OPERA ITALIANA - Theatro Municipal RJ
Apresentado por ASSOCIACAO DOS AM DO TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2023, na categoria ópera. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “ASSOCIACAO DOS AM DO TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO”Não aparece entre quem pagou nem na ficha técnica deste projeto; ele entrou na busca pelo nome do projeto ou de quem o apresentou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
10 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 9 pessoas físicas deram R$ 11.150,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | RJ | R$ 2.080.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O Projeto consiste na remontagem e apresentações de 01 repertório de opera que fara parte da Tempora Oficial do Theatro Municipal do RJ , com o título de repertorio italiano no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, totalizando 6 apresentações com a Orquestra Sinfonica do Theatro Municipal e convidados e Palestras gratuitas apresentadas 1 hora antes de cada apresentaçao.
Ficha técnica
ANDRÉ HELLER-LOPES – DIRETOR Dono de uma trajetória impar no Brasil, é um dos nomes mais respeitados da ópera na America Latina. ganhou por três vezes consecutivas o Prêmio Carlos Gomes. Professor da UFRJ, é PhD pelo Kings College London. Por trabalhos como o ?Anel Brasileiro? para o Theatro Municipal de São Paulo, foi destacado pela revista Época como um dos ?100 Brasileiros mais in uentes de 2012?. Diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2017), Coordenador de Ópera da Prefeitura do Rio de Janeiro (2003 e 2008), Coordenador de Elencos para a OSB (2013) e, em Portugal, comandou o ?Programa de Jovens Intérpretes? no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa (2009 e 2011).…Ver a ficha técnica completa (15.174 caracteres)
ANDRÉ HELLER-LOPES – DIRETOR Dono de uma trajetória impar no Brasil, é um dos nomes mais respeitados da ópera na America Latina. ganhou por três vezes consecutivas o Prêmio Carlos Gomes. Professor da UFRJ, é PhD pelo Kings College London. Por trabalhos como o ?Anel Brasileiro? para o Theatro Municipal de São Paulo, foi destacado pela revista Época como um dos ?100 Brasileiros mais in uentes de 2012?. Diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2017), Coordenador de Ópera da Prefeitura do Rio de Janeiro (2003 e 2008), Coordenador de Elencos para a OSB (2013) e, em Portugal, comandou o ?Programa de Jovens Intérpretes? no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa (2009 e 2011). Divulgador da ópera e de novos talentos no Brasil, dedica-se especialmente à levar a ópera para novos públicos e dar aceso à cultura. Especializou-se na Royal Opera House de Londres, na Ópera de São Francisco e o Metropolitan Opera de NY. Elogiado pela revista alemã Opernwelt, seu Tristão e Isolda em Manaus, foi de nido como ?um padrão de qualidade operística inédita em nosso país? (O Estado de São Paulo). A Revista Concerto o considerou ?um dos mais aclamados diretores de ópera do país?, enquanto que A Folha de São Paulo o descreveu como "nome forte da ópera no Brasil.? Dirigiu óperas e concertos por todo Brasil (Rio, São Paulo, Minas, Amazonas etc), Portugal, Estados Unidos, Áustria, Inglaterra, Malásia, Alemanha, França, Argentina ou Uruguai. Em 2013 revista internacional Opera, do Reino Unido, dedicou um per l de 9 páginas ao seu trabalho. Dirigiu e produziu importantes trabalhos: Salomé, Nabucco, A Valquiria,O Diário do Desaparecido, Savitri, Don Pasquale e Idomeneo(Theatro Municipal do