Arte e Escola
Apresentado por INSTITUTO DE CULTURA CONTEMPORANEA - ICCO, de São Paulo (SP). Aprovado em 2023, na categoria exposição cultural / artística. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “GRUPO MULHERES DO BRASIL”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
9 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 5 pessoas físicas deram R$ 273.566,14; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| Votorantim Corretora de Seguros S.A | SP | R$ 300.000,00 |
| ITAU SEGUROS S/A | SP | R$ 250.000,00 |
| BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A | SP | R$ 200.000,00 |
| KEEPCLEAR LICENCIAMENTOS E SERVICOS LTDA | SP | R$ 0,01 |
O que o projeto diz que faz
O projeto 'Arte e Escola', é composto pelas atividades culturais e educativas gratuitas a todos os públicos da instituição durante o período de 12 meses, nos seguintes segmentos: Artes Visuais, Educativo e Música. Todas as atividades estão previstas para serem realizadas na Casa de Cultura do Parque, espaço cultural aberto ao público, localizado em São Paulo. A proposta também contempla os custos operacionais parciais para o pleno funcionamento e execução das mesmas e do espaço, incluindo custos de produção, montagens e desmontagens, divulgação e gestão.
Ficha técnica
CV DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES DO ARTE E ESCOLA DO ICCo Alberto Pitta – Artista É Artista Plástico, Carnavalesco, Designer e Serígrafo. Há 40 anos desenvolvendo trabalhos de pesquisas e criações artísticas, é um dos pioneiros na criação do que hoje se conhece por estampas afrobaianas, se utilizando de símbolos, ferramentas, indumentárias e adereços dos orixás como fonte de inspiração. Sua vivência dentro de terreiros de candomblé favorece e estimula a criação artística, possibilitando assim a extração do essencial para a interpretação de códigos e símbolos. Se destaca no cenário artístico e cultural da Bahia, sobretudo, no que se refere ao carnaval dos blocos afro, afoxés e de índios em Salvador. Mônica Nador – Artista Iniciou seus estudos na Faculdade de Arquitetura de São José dos Campos, uma das mais ousadas experiências em formação de arquitetos e urbanistas que já houve no Brasil. Logo em suas primeiras aulas, visitou favelas. Era preciso conhecer a vida do povo, como ele morava, suas necessidades e desejos, e apresentar soluções. Não soluções meramente técnicas, realizadas em pranchetas de escritório, mas soluções combinadas, pactuadas, conversadas com os que habitavam aqueles barracos. Quando chega nas distantes periferias, depois de um longo processo de descobertas, parcerias com os artistas da comunidade, se estabelesce no Jardim Miriam criando o Ponto de Cultura: Jardim Miriam Arte Club (JAMAC). E nestes encontros: Uma artista do circuito das artes – chamada de Arte, dos museus, salões e galerias – junta-se aos grafiteiros, artistas da periferia, jovens ativistas, músicos, pintores, dançarinos de rua, clubes de mães, agentes da comunidade etc. Encontram-se e entendem-se em um clube de arte. Leda Catunda – Artista Artista Visual, pesquisadora e professora. Uma das expoentes da Geração 80, explora em seu trabalho questões referentes à representação das imagens e ao universo pop. Utiliza-se conceitualmente da pintura: pincel e tinta servem para destacar, apagar, recriar ou criticar um mundo já coberto de imagens. Como tela, utiliza objetos aparentemente banais encontrados em regiões de comércio popular, como flanelas, cortinas de banheiro, cobertores, toalhas e tecidos, em geral usados em ambientes domésticos. Paula Borghi – Curadora É doutoranda e mestre em História e Crítica de Arte pela UFRJ. Foi curadora adjunta da 11# Bienal do Mercosul, curadora convidada do Centro Cultural Hellerau no Projeto Brasil em 2016, assistente curatorial da 12# Bienal de La Havana e curadora da Residência Artística do Red Bull Station em São Paulo, 2013-2015. Foi co-idealizadora do espaço Saracura no Rio de Janeiro e do projeto Potência Ativa, premiado pelo Apexart 2021. Além disso, foi idealizadora da biblioteca itinerante de publicações de artistas latinos Projecto MULTIPLO, contemplado pelo Rumos Itaú Cultural. Trabalhou com o Instituto