Plano Anual de Atividades da Na Nave
Apresentado por ASSOCIACAO NA NAVE, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2023, na categoria event literá/ações edu-cult incen leitu/slamsarau. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “FUNDACAO GETULIO VARGAS”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
3 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| SHELL BRASIL PETROLEO LTDA | RJ | R$ 4.801.299,88 |
| VALE S.A. | RJ | R$ 800.000,00 |
| CONCESSIONARIA DO SISTEMA ANHANGUERA-BANDEIRANTES S/A | SP | R$ 500.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O Plano Anual de Atividades da Na Nave contemplará as atividades da 14a edição da FLUP, que inclui o Seminário Feminismo de Terreiro, os ciclos de conversa Mães Rainhas e Mulheres do Caribe!, os livros Cem Fragmentos Biográficos _ Histórias das Mulheres Negras em Trajetória e o título resultante da Flup Pensa, além dos processos formativos Flup Pensa - Yalodês do Nosso Tempo, Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para Audiovisual e o Slam dos Quilombos, além de apresentações musicais regionais.
Ficha técnica
Associação Na Nave - Proponente do projeto. Currículo resumido: A Associação Na Nave é a empresa de Julio Bernardo Ludemir, produtor cultural responsável pela criação, direção e produção de eventos como a batalha do passinho, o espetáculo de dança na batalha e a Flup, festa literária que desde 2012 vem redesenhando o fazer literário no brasil, incluindo a produção poética e textual das periferias no radar de editoras e mesmo de outros festivais. Nome Julio Bernardo Ludemir Função: Diretor Geral Julio Bernardo Ludemir nasceu no Rio de Janeiro, mas foi criado em Olinda (PE). Tem dez livros publicados, a maioria dos quais ambientada nas favelas cariocas. O livro Rim por Rim foi finalista do Prêmio Jabuti de 2008. É um dos roteiristas de 400 contra um, que o cineasta Caco de Souza adaptou da autobiografia de William da Silva Lima, um dos criadores do Comando Vermelho. Além de ser um dos criadores da FLUP, é um dos idealizadores da Batalha do Passinho, que levou para Londres e Nova York. Com os dançarinos do Passinho, criou o espetáculo Na Batalha, primeiro grupo de funk a se apresentar no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tema de documentário produzido no Brasil. Nome Andréa Borges Função: Direção de produção Pesquisadora, fundadora e presidente da ONG Grupo Pensar Cultural, instituição que atua fundamente no Rio de Janeiro, mas também em áreas urbanas periféricas no Brasil. Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pela Escola de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC), possui experiências no ensino de turismo, e no desenvolvimento, implementação e análise projetos sociais e culturais, desde 2022 é Diretora de Produção da Festa Literária das Periferias- Flup. Nome Teresa Dantas Função: Coordenadora de Comunicação Jornalista, atua há mais de 15 anos em planejamento, gestão, manutenção, produção e desenvolvimento de programas de comunicação com objetivo de mobilização social e promoção de cultura. Trabalhou, no Pará e em São Paulo, em agências de comunicação que atendem campanhas internas e externas para grandes empresas, terceiro setor, projetos culturais e para governos e prefeituras. Na produção de comunicação para eventos culturais, no Rio de Janeiro, já trabalhou para a Baluarte Cultura e desde 2022, para a FLUP – Festa Literárias das Periferias. Trabalha também com criação de roteiros para audiovisual e escrita criatPublicou seu primeiro romance O passado é lugar estrangeiro (Ed. Patuá) em 2017. Em 2020, lançou “Tudo ali dentro era outra”, também pela Ed. Patuá. É graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará (UFPa), com especialização em Comunicação Institucional pela Universidade da Amazônia (Unama), mestra em Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutoranda em Filosofia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Nome: Joanna Savaglia Função: Relacionamento Institucional Formada em jornalismo, logo descobriu que sua vocação especial estava na produção e não no jornalismo. Produziu muitos programas de tv e documentários, até que chegou ao Saia Justa, do GNT. Coordenou a produção do programa por 2 anos e em seguida entrou de vez no mercado cultural, trabalhando na JLeiva Cultura e Esporte. Em seguida montou a Savá, sua empresa, e começou a prestar serviços variados para produtores culturais, entre eles inscrição de projetos em leis de incentivo e editais, gestão de projetos e prestação de contas. Tem entre seus parceiros a Flup, a Cooperifa, o Festival de Arte da Serrinha, o Instituto Fazendo História e o Tangolomango. Nome: Eugênio Lima Função: Curador das Apresentações Musicais É DJ, ator-MC, diretor do Coletivo Legítima Defesa, pesquisador da cultura diaspórica, membro-fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e da Frente 3 de Fevereiro. Eugênio é coorganizador do livro “Dramaturgia Negra”, que reúne 16 peças teatrais de autoras e autores negros. Nome: Danielle Salles Função: Apresentadora e Produtora