Rio e CCBB-RJ), Die Walküre e Götterdämmerung,La Fille du Régiment, Falstaff, Samson et Dalila, Der Rosenkavalier, Adriana Lecouvreur e Andrea Chenier (Theatro Municipal de São Paulo, Teatro São Pedro e OSESP), Hansel e Gretel, Trouble in Tathiti, A Bela Adormecida, Nabucco (Lisboa); Tosca eEugene Oneguin (Salzburgo); Manon Lescaut, Rigoletto, Jenufae Don Pasquale (Buenos Aires;) Tristan und Isolde e Médee em Manaus; Macbeth e Ariadne auf Naxos em Montevideo; Rigoletto eLucia di Lammermoor (Belo Horizonte). No Rio de Janeiro, no Parque Lage, encenou ao ar livre e com entrada franca A Midsummer’s Night Dream ? espetáculo patrocinado pelo prêmio internacional Britten 100 Award e pelo British Council ? que acabou indicado para o Opera Awards de 2014, o ?oscar da ópera?. Dentre seus projetos recentes e futuros no Brasil destacam-se Jenufae Tosca no TMRJ, A Flauta Mágica e Turandot no Theatro Municipal de São Paulo, Fausto no Festival Amazonas de Ópera, Trouble in Tahiti de Bernstein com a Filarmônica de Minas, a estreia brasileira de Katya Kabanová e O Caso Makropulos de Janacek. No exterior, La Finta Giardineira e Don Giovanni de Mozart na Polônia, Aida de Verdi na Alemanha e Faust no Chile. Luiz Fernando Malheiro – RegenteReconhecido pela crítica como um dos principais nomes da ópera no Brasil, Malheiro tem em seu repertório mais de 60 títulos de ópera já regidos em produções completas.É o atual Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Amazonas Filarmônica e diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera (FAO). Foi diretor artístico do Teatro São Pedro de São Paulo e regente titular de sua orquestra e também diretor de Ópera no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.Vencedor do Prêmio Carlos Gomes: Regente de Ópera (2012, 2011 e 2009) e Universo da ópera/2000, dirigiu no FAO/2005 a primeira montagem brasileira do Anel do Nibelungo de Wagner, recebendo ainda mais dois prêmios: Universo da Ópera e Espetáculo do Ano.Regeu diversas vezes no Festival de Ópera de La Coruña na Espanha e dirigiu concertos e espetáculos frente a Orquestra Sinfônica de Roma, Orquestra Sinfônica de Miami, Orquestra do Teatro Olímpico de Vicenza, Sinfônica de Bari, Orchestra Filarmônica Marchigiana, Orquestra da Ópera Nacional de Sófia, Orquestra Sinfônica de Porto Rico, Orquestra Sinfônica da Galícia e a Orquestra Sinfônica Castilha e Leon, Orquestra do Teatro de Bellas Artes de Bogotá, Orquestra do Teatro de Bellas Artes do México, Filarmônica do México e no Teatro Del Libertador de Córdoba na Argentina.No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sinfônica Brasileira, a OSESP, a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais, a Sinfônica do Paraná, a Orquestra Sinfônica da Bahia dentre outras. Gravou Fosca e Maria Tudor de Carlos Gomes em vídeo e CD.Estudou composição com J. Targosz na Polônia e com R. Dionisi na Itália. Estudou regência com T. Colacioppo no Brasil, K. Missona na Polônia e na Itália estudou com Leonard Bernstein em Roma, F. Leitner em Siena e Carlo Maria Giulini em Milão. Marcelo Marques - FigurinoFez mais de 235 espetáculos de teatro e ópera com diretores como Bibi Ferreira, Jorge Takla, André Heller- Lopes, Roberto Vignatti, Sergio Britto, Jacqueline Laurence, Claudio Botelho e Charles Möeller, Sérgio Módena, Gustavo Wabner, Wolf Maia e Marco André Nunes. Criou para L ́Elisir d ́Amore e La Fille du Régiment (Donizetti), Macbeth (Verdi), Idomeneo (Mozart), Ariadne auf Naxos e Salomé (Strauss), Samson et Dalila (Saint- Saëns), Diálogo das Carmelitas