Goethe no projeto Jogos do Sul e realizou projetos curatoriais em instituições como Biblioteca Mario de Andrade, Centro Cultural São Paulo, Paço das Artes, SESC, Museu das Culturas Indígenas, Palácio das Artes, Memorial Meyer Filho, Oficina Cultural Oswald de Andrade, Paço Imperial e Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Bruna Costa – Curadora É historiadora da arte, curadora e professora. Formada em História da Arte pela Escola de Belas Artes da UFRJ com período sanduíche na Sapienza University of Rome, na Itália, e mestre em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRJ, com pesquisa sobre cor e cultura material em Hélio Oiticica. Atua em curadoria e pesquisa para projetos de arte e exposições, com destaque para a co-curadoria do "Abre Alas 18" da galeria A Gentil Carioca (2023), do "Salão Vermelho de Artes Degeneradas" do Atelier Sanitário (2019 e 2021) e de "Zil Zil Zil" no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica (2022). Coordena o ateliê do artista Ernesto Neto e é tutora de História da Arte no consórcio CEDERJ. Ministrou cursos livres no SESC Rio e escreveu para periódicos como A Palavra Solta e a e-revista Performatus. Geórgia Kyriakakis – Artista É formada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado/FAAP (1986), Mestre e Doutora em Artes pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo/ECA-USP (2001 e 2006 respectivamente). Desenvolve atividade didática desde 1990, ministrando palestras, cursos e workshops em instituições culturais e educacionais, públicas e privadas. De 1990 a 1996 trabalha também com arte-educação para crianças em projetos sociais, como o Projeto Enturmando, da Secretaria do Menor e a Oficina das Artes, do A Hebraica. Em 1997, ingressa no ensino superior e desde então leciona na Faculdade de Artes Plásticas da FAAP e, desde 2003, no Centro Universitário Belas Artes, onde atua também na pós-graduação. Como artista, Geórgia participa de exposições desde 1986 e sua primeira exposição individual foi realizada em 1991, na Itaugaleria, em São Paulo. A partir de então, tem participado regularmente de exposições coletivas e individuais, dentro e fora do país e recebido diversos prêmios e distinções como reconhecimento de seu trabalho. Maria Regina Pinho de Almeida – Diretora executiva Colecionadora de arte contemporânea latino-americana, Regina Pinho de Almeida é também a fundadora e presidente do ICCo - Instituto de Cultura Contemporânea - instituição sem fins lucrativos fundada há cinco anos, com o objetivo de realizar ações culturais de caráter contemporâneo que promovam a valorização da experimentação artística brasileira, o intercâmbio internacional e o resgate da memória cultural de seu país. É integrante do a Conselho do MASP, patrona da Pinacoteca do Estado de São Paulo, membro do Núcleo Contemporâneo do MAM/SP, e acionista do portal de cultura O Beijo. Cláudio Cretti – Diretor artístico Artista e professor. Já realizou exposições em espaços como a Pinacoteca do Estado, São Paulo, MAM, São Paulo, MAC, São Paulo, CCSP, entre outros. Fez parte da equipe de coordenação do serviço educativo do Instituto Tomie Ohtake de 2003 a 2009, onde esteve a frente do serviço de atendimento ao público e dos cursos de formação do Espaço do Olhar. Foi curador de programação educativa do Paço das Artes de 2010 a 2012. Ministrou cursos em espaços como o Centro Cultural Banco do Brasil, Oficina Cultural Oswald de Andrade, e no Centro de Formação da Escola da Vila em São Paulo, onde foi professor de 1995 a 2009. Realizou ainda projetos de ações educativas para diversas exposições para o Sesc - Pinheiros, Bom Retiro, São José do Rio Preto, entre outros. Atualmente é diretor artístico do ICCo. Natalia Harue Kondo - Coordenadora geral Licenciada em Artes Visuais e especialista em Produção Cultural pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP, trabalhou durante seis anos no departamento de comunicação - FACOM da mesma fundação, em São Paulo; foi coordenadora de produção do Instituto de Cultura Contemporânea - ICCo e da Confederación Sindical dos Trabajores y Trabajadoras de las Américas - CSA. Viveu na Espanha e Japão onde trabalhou como