Virada Sanica: a escalada do som na arte contemporânea
Apresentado por GWA - GEO WAVE ANALISES LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2023, na categoria exposição cultural / artística. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIRO”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
4 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| RETURN CAPITAL SA | SP | R$ 800.000,00 |
| ZURICH SANTANDER BRASIL SEGUROS E PREVIDENCIA S.A. | SP | R$ 370.000,00 |
| SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A. | SP | R$ 300.000,00 |
| Santander Capitalização S.A | SP | R$ 130.000,00 |
O que o projeto diz que faz
A exposição "Virada Sônica: a escalada do som na arte contemporânea"é uma mostracoletiva com curadoria de Chico Dub que se debruça sobre o universo da arte sonora.Além de uma exposição de artes visuais, este projeto terá catálogo digital e ações de formação como contrapartida social.
Ficha técnica
GWA (proponente) - A GWA – GEO Wave atua desde 2011 como uma importante gerenciadora de projetos culturais, tendo como linha principal a administração, controle financeiro e de gerenciamento de projetos. Através de sua fundadora Nelma Alos, a GWA, participou de mais de 50 mostras, como: Zeitgeist - A arte da Nova Berlim, CCBB Rio, Brasília e Belo Horizonte, 2016/17, Vazios Povoados , Farol Santander SP, 2016, Ex-África CCBB Rio, Brasília e Belo Horizonte, 2018, Hugo França , MAC UPS, 2018, 2ª edição da Trienal Frestas, SESC Sorocaba, Revoada- Flávia Junqueira, 2021 – Farol Santander Porto Alegre e São Paulo, Observatório- Artur Lescher 2022, Farol Santander Porto Alegre, Identidades 22&22&22 Farol Santander São Paulo 2022, Sergi Cadenas- Imagem Expandida, Farol Santander São Paulo, 2022, Entremeadas – SESC Vila Mariana, Guarulhos e Bauru 2019/ 2023 entre outros. Desenvolve logística administrativa e colaborativa com as equipes dos projetos, sendo responsável por planejamento, prestação de contas e coordenação geral financeira. Chico Dub (Curador) - Francisco Pires de Castro Linhares (em artes, conhecido como Chico Dub) é curador com foco em música experimental, música de vanguarda e arte sonora. É curador do Festival Novas Frequências e gestor do Incidências Sonoras, plataforma de música experimental e arte sonora vinculada ao Coincidência, um programa de intercâmbios culturais entre a Suiça e América do Sul desenvolvido pelo instituto suiço Pro Helvetia. Além do Novas Frequências - festival realizado desde 2011 que integra a rede ICAS, um network internacional que compreende mais de 40 festivais de sons avançados e que é considerado o principal festival sul-americano em seu nicho -, já realizou curadorias para: Silo - Arte e Latitude Rural (Rio, 2019), Videoex (Zurich, 2019), Escuchar (Sonidos Visuales) (Buenos Aires, 2018), Red Bull Music Academy SP (2017), Revisitando Smetak (Rio, 2017), HOBRA - Residência Artística Holanda Brasil (Rio, 2016), Pulso (SP, 2016), Dia da Música (Rio, 2015), Eletronika (BH, 2013-2015), SESI Cultura Digital (Rio, 2014-2015), World Stages Residency (Theatre Royal Stratford East, London), Cine-Seizure (Arnolfini - Centre for Contemporary Arts, Bristol, 2014), Festival Imersões (Rio, 2014), Sónar São Paulo (2012), além das séries Invasão Paraense e Invasão Baiana para os CCBBs de Brasília, SP e Rio (2012, 2014 e 2015). Dentre as exposições coletivas de arte sonora que realizou curadoria estão: "Canção Enigmática: relações entre arte e som nas coleções MAM Rio" (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2019-2020); "Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira" (Sesc Belenzinho, 2019); "Disco é Cultura "(Castelinho do Flamengo, 2017); "Gambiarra Sonora" (Festspielhaus Hellerau, Dresden, Alemanha, 2016). Julia Brandão (Direção de Produção) – realiza todo planejamento e controle das atividades ligadas a área de produção durante a etapa de produção e execução. Supervisiona os serviços de fornecedores para a realização do projeto, responsável por planejar, organizar e controlar as atividades de fabricação dos produtos da empresa, formulando e recomendando políticas e programas de produção. Suas responsabilidades são de assegurar o cumprimento das metas de produção, dentro dos padrões de qualidade, quantidade, custos e prazo estabelecidos na proposta, planejar, organizar e supervisionar as atividades de produção da exposição, dentro das especificações e padrões de qualidade estabelecidos, visando a assegurar o cumprimento dos objetivos, otimizar os recursos produtivos disponíveis, supervisionar a elaboração dos cronogramas da produção, visando a garantir a melhor alocação da mão- de-obra, equipamentos e materiais, controlar as despesas gerais da etapa de produção da exposição (energia elétrica, custos de manutenção, insumos etc.). Atuou, entre outros, nos projetos relacionados: Belo, Transitório, Intangível e Finito (Laura Vinci (Brasil) e Tundra (Rússia)) – janeiro /2018; Vazios Povoados (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti (Brasil) e Haroon Mirza (Inglaterra)) – maio / 2018; Luz e Arte (Gisela Motta e Leandro Lima (Brasil) e NONE Collective (Itália)) – outubro / 2018; Além do Infinito (Regina Silveira (Brasil) e Serge Salat (França)) – janeiro / 2019; Hebe Eterna (curadoria Marcello Dantas) – fevereiro / 2019; Produção Executiva e Coordenação de produção da exposição Infinitos (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti, Raquel Kogan), Centro Cultural Vale Maranhão – março / 2019; Coordenadora de Produção da exposição Todo poder ao povo! Emory Douglas e os Panteras Negras, SESC Pinheiros, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da X Bienal Ibero- americana de Arquitetura e Urbanismo, São Paulo; Coordenadora de Produção da exposição Antonio Benetazzo, permanências do sensível, CCSP e CFCCT, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre / RS, etc. Angela Magdalena (Produção Executiva) - Formada em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Angela Magdalena trabalha na área de produção cultural desde 1992. Em 1995, muda-se para São Paulo onde dedica-se a área de produção. Ali, participa, dentre outras exposições de artistas nacionais e internacionais, da produção de quatro Bienais do Mercosul, das mostras de Artes Indígenas e Arqueologia do Brasil 500 anos. Em 2006, funda a MadaiArt, empresa especializada no desenvolvimento e na produção de exposições e projetos culturais e que tem em seu currículo mostras de artistas como Marina Abramovich, Patricia Piccinini, Erwin Wurm, Ai Weiwei e Anish Kapoor, além da implementação do Museu da Natureza no Piauí, Museu da Cidade de Manaus, em Manaus e o Museu do Café, em Santos.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de GWA - GEO WAVE ANALISES LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| O Circo no Brasil: Um ofício milenar, expressado através da nossa brasilidade (titulo provisório) · aprovado em 2023 | R$ 2.000.000,00 |
| A cor do ar: Agora ? silêncio e leve fragilidade · aprovado em 2023 | R$ 800.000,00 |
| Esculturas - Diálogos entre Tradições e Inovações (Título Provisório) · aprovado em 2024 | R$ 623.896,00 |
| Desenhos - Linhas Imaginárias (Título Provisório) · aprovado em 2025 | R$ 530.000,00 |
| MOSTRA SERGIO FERRO · aprovado em 2023 | R$ 250.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 231389. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.