e La voix Humaine (Poulenc), Tristão e Isolda, Crepúsculo dos Deuses, A Valquíria (Wagner) e Nabucco (Verdi), no Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa. Fez trabalhos no Palácio das Artes, Theatro Municipal (RJ e SP) e Teatro Amazonas e foi gurinista no Teatro Solis, Montevidéo. Realiza palestras e workshops em cenários e gurinos Renato Theobaldo – CenografiaEstreou como cenógrafo em 1984 no lme A Estrela Nua. Em 1996, assina a cenogra a da ópera La Serva Padrona, no Sesi Minas (Belo Horizonte). Durante oito anos participa do Festival Amazonas de Ópera com várias cenogra as, como Faust, em 2018. No Theatro Municipal de São Paulo fez a direção de arte de Andrea Chénier (2006) e a cenogra a de La Fille du Régiment (2007), Die Walküre (2011), Götterdämerrung (2012), Ça Ira (2013) e Die Zauberflöte (2017). Em 2018 faz as cenografias de Derfliegende Holländer no Palácio das Artes (Belo Horizonte), a estreia nacional de Kátia Kabanov de Leoš Janáček no Theatro São Pedro e a primeira ópera de Mozart, La Finta Giardiniera na Silesian Opera (Polônia) e em 2019 Don Giovanni na Ópera de Wloclaw (Polônia), Aida no Erfurt Theater, e a primeira produção brasileira de O caso Makropulos em São Paulo. Gonzalo Cordova – IluminaçãoFez projetos de iluminação para diretores como Ruben Szuchmacher, Alfredo Arias, Mariana Obersztern, Silvio Lang e Cintia Miraglia. Na dança trabalhou com Diana Theocharidis.Nas produções de ópera, ele criou a iluminação de The Rape of Lucrece, Wozzeck, A Flauta Mágica, O Morcego, Madame Butterfly, La Traviata,A Italiana na Argélia e Xerxes. Com André Heller Lopez fez a iluminação de Don Pasquale e Lucia di Lammermoor e, juntos, Don Giovanni.Escreveu dois ensaios sobre iluminação de palco: La Trampa de Goethe e La Iluminación Escénica, editado por El Rojas. Ele foi homenageado com o World Theaters Award por "The Damanthal Experiment", e também ganhou os prêmios Teatros do Mundo em 2013 e a 2014 , Prêmio Trinidad Guevara 2015 e Florencio Sánchez em 2017.Atualmente, é professor da Universidade Nacional das Artes.Membro da ADEA, Associação de Designers Cênicos da Argentina. Bruno Fernandes – CoreografiaFormado em danças clássicas pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do TMRJ e pela escola do Theatro Bolshoi no Brasil. Atuou como bailarino no Ballet do Theatro Guaíra e Cia Brasileira de Ballet. Em 2004 ingressou no Ballet do TMRJ, onde participa desde então de todas as temporadas. Em 2019 fez a direção de movimento da ópera Orphee e em 2022 coreógrafia para as óperas Don Giovanni e O Barbeiro de Sevilha. Ludmilla Bauerfeldt - SopranoDetentora de vários prêmios nacionais e internacionais de canto, Ludmilla Bauerfeldt, formou-se na prestigiada Academia do Teatro Alla Scala (Milão – Itália), onde protagonizou as produções Don Pasquale (Donizetti) e La Scala di Seta (Rossini).Vem desenvolvendo carreira como solista em concertos e festivais na Itália (Teatro Filarmonico), Suíça (Opera Viva), Rússia (Svetlanov Hall, Musical Olympus) e Alemanha (Bad Kissingen, Dresdner Musikfestspiele e Stars and Rising Stars).Presença frequente nas principais casas de ópera no país, seus últimos trabalhos incluem a estreia brasileira de Orphée, de Phillip Glass no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a premiére mundial dos Translieder de Flô Menezes e a 8ª Sinfonia de G.Mahler, ambos junto à Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, além da aclamada montagem de L’Italliana in Algeri, de Rossini, no Theatro São Pedro, em São Paulo. Laura Pisani - SopranoGraduada pelo ISATC. Em 2018 estreou nos EUA como a Rainha da Noite (Florentine Opera Company) e, no Brasil, com a ópera Piedade, no Teatro Municipal de São Paulo e na Sala Cécilia Meireles, no Rio de Janeiro. Ela também interpretou Ofelia na ópera Hamlet, de Thomas, para a Juventus Lyrica. Em 2019 interpretou o Magnificat de J.S. Bach e Carmina Burana por C. Orff como Solista Soprano no Theatro Municipal de São Paulo. No Teatro Colón fez parte dos elencos de Der Rosenkavalier e Rusalka (ambos em 2017) e Ariadne auf Naxos (2019). Giovanni Tristacci – TenorGiovanni Tristacci tem sólida carreira nacional e internacional no meio da música lírica, e presença constante nas principais casa de ópera do Brasil, América Latina e Europa.Dentre os principais papéis interpretados detacam-se Tamino em Flauta Mágica (Mozart) ; Candide em Candide (Bernstein); Romeu em Romeu e Julieta (Gounod); Duca di Mantova em Rigoletto (Verdi), Naraboth em Salomé (R. Strauss), Leandro em Arlecchino (Busoni); Rinuccio em GianniSchicchi (Puccini), Alfredo em La Traviata (Verdi), Rodolfo em La Bohéme (Puccini), The Officer em Ça Ira (R. Watters); Camille em A Viúva Alegre (Léhar), entre vários outros.Trabalhou com grandes maestros como Patrick Fourniller (França), Silvio Viegas (Brasil), Luis Malheiro (Brasil), Alberto Zedda (Italia), Cristopher Warren-Green (Inglaterra), Ira Levin(EUA), entre outros.Cantou em importantes salas como o Bozar (Bruxelas), Theatro Municipal de São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Palácio das Artes (Belo Horizonte), Theatro da Paz (Bélem, PA) e Theatro Amazonas (Manaus, AM). Cantou também em vários países como Bélgica, Espanha, Itália, China e Colômbia.É Bacharel em Canto pela UFRJ, pós-graduado em canto lírico no Conservatório do Liceu de Barcelona (Espanha), possui especialização no Centro de Perfeccionamiento Plácido Domingo em Valência (Espanha) e Chapelle Musicale Reine Elizabeth, Bruxelas (Bélgica).Estudou com mestres como Eduardo Álvares (Brasil), Josévan Dam (Bélgica), Eduard Gimez (Espanha), Jocelyne Dienst (França), Helmuth Deutsh (Alemanha), Roger Vignoles (UK), e Isabel Maresca. Ricardo Gaio – Tenor Ricardo Gaio é Ator e Tenor formado na Faculdade CAL de Artes Cênicas, onde participou de peças como A Máquina Tchékhov, Boca de Ouro e outras. Estuda há 5 (cinco) anos canto no EAPE (Espaço de Arte Patrícia Evans) e há 4 (quatro) anos vem fazendo seu aprimoramento técnico no canto lírico, com o prof. Marcelo Coutinho. Fez o personagem Rinuccio na ópera Gianni Schicchi, com regência de Guilherme Bernstein e direção cênica de André Paes Leme, na UNIRIO. Fez também o personagem Ferrando na ópera Cosí Fan Tutte, com direção cênica de Daniel Herz, na CAL. Foi vencedor do 3º lugar masculino no Concurso Internacional de Canto Linus Lerner Edição Brasil, em 2021. Foi vencedor do “Prêmio Recital Série Toriba Musical” no 19º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas 2021. Em dezembro de 2022, fez o personagem Tristão na ópera Le Vin Herbé, com regência de Priscila Bomfim e direção cênica de André Heller-Lopes, no Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Lício Bruno – BarítonoO sucesso e amplitude da carreira de Licio Bruno são notáveis entre os cantores brasileiros por suas atuações em ópera, música sinfônica, de câmara e teatro no Brasil e exterior.Aperfeiçoou-se na Academia Franz Liszt, Budapeste, foi membro da Ópera Estatal Húngara, e cantou na Itália, Espanha, Alemanha, Suíça, Colômbia e Argentina. No Brasil os teatros de ópera e salas de