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Festival Brasília de Cultura Popular - 12º Edição

Apresentado por INSTITUTO ROSA DOS VENTOS DE ARTE, CULTURA E CIDADANIA, de Brasília (DF). Aprovado em 2023, na categoria salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. Situação: arquivado a pedido proponente.

onde aparece “INSTITUTO BR ARTENão aparece entre quem pagou nem na ficha técnica deste projeto; ele entrou na busca pelo nome do projeto ou de quem o apresentou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 600.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.519.043,63o máximo que o projeto pode levantar. Período: 02/05/2024 a 11/12/2026.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
SALOBO METAIS S/ARJR$ 600.000,00

O que o projeto diz que faz

O Festival Brasília de Cultura Popular em sua décima segunda edição, vem celebrar o Cerrado brasileiro, uma plataforma da cultura popular que proporcionar experiências de formação politica, técnica e artística para o segmento. Um projeto transdisciplinar que busca despertar os sentidos humanos para uma percepção mais plena e integrada a natureza, com apresentações culturais, oficinas, feira gastronômica e artesanato. Todas as atividades gratuitas.

Ficha técnica

Coordenador Geral - Instituto Rosa dos Ventos O Instituto Rosa dos Ventos de Culturas Populares surgiu em 2011 com intuito de pesquisar, difundir, produzir, comunicar e fomentar a arte que carrega em sua essência a identidade brasileira, abrindo caminhos em todas as direções e segmentos; e sempre convergindo para as culturas populares e negras do Brasil. A Associação traz em seu barco festivais de música e teatro, agenciamento de artistas, montagem de espetáculos, documentários, oficinas artísticas, entre outras criações que tem em seus conteúdos a fertilidade de um povo diverso e rico em cultura . A Rosa aponta a navegação para um novo fazer artístico em Brasília, ressaltando a beleza e os…Ver a ficha técnica completa (5.705 caracteres)

