pará. Atualmente é produtora do Grupo de Teatro Atrás do Pano (Nova Lima/MG Letícia Leiva Atriz e publicitária. Co-fundadora da Quase Cia de Teatro e sócia da Rizoma Comunicação & Arte, atua como comunicadora de eventos e projetos culturais desde 2014. Trabalha na comunicação, principalmente on-line, de importantes grupos, artistas, produtoras e projetos mineiros como: Grupo Galpão, Rubim Produções, Grupo Maria Cutia, Grupo Armatrux, Festival Estudantil de Teatro (FETO BH), Festival Teatro em Movimento, Fórum de Fotoperformance, entre outros, somando mais de 40 projetos. A partir de vivências como artista, público e comunicadora, dedica-se hoje exclusivamente à comunicação de iniciativas culturais, entendendo esse também como um fazer artístico e político. Contribui para iniciativas do setor como consultora de estratégias para comunicação nas redes sociais e ministra cursos relacionados a este universo. É colunista do portal Pula BH, onde reflete em voz alta sobre questões que de alguma forma vão de encontro ao teatro, à cultura e às artes. Cintia Marques Designer freelancer formada pela UFMG, atuou em agências de comunicação em BH e como designer de serviço em Florianópolis para Tekoa e Zoly. Depois de percorrer alguns cantinhos do Brasil em busca de histórias, comidas, cheiros e sabores, percebeu que poderia interligar sua profissão com teatro e arte. Hoje, dedica-se à criação de identidade visual, sendo mais focada na área cultural e editorial. Atua com grupos e projetos de Belo Horizonte como Grupo Maria Cutia, Armatrux, Sociedade do Riso, Atrás do Pano, Festival Estudantil de Teatro, Academia Mineira de Letras e outros projetos pontuais de criação gráfica. Lava LAVA é uma produtora audiovisual situada em Belo Horizonte e fundada por Ciro Thielmann, Luiza Palhares e Rodrigo Oliveira em 2017. Com o foco na área cultural, das artes e projetos ambientais, realiza produções em documentário e ficção, assinando os principais departamentos do audiovisual, roteiro, direção, direção de fotografia, direção de arte e gestão. Rodrigo Oliveira é diretor e montador, graduado em publicidade e propaganda. Luiza Palhares é diretora de arte, fotógrafa e artista visual graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard. Ciro Thielmann é diretor de fotografia e graduado em comunicação social pela UFMG. Principais trabalhos: álbum visual para o Arcomuscial Brasil (2023), Clipe para a Orquestra Athipica de Lhamas (2022 e 2023), a série de vídeos documentais para a REDE de intercâmbio (Giro Agroecológico, 2022), Mini doc para a Labirinto Desvios na Escuta (2022), Catálogo audiovisual para a exposição “NDÊ! Trajetórias afro brasileiras em Belo Horizonte” (2019), coberturas audiovisuais das atividades e espetáculos do Grupo Atrás do Pano.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de GRUPO TEATRO ATRAS DO PANO
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| MOSTRA ATRÁS DO PANO - 2ª EDIÇÃO · aprovado em 2023 | R$ 200.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 233862. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.