31º PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA
Apresentado por GIONVA PRODUCAO E EVENTOS LTDA, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2023, na categoria apresentação/gravação música popular cantada. Situação: apresentou prestação de contas.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
3 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 1 pessoa física deu R$ 100.000,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| PETRO RIO JAGUAR PETROLEO S.A. | RJ | R$ 600.000,00 |
| PREDILETA CENTRO SUL DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS LTDA | MS | R$ 150.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Realização do 31º Prêmio da Música Brasileira, contendo 12 categorias e 32 subcategorias, nos mais variados gêneros musicais. Ovencedor de cada segmento é anunciado no evento, recebe um troféu e um prêmio em dinheiro. O evento conta com apresentações musicais de artistas consagrados em cada uma das categorias e tem como mestre de cerimônias um (ou dois) ícones da cultura brasileira.
Ficha técnica
José Maurício Machline Idealizador da maior premiação da música brasileira, José Maurício Machline é um entusiasta da produção musical no país, diretor de marketing, cantor e apresentador brasileiro. Autor do livro Eu Não Acredito em Religião, é o criador do "Prêmio da Música Brasileira", intitulado como a maior premiação da Música Brasileira Foi com otimismo que foram realizadas 30 Edições. · 1ª edição - 1987 – Vinícius de Moraes · 2ª edição - 1988 – Dorival Caymmi · 3ª edição - 1989 – Maysa · 4ª edição - 1990 – Elizeth Cardoso · 5ª edição - 1991 – Luiz Gonzaga · 6ª edição - 1992 – Ângela Maria e Cauby Peixoto · 7ª edição - 1993 – Gilberto Gil · 8ª edição - 1994 – Elis Regina · 9ª edição -…Ver a ficha técnica completa (5.953 caracteres)
José Maurício Machline Idealizador da maior premiação da música brasileira, José Maurício Machline é um entusiasta da produção musical no país, diretor de marketing, cantor e apresentador brasileiro. Autor do livro Eu Não Acredito em Religião, é o criador do "Prêmio da Música Brasileira", intitulado como a maior premiação da Música Brasileira Foi com otimismo que foram realizadas 30 Edições. · 1ª edição - 1987 – Vinícius de Moraes · 2ª edição - 1988 – Dorival Caymmi · 3ª edição - 1989 – Maysa · 4ª edição - 1990 – Elizeth Cardoso · 5ª edição - 1991 – Luiz Gonzaga · 6ª edição - 1992 – Ângela Maria e Cauby Peixoto · 7ª edição - 1993 – Gilberto Gil · 8ª edição - 1994 – Elis Regina · 9ª edição - 1995 – Milton Nascimento · 10ª edição - 1996 – Rita Lee · 11ª edição - 1997 – Jackson do Pandeiro · 12ª edição - 1998 - Maria Bethânia · 13ª edição - 2001 – Gal Costa · 14ª edição - 2003 – Ari Barroso · 15ª edição - 2004 – Lulu Santos · 16ª edição - 2005 – Baden Powell · 17ª edição - 2006 – Jair Rodrigues · 18ª edição - 2007 – Zé Kéti · 19ª edição - 2008 – Dominguinhos · 20ª edição - 2009 – Clara Nunes · 21ª edição - 2010 - Dona Ivone Lara · 22ª edição - 2011 - Noel Rosa · 23ª edição - 2012 - João Bosco · 24ª edição - 2013 - Tom Jobim · 25ª edição – 2014 - Samba · 26ª edição – 2015 – Maria Bethânia . 27ª edição - 2016 - Gonzaguinha . 28ª edição - 2017 - Ney Matogrosso . 29ª edição - 2018 - Luiz Melodia .30ª edição - 2023 - Alcione Giovanna Machline: Assistente de Direção - Filha do idealizador do Prêmio da Música Brasileira José Maurício Machline, Giovanna além de ser assistente do pai, também efetuou direção no programa Geração Brasil e hoje faz a direção geral na novela Babilônia da emissora Tv Globo. Foi diretora do Clipe Alma Sebosa, do artista Johnny Hooker, que foi uma revelação no Prêmio de Música no ano de 2015.Aos seus 29 anos já é reconhecida no meio artístico e musical. Marlene Barbosa: Gestora Financeira, controller, nascida em 25 em fevereiro de 1960, Marlene Barbosa está na empresa a 32 anos. Acompanhou toda a idealização do Prêmio de Música Brasileira, junto ao Sr. José Maurício Machline. Realiza na empresa toda a parte burocrática, financeira e administrativa. Gringo Cardia Designer, artista gráfico, cenógrafo, arquiteto, diretor artístico, diretor de vídeos, teatro, ópera, moda e criador de shows. Trabalhou em mais