assistente nas galerias Senda, em Barcelona e Arataniurano, em Tóquio. Atualmente é coordenadora executiva do ICCo. Gabriel Campos – Programador De formação eclética nas Humanidades, passou pelo cinema da FAAP e da EICTV, em Cuba, fez mestrado na Letras da USP e trancou um doutoramento em artes pela Universidade de Lisboa. Trabalha como roteirista de cinema, foi premiado na Itália e no Brasil, com os curtas-metragens Ferroada (2014) e Verão (2011) e com o longa-metragem Madrigal para um Poeta Vivo, ainda visitando festivais por diversas regiões do Brasil e da América Latina. Como expectador e pesquisador diletante, conhece e tem afinidades eletivas com grupos de teatro tão díspares nas suas linguagens como Cemitério de Automóveis e Companhia do Latão. Atualmente, trabalha na finalização de seu mais recente longa-metragem como roteirista e co-diretor, Praia do Silêncio e está buscando recursos para montar um seu primeiro texto dramatúrgico, Billy & Hannah. Mayra Oi Saito – Coordenadora educativa Estudou Artes Visuais na Faculdade de Belas Artes e Letras na Universidade de São Paulo. Trabalha desde 2004 com educação, arte e literatura em instituições de ensino formal e não formal. Trabalhou com mediação de obras em exposições, pesquisa e formação de educadores no Instituto Tomie Ohtake e na Fundação Bienal de São Paulo. Deu aula na Escola da Vila, ALEF-Peretz, Politeia e na Escola indígena Gwyrá Pepó na aldeia Guarani Mbyá de Tenondé Porã em Parelheiros-SP. Coordenou os educativos dos projetos Espaço de Leitura, Espaço de Convivência do Idoso, e Projeto Intergeracional do Fundo Social de São Paulo no Parque da Água Branca. Atualmente coordena o setor Educativo da Casa de Cultura do Parque, participa do projeto Yoga para Todes, que propõe a yoga como caminho de reflexão política e estudo da diversidade e inclusão, coordena o grupo de estudos feministas no Lugar de Ler e compõe a Lótus, coletiva feminista asiática pró-interseccional. Desiree Helissa Casali – Educadora sênior Está envolvida com práticas de arte e educação desde 2012, trabalhando em diversas instituições culturais e coletivos (Memorial da Inclusão, Bienais de São Paulo, exposições e oficinas em SESC’s). Enquanto mulher com deficiência, busca em sua prática refletir sobre os processos de inclusão com base no movimento social das pessoas com deficiência. Tem como foco abordagens que facilitem a compreensão sobre as barreiras atitudinais junto às práticas de mediação e outras vivências, que envolvem o bordado, a arte e a educação, identidade, deslocamento e corpo. Recentemente, atuou como educadora no Espaço de Leitura, projeto idealizado por Tatiana Fraga; é fundadora do Coletivo Filomena, integra o coletivo Feminista Helen Keller e Yoga Para todos Brasil, idealizado por Vanessa Joda. Danilo de Paulo Santos – Designer É formado em Design Gráfico pela Universidade Anhembi Morumbi e dirige o mercurio.studio em São Paulo, colaborando com empresas e eventos nas áreas de cultura e terceiro setor. Co-dirige o ateliê gráficafábrica, abordando investigações gráficas diversas e facilitando oficinas. Selecionado para exposições de design como Bienal Iberoamericana de Diseño – Madrid (2016, 2018), Bienal Brasileira de Design Gráfico (2018) e para mostra coletiva “Como se pronuncia design” em português – Brasil hoje (Lisboa, 2017). Amarilio Junior – Produtor Estudou fotografia no CCA SENAC-SP. Atua como produtor, cenógrafo, designer gráfico e de objetos. Trabalhou como técnico de laboratório e estúdio no CCA SENAC. Foi produtor no Estúdio Milo onde desenvolveu materiais graficos e de cenografia para festivais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e o Museu da Imagem e do Som. Foi assistente de arte na Aba Filmes produzindo cenografia para cinema e publicidade. Foi editor da revista digital 2die4, que circulou em festivais de Barcelona e na FILE - SP. Atualmente faz assistência para artistas plásticos, é produtor cultural da Casa de Cultura do Parque e tem a marca de design de iluminação Gabinete Amarelo. João Augusto Guedes – Coordenador de comunicação É pós-graduando em arquitetura e urbanismo, com graduação na mesma área. Com experiência em gestão