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Viva o Povo Brasileiro

Apresentado por AGAPA CRIACAO E PRODUCAO CULTURAL LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2023, na categoria teatro musical (c/ dramaturgia, danças e canções). Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 2.500.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 3.155.932,81o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/04/2024 a 30/06/2025.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
NU FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOSPR$ 2.500.000,00

O que o projeto diz que faz

O projeto prevê ensaios e novas apresentações do espetáculo de teatro musical Viva o Povo Brasileiro.

Ficha técnica

Adaptação e Direção: André Paes Leme Direção de Produção: Andréa Alves Canções Originais: Chico César Realização e Coordenação do Projeto: Ágapa Criação e Produção Cultural ANDRÉ PAES LEME DIREÇÃO E ADAPTAÇÃO Encenador formado na UNIRIO, Mestre e Doutor em Estudos de Teatro pela Universidade de Lisboa. J. realizou mais de 50 espetáculos, entre peças teatrais, concertos musicais, .peras e eventos comemorativos de relevância cultural. Suas últimas encenações foram: A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa (2020), Agosto (2017), Esperança, de César Mouro (2015), Amigo Cyro muito te admiro, de Rodrigo Alzuguir (2014). O Lugar escuro, de Heloisa Seixas (2013). Arresolvido, de Erida Castello…Ver a ficha técnica completa (3.531 caracteres)

Adaptação e Direção: André Paes Leme Direção de Produção: Andréa Alves Canções Originais: Chico César Realização e Coordenação do Projeto: Ágapa Criação e Produção Cultural ANDRÉ PAES LEME DIREÇÃO E ADAPTAÇÃO Encenador formado na UNIRIO, Mestre e Doutor em Estudos de Teatro pela Universidade de Lisboa. J. realizou mais de 50 espetáculos, entre peças teatrais, concertos musicais, .peras e eventos comemorativos de relevância cultural. Suas últimas encenações foram: A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa (2020), Agosto (2017), Esperança, de César Mouro (2015), Amigo Cyro muito te admiro, de Rodrigo Alzuguir (2014). O Lugar escuro, de Heloisa Seixas (2013). Arresolvido, de Erida Castello Branco (2012). Um Rubi no Umbigo, de Ferreira Gular (2011). Hamelin, de Juan Mayorga (2009), pelo qual recebeu o Prêmio APTR/2010 de melhor direção. Candeia, de Eduardo Rieche (2008). A hora e vez de Augusto Matraga, de Guimar.es Rosa (2007). Uma última cena para Lorca, de Antônio Roberto Gerin (2005). Grande Othelo, de Douglas Dwight (2004). Chega de sobremesa, de Stela Freitas (2002). Engraçadinha, de Nelson Rodrigues (2001). Pequenos trabalhos para velhos palhaços, de Matei Visniec (2000). CHICO CÉSAR CANÇÕES ORIGINAIS Chico César nasceu no município de Catolé do Rocha, Paraíba. Aos 16 anos muda-se para João Pessoa, onde se forma jornalista pela Universidade Federal da Para.ba. Fez parte do grupo Jaguaribe Carne, o qual fazia poesia de vanguarda. Pouco tempo depois de formado, aos 21 anos, muda-se para São Paulo. Na capital paulista trabalha como jornalista e revisor de textos da Editora Abril. Enquanto trabalhava na editora, aperfeiçoava-se em violão, multiplicou suas composições e formou seu público. Sua carreira artística tem repercussão internacional, sobretudo pelo alto poder de encanto linguístico de suas canções. Em 1991, foi convidado para fazer uma turnê pela Alemanha. Já em 1995 lança seu primeiro disco “Aos Vivos” e seu primeiro livro “Cantáteis, cantos elegíacos de amizade” pela Editora Garamond. Em 2007 participou e fez a música tema do filme “Para.ba, Meu Amor”, do cineasta suíço Jean Robert-Charrue. Ao longo de sua carreira gravou os seguintes discos:“Aos Vivos”, “Cuscuz Cl.”, “Beleza Mano”, “Mama Mundi”, “Respeitem Meus Cabelos, Brancos”, “De uns tempos pra cá”, “Francisco, forró y frevo” e o mais recente “Estado de Poesia”. Através das músicas criadas para o espetáculo “Suassuna - O Auto do Reino do Sol”, Chico César ganhou os prêmios Cesgranrio, Shell, Aplauso Brasil, Botequim Cultural, APTR e Bibi Ferreira de Melhor Música Original. ANDRÉA ALVES DIREÇÃO DE CRIAÇÃO A carioca Andréa Alves fundou a Sarau Agência quando concluía seus estudos em jornalismo, nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, e produção cultural, na Universidade Cândido Mendes. O prazer pela música encostou no apreço pela escrita e pela história da cultura nacional. Junto a um lado bastante pragmático de organização e gestão, construiu uma trajetória sólida, alcançando reconhecimento no Brasil, com a idealização e realização dos espetáculos de maior sucesso de público e mais premiados nos últimos anos. Em 2018, o jornal Folha de São Paulo a procurou para fazer uma matéria sobre a originalidade e brasilidade de suas produções, que reinventaram o mercado de musicais no Brasil. ÁGAPA COORDENADOR DO PROJETO O proponente será responsável por acompanhar o cumprimento de todos os trâmites legais e objetivos propostos. Além de ser o principal responsável pelo projeto, respondendo por toda a gestão do mesmo.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
As Centenárias · aprovado em 2024R$ 1.030.000,00
Azira'i · aprovado em 2020R$ 810.000,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 233482. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.