de 100 peças de teatro com os diretores mais famosos do Brasil e criou designs para mais de 150 apresentações musicais para artistas renomados do Brasil e do exterior. Como designer gráfico, criou mais de 100 capas de disco para álbuns de artistas reconhecidos como Tom Jobim, Marisa Monte, Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Chico Buarque, Daniela Mercury, Xuxa e Maria Bethânia, entre outros. Fez a cenografia para a peça “Midnight’s Summer Dreams”, do diretor alemão Werner Herzog, em 1993, e criou o filme “No Arms” para a campanha da Anistia Internacional em Nova York e Londres em 2006. Cardia desenhou e foi curador da exposição “Amazônia Brasil”, que mostra as experiências positivas na Amazônia e está em turnê desde 2004, passando por Paris, Nova York, Tóquio, Hannover e Lausanne. Desde 2002 dirige os shows da Xuxa e há 6 anos dirige os shows especiais de Natal no Maracanãzinho. Na Copa do Mundo de futebol de 2010 em Johanesburgo na África do Sul, projetou a exposição Casa Brasil, onde apresentou nosso país como próxima sede da Copa. Em 2014 na Copa do Mundo do Brasil, projetou a Casa O Globo no Rio de Janeiro, onde apresentou a história do futebol e seus ídolos com instalações interativas e tecnológicas. É curador e designer de vários museus. Em 2000, Gringo, junto com a atriz Marisa Orth, criou a organização sem fins lucrativos Spectaculu – Escola de Arte e Tecnologia, que ensina arte e tecnologia com o objetivo de iniciar alunos de baixa renda do Rio de Janeiro nas técnicas das artes visuais e capacitá-los a concorrer no mercado de trabalho do setor cultural. Desde que a Spectaculu foi fundada, mais de 2.000 novos profissionais na área das artes visuais, de 16 a 22 anos de idade, se habilitaram a conquistar vagas como técnicos de iluminação e de cenografia, assistentes de adereço, entre outras ocupações. Com sua irmã Gringa Cardia, Gringo dirige o estúdio ACASAGRINGOCARDIA Design, localizado no Rio de Janeiro Sônia Maria Soares da Silva Sônia Soares conheceu a figurinista Helena Gastal e acabou indo trabalhar como sua estagiária na Globo, no início dos anos 1980, passando a sua assistente na novela Jogo da Vida (1981), de Silvio de Abreu. Em seguida, foi convocada para trabalhar como assistente do figurinista Arlindo Rodrigues na linha de shows, no programa Caso Verdade (1982). Com ele aprendeu as técnicas de figurino e foi incentivada a estudar mais. Acabou sendo indicada pelo próprio para substituí-lo, passando a figurinista titular. Sônia Soares já assinou os figurinos de novelas e minisséries, além de vários clipes musicais do Fantástico. Trabalhou em humorísticos como Chico Anysio Show, Os Trapalhões e Sai de Baixo (1996), no qual ficou seis anos. Foi a responsável por mudar a imagem da apresentadora Ana Maria Braga em sua estreia na Globo, no programa Mais Você (1999). Em 2008, assinou o figurino da novela Negócio da China, de Miguel Falabella, que tinha no elenco atores como Ney Latorraca, Nathalia Timberg, Francisco Cuoco e Yoná Magalhães. Em 2010, trabalhou no seriado A Vida Alheia, de Miguel Falabella. No cinema, Sônia Soares assinou os figurinos do filme Didi Quer Ser Criança (2004), de Alexandre Boury e Reynaldo Boury. Os demais participantes estão sendo definidos e os CVs serão encaminhados junto à prestação de contas final. O DIRIGENTE SR JOSE MAURICIO MACHILINE, DEVIDAMENTE IDENTIFICADO NA PLANILHA EXERCERA A FUNCAO DE COORDENADOR DO PROJETO E DIRETOR AUFERINDO O PAGAMENTO PELO SERVICO PRESTADO AO MONTANDE DE R$ 274.000,00 . ESCLARECEMOS QUE O MESMO SERA RESPONSAVEL PELA GESTAO ADMINISTRATIVA TECNICA E FINANCEIRA.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de GIONVA PRODUCAO E EVENTOS LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| 33° Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira · aprovado em 2025 | R$ 6.255.253,33 |
| 32º PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA · aprovado em 2024 | R$ 5.998.853,92 |
| TURNÊ PMB 2026 · aprovado em 2026 | R$ 2.775.606,67 |
| Incubadora Musical · aprovado em 2025 | R$ 2.000.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 232516. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.