concerto são sua casa. Com mais de 50 personagens em óperas de diferentes autores, períodos e estilos, Licio é, até hoje na história da ópera brasileira, o único cantor a ter enfrentado na totalidade o Wotan/Wanderer da Tetralogia wagneriana.Dirigido por ícones do Teatro brasileiro - Amir Haddad, José Possi Netto, Jorge Takla, Gianni Rato, Sérgio Britto - e estrangeiro - Werner Herzog, Hugo de Anna, Aidan Lang. Cantou com renomados maestros brasileiros e estrangeiros, entre os quais Lorin Maazel e Isaac Karabtchevsky, das “Paixões” de Bach até Beethoven, Kodaly, Stravisnky, Britten, bem como ciclos de Schubert, Mahler, Ravel e Poulenc, entre outros.É detentor de mais de 10 primeiros prêmios em concursos nacionais e estrangeiros e recebeu, em 2004, o Prêmio Carlos Gomes como Melhor Cantor Erudito.Celebrou, em 2012, seus 25 anos de carreira dedicados à Música, com as óperas Aída, A Valquíria, A Serva Patroa, O Turco na Italia, Rigoletto e Falstaff e fez sua estreia na Argentina, debutando com grande sucesso de público e critica o papel título de O Navio Fantasma, de Wagner, no Teatro Argentino de La Plata – outubro de 2013.Em 2015, Licio Bruno lançou com a pianista Claúdia Marques o CD “Ê vida, ê voz! - Canções de Edmundo Villani-Côrtes”, primeiro disco integralmente dedicado a uma coletânea de canções do compositor. Recebeu ainda a “Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes”, comenda outorgada pela SBACE, SP e também a Medalha Cinquentenário da Forças Brasileiras Internacionais de Paz da ONU, láureas recebidas em função dos relevantes serviços prestados à cultura e à música brasileira. Inácio De Nonno – BarítonoInacio De Nonno é doutor em Música pela UNICAMP e Mestre pela UFRJ, onde é professor nas classes de Canto da Escola de Música da UFRJ. Prêmio Especial para a Canção Brasileira no XII Concurso Internacional de Canto do Rio de Janeiro, do repertório de Inacio De Nonno constam mais de 30 primeiras audições mundiais de peças e óperas brasileiras, especificamente para ele compostas por autores como Cézar Guerra-Peixe, Edmundo Villani-Cortes, João Guilherme Ripper, Ernani Aguiar, Ronaldo Miranda, entre outros.Tem participação em 30 CDs gravados, todos dedicados ao repertório brasileiro, desde restaurações do material Colonial, até os compositores contemporâneos mais vanguardistas. O CD da ópera Colombo, de CarlosGomes, onde Inacio De Nonno interpreta o papel título, ganhou o prêmio da APCA e o prêmio Sharp, assim como o prêmio APCA com sua participação na ópera “O Menino e a Liberdade” de Ronaldo Miranda.Seu repertório enfatiza ainda, a música antiga, o lied alemão e a canção francesa, onde aborda especialmente os compositores Ravel, Fauré e Poulenc. E a ópera, em que conta hoje com mais de 40 papéis efetivamente apresentados em público. Inacio De Nonno é, também, membro da Academia Brasileira de Música.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de ASSOCIACAO DOS AM DO TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| PLANO BIANUAL DAS ATIVIDADES DO THEATRO MUNICIPAL DO RJ - 2025- 2026 · aprovado em 2024 | R$ 23.817.400,00 |
| PLANO ANUAL DAS ATIVIDADES DO THEATRO MUNICIPAL DO RJ · aprovado em 2023 | R$ 15.013.800,00 |
| Operas DOM GIOVANNI e BARBEIRO DE SEVILHA - Teatro Municipal RJ · aprovado em 2020 | R$ 1.477.576,00 |
| Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Concertos eruditos, Sinfónicos e Opera de Camara · aprovado em 2023 | R$ 800.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 232413. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.