lei rouanet · artes visuais · projeto 2310586

Exposições Pinacoteca do Ceará

Apresentado por INSTITUTO MIRANTE DE CULTURA E ARTE, de Fortaleza (CE). Aprovado em 2023, na categoria exposição cultural / artística. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

onde aparece “MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIROCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.200.000,00recebeu dinheiro em 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 3.543.750,00o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/02/2024 a 30/06/2028.

Quem pagou

4 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
ITAU BBA ASSESSORIA FINANCEIRA S.ASPR$ 400.000,00
COMPANHIA DE AGUA E ESGOTO DO CEARA CAGECECER$ 300.000,00
ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDASPR$ 300.000,00
REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A.SPR$ 200.000,00

O que o projeto diz que faz

Partindo do acervo da Pinacoteca do Ceará, este projeto realizará duas exposições, tendo a primeira o título "O corpo humano não é mais o que era" com curadoria de Agnaldo Farias e Mateus Nunes e a segunda "Acervo em Desconstrução" que contará com um conselho curatorial formado por Lisette Lagnado, Yuri Firmeza, Vilma Soares e José Eduardo Ferreira.

Ficha técnica

CURADORIAS Para a primeira exposição contará com a curadoria de : Agnaldo Farias é professor doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Curador Geral da 3a. Bienal de Coimbra. Foi Curador Geral do Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba, Curador Geral do Instituto Tomie Ohtake (2000/2012) e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1998/2000). Foi Curador de Exposições Temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1990/1992). Em relação a Bienal de São Paulo, foi Curador Geral da 29a. Bienal de São Paulo (2010), da Representação Brasileira da 25a. Bienal de São Paulo (1992) e Curador Adjunto da 23a. Bienal de São Paulo (1996). Foi Curador Internacional da 11a. Bienal de Cuenca, Equador (2011) e do Pavilhão Brasileiro da 54a. edição da Bienal de Veneza (2011). Recebeu o prêmio “Melhor retrospectiva” da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, 1994, pela Exposição Nelson Leirner, e o Prêmio Maria Eugênia Franco , da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA, pela melhor curadoria de 2011. Mateus Carvalho Nunes é pesquisador de pós-doutorado em História da Arte e da Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP), com bolsa da FAPESP. Doutor em História da Arte pela Universidade de Lisboa, com período de intercâmbio acadêmico na FAU USP. Arquiteto e Urbanista pela Universidade Federal do Pará (FAU UFPA). Pesquisador do projeto "The Amazon Basin as Connecting Borderland: Examining Cultural and Artistic Fluidities in the Early Modern Period", financiado pela Getty Foundation. Membro-pesquisador do Fórum Landi (FAU UFPA). Professor do Museu de Arte de São Paulo (MASP) nos cursos "Barroco brasileiro: séculos 17 e 18" (2022), "Barroco brasileiro: leituras trans-históricas" (2022), "Arte contemporânea paraense: hibridismos, imagens e poéticas" (2021) e "Arte contemporânea paraense: leituras e escrituras híbridas" (2023). Desenvolve pesquisa predominantemente sobre hibridismos e intercâmbios culturais no contexto da produção artística e arquitetônica da Amazônia Colonial; arquitetura dos séculos 17 e 18 em Belém; Antônio José Landi (1713-1791); produção artística e arquitetônica da Companhia de Jesus no Grão-Pará; teoria da imagem; teoria da história daarte. Atua também no cenário artístico contemporâneo como crítico e curador. A segunda exposição contará com a curadoria de : Lisette Lagnado (1961, Kinshasa, RDC) atua como crítica de arte e curadora desde1993. Foi editora de revistas independentes de arte nos anos 1980. Coordenouo Projeto Leonilson, que resultou na publicação "Leonilson. São tantas asverdades" (Sesi, 1996). Doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo(USP), foi responsável pela catalogação dos manuscritos de Hélio Oiticica paraa plataforma online hospedada no Itaú Cultural. Dirigiu a Escola de ArtesVisuais do Parque Lage (Rio de Janeiro, 2014-2017). Foi curadora da 27aBienal de São Paulo (2006), do 33o Panorama da Arte Brasileira do Museu deArte Moderna de São Paulo (2010) e cocuradora da 11a Bienal de Berlim(2019-2020), entre outras curadorias. Entre 2022-23, co-curou a exposição “Aparábola do Progresso”, com André Pitol e Yudi Rafael (Sesc Pompeia).Escreveu sobre diversos artistas brasileiros e estrangeiros, entre eles: LeónFerrari, Mira Schendel, Arthur Bispo do Rosario, Hélio Melo, Flavio deCarvalho, Lina Bo Bardi, Cildo Meireles, Pélagie Gbaguidi, Laura Lima, RivaneNeuenschwander, Marepe, Jarbas Lopes e Mônica Nador. Yuri Firmeza é professor do curso de Cinema e Audiovisual da UniversidadeFederal do Ceará. Doutorando em Arte Multimédia pela Universidade deLisboa. Entre os livros que organizou destacam-se, “Composto Escola:comunidade de sabenças vivas”, em parceria com Alexandre Campos, CacáFonseca, Laura Castro e Pedro Brito. O seminário e o livro “O trabalho dasruínas: genealogias, ficções, (re)montagens” com Clara Bastos, LeonardoMouramateus e Érico Araújo Lima. E com Pablo Lobato a videoinstalação e olivro "O que exatamente vocês fazem, quando fazem ou esperam fazercuradoria?". Participou de festivais de cinema e exposições em cidades doBrasil e do exterior, entre as quais a 31a Bienal de São Paulo, 14th BiennaleJogja: Stage of Hopelessness – Yogyakarta/Indonesia; 21st Videoex –International Experimental Film & Video Festival Zurich/ Switzerland; 64th e62nd International Short Film Festival Oberhausen/Germany, 33o Panorama daArte Brasileira, 11a Bienal do Mercosul e a exposição individual "TurvaçõesEstratigráficas", no Museu de Arte do Rio. Vilma Soares Ferreira Santos, Salvador, Bahia, 1968.Mulher negra, educadora desde os anos 1990, foi coordenadora voluntária daPastoral da Criança, Pastoral Afro e Pastoral Carcerária, fundadora do Acervoda Laje, onde coordena a seção educativa, realizou, como curadora ecoordenadora as exposições artísticas, a “1a Exposição Pública do Acervo daLaje” (2011), na antiga casa de Lázaro e Vera, em Novos Alagados “As águassuburbanas no Acervo da Laje” (2012), no Centro Cultural Plataforma; A belezado Subúrbio” (2013), nas ruínas da antiga Fábrica de Tecidos São Braz, emPlataforma; 3a Bienal da Bahia (2014), no Acervo da Laje, Casa 1; “MemóriasAfetivas do Subúrbio Ferroviário de Salvador” (2018) no Subúrbio 360, nobairro de Vista Alegre e participou como convidada da 31a Bienal de São Paulo“Como falar de coisas que não existem” na mesa “Usos da Arte” (2014).Participou de todo o processo de realização e produção do projeto #OcupaLajes em suas 1a e 2a edições (2016, 2018- 2019), sendo responsável pelasoficinas artísticas. Participou do intercâmbio dos estudantes da Bartlett School de Londres (2016, 2017 e 2018), do Festival Caymmi de música (2017), alémde mediar e mobilizar crianças, jovens, adultos e famílias para a realização deoficinas com artistas como Rosa Bunchaft (2015, 2016), Elisabeth Zwimpfer(2017), Mano Penalva (2017), assim como o Rolê Brasil (2016, 2017).Participou em 2018 do bate papo “Narrativas Negras: a visibilidade dasmulheres negras nas artes da Bahia”. Produziu em 2018 a oficina experimentalde animação Retrato de Wangari Maathai, com a cineasta queniana Ng’endoMukii. Em 2019 participou da mesa “Arte e transformação social” no 5a Festivalde Graffiti Bahia de Todas as Cores, foi entrevistada pelo professor JorgePortugal no Programa Tô Sabendo, em homenagem às mulheres negras,assim como foi tema de reportagem do BA TV, com Ana Valéria no Dia daMulher, em 2019. Foi produtora do “Sound in the fabric” (2019), com aparticipação das instrumentistas Ida Toninato (Canadá), Andrea May e doinstrumentista Edbrass Brasil (Brasil), nas ruínas da antiga Fábrica de TecidosSão Braz. Participou em 2019 do Simpósio Fazeres da Cidade do Grupo LugarComum, da FAU – UFBA, no Acervo da Laje. Com o Acervo da Laje participoudas exposições 1a exposição pública, Casa de Vera e Antonio Lazzarotto,Salvador, 2011; "Cadê a bonita?", Galeria Pierre Verger, Salvador, 2012; "Aságuas suburbanas no Acervo da Laje", Centro Cultural Plataforma, Salvador,2012; "Memórias afetivas do Subúrbio Ferroviário de Salvador, Subúrbio 360",Salvador, 2017; Indiano Carioca, Coaty , Salvador, 2016; Os labirintos de ZacaOliveira, Teatro Gamboa Nova, Salvador 2018; Adilson Baiano Paciência,Acervo da Laje, Salvador, 2019; #Ocupalajes, 2016 e 2018, várias exposições,Salvador; "A memória