lei rouanet · museus e memória · projeto 231239

EU E MEU AMIGO ORFEU

Apresentado por FAZER ARTE PRODUCOES ARTISTICAS LTDA, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2023, na categoria expo realiz em museu ou c/ acervo d museu+museogra. Situação: projeto em execução - encerrado prazo de captação.

onde aparece “27865757000102Globo Comunicações e Participações Ltda. pagou R$ 1.800.000,00, destacado na lista de quem pagou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 2.670.000,00recebeu dinheiro em 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 2.803.723,19o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/02/2023 a 31/12/2027.

Quem pagou

3 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
Globo Comunicações e Participações Ltda.RJR$ 1.800.000,00
VALE S.A.RJR$ 500.000,00
EDITORA GLOBO S/ARJR$ 370.000,00

O que o projeto diz que faz

Realizar a primeira exposição temporária da nova sede do novo Museu da Imagem e do Som RJ (MIS), estabelecendo uma relação entre Orfeu _ o mito grego, poeta e compositor - e a arte produzida por uma geração sem precedentes de artistas negros do Rio de Janeiro. Acompanha a realização de atividades educativas e publicação de catálogo.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela Coordenação Geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado em outros projetos apresentados e executados com recursos incentivados. Coordenação geral: Fazer Arte Produções Artísticas Ltda. (proponente) Curador da exposição: Hugo SukmanJornalista, curador, roteirista e escritor carioca, Hugo Sukman é curador da nova sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, a ser inaugurada em 2023. É autor, entre outros, dos livros “Nara - 1964; (2022, ed. Cobogó), “A história da música brasileira em 100 fotografias” (2021, ed. Bazar do…Ver a ficha técnica completa (3.271 caracteres)

O proponente será responsável pela Coordenação Geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado em outros projetos apresentados e executados com recursos incentivados. Coordenação geral: Fazer Arte Produções Artísticas Ltda. (proponente) Curador da exposição: Hugo SukmanJornalista, curador, roteirista e escritor carioca, Hugo Sukman é curador da nova sede do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, a ser inaugurada em 2023. É autor, entre outros, dos livros “Nara - 1964; (2022, ed. Cobogó), “A história da música brasileira em 100 fotografias” (2021, ed. Bazar do Tempo), “Martinho da Vila – Discobiografia” (2014), “Histórias paralelas - 50 anos de música brasileira” (2012, ambos da editora Casa da Palavra), “Cancioneiro Moacir Santos” (ed. Jobim Music) e Djavan Songbook (Luanda). E das peças musicais “Deixa a dor por minha conta”, sobre a obra de Sidney Miller;“Nara – A menina disse coisas”, sobre a vida de Nara Leão, e “Com amor, Vinicius – Como sobreviver nesta selva escura e desvairada”, a partir da obra de Vinicius de Moraes. Escreve e dirige shows musicais como “Edu Lobo – 70 anos”, no Teatro Municipal do Rio, e participa como crítico musical apresentando shows históricos como “Avenida Samba Canção” (sobre o samba-enredo), de Igor Eça e Paula Santoro, e “Ismael Silva – Uma Escola de Samba”, de Cláudio Jorge e Augusto Martins, sobre vida e obra do compositor. Com 30 anos de experiência em redações, foi crítico de cinema e música, repórter, editor e correspondente do Globo em Paris. Hoje, colabora para várias publicações brasileiras. Dirigiu para a HBO a série “Hoje é dia de música”, sobre a história da música brasileira no século XX. Atualmente, prepara seu primeiro longa-metragem como diretor, o documentário “Aldir Blanc, o ourives do palavreado”, em parceria com o Canal Brasil. Foi curador das exposições oficiais da FLIP em 2012 (sobre Carlos Drummond de Andrade), 2013 (Graciliano Ramos) e 2014 (Millôr Fernandes). Curadora da exposição: Angélica Ferrarez de AlmeidaPós-doutora em Sociologia Urbana pela UENF, pesquisando artes urbanas na Zona Portuária, Angélica é doutora em História Política pela UERJ e mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio, com foco na história social das mulheres no pós-Abolição e na história do samba. Atua nos estudos da diáspora negra, memória, cultura, patrimônio, museus e territórios urbanos. Integra a equipe de curadoria da exposição “Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou” do Instituto Moreira Salles e já realizou curadorias na Festa Literária das Periferias (FLUP). Foi pesquisadora e educadora em projetos da Redes da Maré, produtora cultural no Fórum Permanente pela Igualdade Racial (FOPIR) e professora convidada no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da UFRB. Com experiência em consultoria para projetos museais e culturais, é jurada do Estandarte de Ouro do carnaval carioca e professora na Escola Vera Cruz (SP). Publicou artigos sobre memória, museologia e cultura afro-brasileira em revistas acadêmicas nacionais e internacionais, além de atuar na produção de acervos e projetos de extensão voltados à preservação da história e cultura negra.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 231239. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.

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