de comunicação no campo de artes visuais, atualmente compõe a equipe da Casa de Cultura do Parque nesta área. Atua também como designer gráfico e artista visual no campo de fotografia. Fernando Pereira – Assistente de comunicação Com graduação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tive experiências profissionais em instituições culturais como o Centro Cultural São Paulo (CCSP) e Museu de Arte Assis Chateaubriand (MASP), exercendo as funções de produtor audiovisual e ditorial, assessor de imprensa e social-media. Anteriormente, trabalhei na redação do portal de artes visuais O Beijo, onde colaborei como jornalista e desenvolvi matérias acerca do circuito de artes visuais, cinema e artes cênicas. Também fui colaborador da Revista Vaidapé, publicação independente fundada em 2012. Estefani Passos Rodrigues – Educadora É artista visual, nascida em 1995 em Campinas/SP, e reside hoje em São Paulo. Está cursando Artes Visuais – Bacharelado, na Faculdade Santa Marcelina, onde é cofundadora do coletivo feminista “Roda das Minas”. Escreveu o artigo “Pandemia X Arte e Feminismo”, publicado na PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente, é educadora na Casa de Cultura do Parque como educadora. Lucas Lago Scarabotto - Educador É artista visual, nascido em 2000 em São Paulo, onde reside até hoje. Está se graduando pela Faculdade Santa Marcelina, onde participou da exposição coletiva “Textura Viva” em 2019, e em 2020 fez parte do grupo “Colaboração e Arte Pública na Pandemia” da PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente estagia na Casa de Cultura do Parque como educador, acompanhando nas exposições e auxiliando na produção do material de vídeo e gráfico da casa. Se relaciona com diversas técnicas, desvinculando a ideia de “bordas” onde uma técnica termina e outra começa, e experimentando resoluções de uma técnica em outra. Dariane Lima – Educadora sênior É bacharel em Ciências Sociais na PUC-SP, direcionando sua pesquisa para temas como arte, política, educação e direitos humanos. Apresentou o trabalho de conclusão de curso sobre o tema “Teatro, Política e Educação: Perspectiva do teatro político e da educação como construção da consciência crítica”. Para desenvolver este trabalho pesquisou as companhias de teatro político em São Paulo no período de ditadura militar, realizando entrevistas e levantamento de dados nesse período histórico. Trabalhou no Centro de Documentação e Pesquisa (CEDIC) no projeto Brasil Nunca Mais digital, uma iniciativa que visa catalogar os processos judiciais do Superior Tribunal Militar sobre o período correspondente a tortura política ocorrida no país, no Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT) como pesquisadora responsável do tema relacionado a população em situação de vulnerabilidade social. Clais Ferreira – Coordenadora administrativa Contadora independente com experiência de mais de 20 anos em empresas do ramo de agronegócio, assessoria a assuntos do patrimônio familiar, rotinas de contabilidade, área fiscal e departamento pessoal a empresas comerciais, industriais, prestação de serviços e terceiro setor, assessoramento e representação administrativa a empresas internacionais com operações no Brasil. Integrante do Grupo Mulheres do Brasil participando ativamente nos grupos de empreendedorismo e lutas raciais. Marivaldo Ferreira – Coordenador operacional Com mais de 25 anos de experiência em produção, autodidata, trabalhou com montagem e desmontagem de exposições de arte nas principais galerias de São Paulo, como Galeria Triângulo, Nara Roesler e Jaqueline Martins. Fez a gestão da coleção de arte de Regina Pinho de Almeida e está no Instituto de Cultura Contemporânea – ICCo desde sua fundação, em 2009.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de INSTITUTO DE CULTURA CONTEMPORANEA - ICCO
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| CICLO EXPOSITIVO DA ARTE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA · aprovado em 2020 | R$ 1.081.041,39 |
| Arte e Escola · aprovado em 2024 | R$ 657.775,66 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 2310223. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.