Coordenador Geral - Instituto Rosa dos Ventos O Instituto Rosa dos Ventos de Culturas Populares surgiu em 2011 com intuito de pesquisar, difundir, produzir, comunicar e fomentar a arte que carrega em sua essência a identidade brasileira, abrindo caminhos em todas as direções e segmentos; e sempre convergindo para as culturas populares e negras do Brasil. A Associação traz em seu barco festivais de música e teatro, agenciamento de artistas, montagem de espetáculos, documentários, oficinas artísticas, entre outras criações que tem em seus conteúdos a fertilidade de um povo diverso e rico em cultura . A Rosa aponta a navegação para um novo fazer artístico em Brasília, ressaltando a beleza e os valores da cultura praticada em seu país. A valorização desse fazer cultural, é um dos intuitos da instituição considerando a inclusão no mercado sem alterar seus valores, reconhecendo a cultura como um valor inerente ao ser humano e identificando o verdadeiro significado da memória, das identidades, e das expressões, das práticas e manifestações artísticas e culturais. Produção Executiva - Danielle Freitas Danielle Freitas, mãe, gestora e produtora cultural, empreendedora, bordadeira, brincante, ativista da cultura popular e amante das plantas. Danielle Freitas é ativista da cultura popular brasileira desde 2003, aprendeu com os Mestres Populares valores identitários de nosso povo, o que vem a influenciar desde então, todo e qualquer trabalho posterior a esses encontros. Protagonista nos movimentos em prol da construção de políticas culturais no DF, é membro fundadora do Fórum de Cultura do DF, e buscar contribuir na formulação e consolidação de mecanismos de fomento e incentivo à cultura local e nacional. Junto a instituições do terceiro setor promove a capacitação de novos agentes, acesso a informações sobre leis de incentivo eeditais culturais. Atua em parceria com diversas instituições na elaboração de projetos culturais, na produção executiva e fechamento de entregas e prestação de contas junto aos patrocinadores e incentivadores. Graduada em processos gerenciais, aprofundou seu conhecimento em cursos técnico junto ainstituições privadas e públicas buscando ampliar sua percepção e ferramentas técnicas para odesenvolvimento de projetos com metodologias ágeis e eficaz para o trabalho coletivo e sustentável.Com mais de 20 anos de experiência junto ao mercado cultural, desenvolveu projetos de grande impacto no setor criativo, somando em coletivos criativos que são referência nacional e internacional, tais como: Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (cultura popular), PicNik (empreendedorismo), Mercado Mundi (gastronomia), Eu Leitor (literatura), Gamecon (games), Arca Blues (música) e Perpétua Mimo (artesanato). Diretor de arte - Tico Magalhães Nascido em Recife, tem como formação artística o Teatro Popular e a Música Tradicional. Com as Mestras e Mestres da Cultura Popular Brasileira aprendeu a tocar, atuar e contar histórias. Escreveu o Mito do Calango Voador, assombrado com os mistérios do Cerrado, quando visitou a Chapada dos Veadeiros em Goiás, depois de ter se mudado para Brasília. Em 2004, criou, na capital do Brasil, o grupo Seu Estrelo. O Grupo inventou, a partir do Mito, umamoderna tradição popular, uma brincadeira cerratense. Junto com o Grupo Seu Estrelo, desenvolveu um novo ritmo musical: o Samba Pisado. Além disso, concebeu uma forma peculiar de fazer teatro, batizado de Teatro de Terreiro. Em 2014, fundou o Centro Tradicional de Invenção Cultural, uma escola onde transmite todos os ensinamentos de seus mestres populares e as práticas de sua inovadora brincadeira. Em 2019, recebeu uma Moção de Louvor da Câmara Legislativa do DF por ser considerado um importante personagem da história, da cultura e da educação do Distrito Federal. Coordenadora de comunicação - Stéffanie Oliveira Stéffanie Oliveira, nascida em Brasília, filha de brasilienses, mãe de brasiliense. É brincante de culturas populares, Ekedi na nação Ketu e produtora cultural há 18 anos com trabalho dedicado às culturas tradicionais de terreiro. Atual presidente do Instituto Rosa dos Ventos. Coordenadora Geral do Circuito Candango de Culturas Populares. Curadora e Coordenadora do Festival São Batuque. Criadora e coordenadora da Festa das Águas e Festa das Yabás. Diretora do Filme Terras Diversas e do documentário patrimônios do Brasil. Tem como escola de formação e trabalho Centro Tradicional de Invenção Cultural, Centro de Tradições Populares de Sobradinho, Ilê Axé Oyá Bagan do Paranoá e escola acadêmica Universidade de Brasília, Letras Português. Produção cultural EAD pelo IFB. Coordenador de Logística - Rafael Pops Rafael Pops, goiano de nascimento e Brasiliense por escolha, Rafael Pops achou na cidade inventada seu espaço artístico. Cientista Político de formação, começou ainda no movimento estudantil a produzir eventos como a retomada da Calourada da UnB em 2002. Já como Assessor da Reitoria da UnB, foi um dos criadores e coordenadores da Comissão de Boas-Vindas e esteve na Coordenação do II Festival Latino Americano e Africano de Arte e Cultura - II FLAAC. Em 2018, foi um dos criadores e produtores do Samba Urgente, movimento que ocupou o SCS com uma roda de samba que chegou a reunir 8 mil pessoas mensalmente. Coordenador de Formativas - Anderson Formiga Anderson Formiga, é brasiliense criado no Tocantins. Filho de mão paraibana e pai tocantinense. Professor de Capoeira Angola do Grupo Nzinga, Produtocultural nas áreas das culturas populares, música e teatro. É congadeiro do Terno de Moçambique Santa Efigênia(DF), flamenguista e ativista dasculturas populares. Este Conselheiro das Culturas Populares e Circo na Secretaria de Cultura do DF.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 2315798. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.