é uma invenção", MAM Rio, Rio de Janeiro, 2022;"Subúrbio: uma exposição em três atos", MAM Bahia, Salvador, 2022; "Aparábola do Progresso, Sesc Pompéia, São Paulo, 2022; César Bahia: umapoética do recomeço, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, 2023;"Ensaios para o Museu das Origens", Itaú Cultural, São Paulo, 2023; "DosBrasis", Sesc Belenzinho, São Paulo, 2023; "Brasil futuro: as formas dademocracia", Solar Ferrão, Salvador, 2023 e "Memórias para Dona Antônia",Casa 2 do Acervo da Laje, novembro de 2023. José Eduardo Ferreira Santos, Salvador, Bahia, 1974Pedagogo (UCSal), mestre em Psicologia (UFBA), doutor em Saúde Públicapela Universidade Federal da Bahia e fez estágio pós – doutoral em CulturaContemporânea (PACC – UFRJ), no Instituto de Psicologia da UFBA e noPrograma de Pós – Graduação em Família na Sociedade Contemporânea daUCSal, pelo Programa Nacional de Pós – Doutorado (PNPD – CAPES).Curador e responsável junto com Vilma Santos pelo Acervo da Laje, que reúneobras artísticas e históricas do Subúrbio Ferroviário de Salvador e de toda acidade. Autor dos livros Novos Alagados: histórias do povo e do lugar (EDUSC,2005), Travessias: a adolescência em Novos Alagados (EDUSC, 2005),Cuidado com o vão: repercussões do homicídio entre jovens da periferia(EDUFBA, 2010), Faixas assombrosas: a nascente da beleza nas cançõespopulares (Scortecci, 2013), Nascente da beleza (Scortecci, 2013) e Acervo daLaje: memória estética e artística do Subúrbio Ferroviário de Salvador(Scortecci, 2014). Com o Acervo da Laje participou das exposições 1a exposição pública, Casa de Vera e Antonio Lazzarotto, Salvador, 2011; Cadê abonita? Galeria Pierre Verger, Salvador, 2012; "As águas suburbanas noAcervo da Laje", Centro Cultural Plataforma, Salvador, 2012; Memórias afetivasdo Subúrbio Ferroviário de Salvador, Subúrbio 360, Salvador, 2017;IndianoCarioca, Coaty , Salvador, 2016; Os labirintos de Zaca Oliveira, Teatro GamboaNova, Salvador 2018; Adilson Baiano Paciência, Acervo da Laje, Salvador,2019; #Ocupalajes, 2016 e 2018, várias exposições, Salvador; A memória éuma invenção, MAM Rio, Rio de Janeiro, 2022; Subúrbio: uma exposição emtrês atos, MAM Bahia, Salvador, 2022; A parábola do progresso, SescPompeia, São Paulo, 2022; César Bahia: uma poética do recomeço, Museu deArte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, 2023; Ensaios para o Museu das Origens,Itaú Cultural, São Paulo, 2023; Dos Brasis, Sesc Belenzinho, São Paulo, 2023;Brasil futuro: as formas da democracia, Solar Ferrão, Salvador, 2023 eMemórias para Dona Antônia, Casa 2 do Acervo da Laje, novembro de 2023. COORDENAÇÃO E GESTÃO CULTURAL INSTITUTO MIRANTE DE CULTURA E ARTE (responsável pela gestão cultural, produção, gestão administrativa e financeira deste projeto) Tiago Santana - Diretor Presidente João Wilson Damasceno - Diretor Executivo Flávio Jucá - Diretor Administrativo e Financeiro PINACOTECA DO CEARÁ Rian Fontenele - Diretor Geral Ana Javes Luz - Diretora Executiva Este projeto conta com a consultoria de Luis Carlos Beltrão Sabadia Trabalha com gestão cultural, incentivos fiscais à cultura e economia criativa. É gestor de espaços culturais e atua na concepção, viabilização e gestão projetos culturais para instituições públicas e privadas. É formado em administração, pós graduado em gestão cultural e em Gestão e Inovacão em Instituições Culturais. Um dos fundadores da ONG Alpendre, foi consultor do SEBRAE, Diretor de Ação Cultural do Centro Dragão do Mar, e desde 2014 é gestor do Museu da Indústria, uma iniciativa do sistema FIEC através do SESI Ceará. Atua na política cultural em conselhos deliberativos como Conselho Estadual de Políticas Culturais (Governo do Ceará), do Conselho de Administração do Instituto Cultural Iracema – ICI (Prefeitura Fortaleza), e foi da CNIC – Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (Ministério da Cultura). Foi presidente da Câmara Setorial de Economia Criativa – ADECE (Ce), preside a ong IACD e é sócio fundador da empresa Vanguardeiro.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
Festival Unaé - Sonhar o Cariri 3° edição · aprovado em 2024R$ 500.000,00
Percursos · aprovado em 2023R$ 100.000,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 2310586. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.