Executiva Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2002). Mestre em educação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Especialista em Educação Profissional, tem vasta experiência na área de Educação, com ênfase em cultura e políticas públicas para a juventude. Entrou na Flup em seguida à morte de seu companheiro e desde então tem se mostrado uma grande comunicadora, tanto presencialmente quanto nas redes comerciais. Ganhou o prêmio Ubuntu Cultural de 2022. Nome: Gisele de Paula Função: Cenógrafa É carioca, ativista do movimento negro, Arquiteta formada pela Universidade Santa Úrsula, com formação técnica em Estrutura Naval pelo ETEHL, atuou em arquitetura na supervisão do Estaleiro Aliança e assistente técnico da Tempore Engenharia. Gerente do Museu de Arte do Rio (MAR), posição a partir da qual trabalhou na assessoria de manutenção e elaboração de projetos expográficos, nas exposições “Mulambö”, “Pardo é Papel”, “RUA” e “Rafael BQueer”. Assinou o projeto expográfico da exposição Pixinguinha, Um Maestro Batuta (Museu de Arte do Rio) e Lima Barreto e os Modernismos Negros (Muhcab) Nome Thais Alves Marinho Função Curadora do livro e do seminário Feminismo de Terreiro Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás (UFG, 2004), também em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás, 2003). Fez especialização em Políticas Públicas pela Universidade Federal de Goiás, onde também fez o mestrado em Sociologia (2008). É doutora em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB) e Pós-Doutora em Ciências Sociais pela Unisinos, atua como pesquisadora do Grupo de Pesquisa Cultura, Memória e Desenvolvimento-CMD (CNPQ/UnB) e é líder do Grupo de Pesquisa Memória Social e Subjetividade (CNPQ/PUC Goiás). É editora adjunta da Revista Arquivos do CMD/UnB e editora da Revista Mosaico/PPGHIST/PUC Goiás. Atua como docente desde 2005 quando foi professora da UEG, já atuou como professora substituta na UFG. Atualmente, coordena o Programa de Pós-Graduação em História e é professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião/PUC Goiás. Nome Rosinalda Simoni Função: Curadora do livro e do seminário Feminismo de Terreiro Quilombola, Feminista de Terreiros, devota de Orixà, falante de quilombèis. Possui graduação em História pela Universidade Estadual de Goiás - UnU - Goiás; Especialização em Gestão do Patrimônio Cultural UEG, Mestrado em Gestão do Patrimônio Cultural (área de Concentração Arqueologia) PUC-Goiás, Doutorado em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás; Pòs doutora em història da Àfrica pela PUC-Goiás. Atualmente cursa o doutorado em História pela Universidade Estadal de São Paulo/UNESP; é professora convidada na Universidade Federal do Tocantins. Atua como pesquisadora e gestora de projetos nas áreas de antropologia, Antropologia das Populações Afro-Brasileiras, arqueologia pública,educação patrimonial. Nome Audrey Pulvar Função: Curadora Mulheres do Caribe! Audrey PULVAR é uma feminista e ativista ambiental francesa, nascida em 1972 na Martinica. Desde junho de 2020, ela se tornou um misto de vereadora e secretária de Agricultura e Alimentação Durável da cidade de Paris. Ex-presidente da FNH, Fundação para a Natureza e o Homem, ela criou um fundo de doação chamado AfricanPattern cujo objetivo era definir um novo modelo de desenvolvimento económico sustentável, baseado nos saberes africanos e para apoiar projetos de campo, na África, sobre desenvolvimento sustentável e biodiversidade. Em junho de 2017, encerrou a carreira de jornalista política e decidiu se dedicar a uma militância mais concreta. Ela colocou sua reputação e suas habilidades de convencimento a serviço do bem comum e de uma transição ambiental justa. Foi eleita presidente da Fundação para a Natureza e o Homem. Durante 25 anos, entre 1992 e 2017, Audrey PULVAR foi uma jornalista política francesa. Como jornalista, trabalhou como apresentadora, editora-chefe e CEO em quinze meios de comunicação nacionais franceses - rádios, televisões, mídia impressa - incluindo France 3, France 2, France Inter, Grupo Canal Plus e Les Inrockuptibles. Ela escreveu vários livros: - L'Enfant-Bois/2005 - Libres Comme Elles/ Ed. La Martinière 2014 - Libres et Insoumis / Ed. La Martinière 2015 - La Femme/ Ed. Flammarion 2016 Nome: Roberta Estrela Dalva Função: Curadora Geral É atriz-MC,diretora, pesquisadora e slammer. É idealizadora e slammaster do ZAP! Zona autônoma da Palavra, primeiro poetry slam brasileiro e curadora do Rio Poetry Slam-FLUP. Juntamente com Tatiana Lohmman dirigiu o documentário “SLAM- Voz de Levante” (2018). Em parceria com o escritor Marcelino Freire é curadora da sala “Falares” do novo Museu da Língua Portuguesa.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de ASSOCIACAO NA NAVE
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Plano Bianual de Atividades da Na Nave 2026-2027 · aprovado em 2025 | R$ 3.000.000,00 |
| Plano Anual de Atividades da Na Nave 2025 · aprovado em 2024 | R$ 2.550.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 233299. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.