Projeto Reconstruindo o Viver
Apresentado por INSTITUTO JOAO XXIII, de Vitória (ES). Aprovado em 2023, na categoria empreend ações educ-cult/capacitação/treinamento. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “INSTITUTO DAS PRETAS.ORG”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
6 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| Biancogrês Crerâmica | ES | R$ 275.000,00 |
| ELSON S PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA | ES | R$ 88.589,53 |
| Estel Máquinas e Serviços Industriais Ltda | ES | R$ 50.000,00 |
| GM MANUTENCAO INDUSTRIAL LTDA | ES | R$ 50.000,00 |
| REALCAFE SOLUVEL DO BRASIL S A | ES | R$ 38.095,60 |
| DIACO DISTRIBUIDORA DE ACO S/A | ES | R$ 10.800,00 |
O que o projeto diz que faz
O Projeto Reconstruindo o Viver busca dar continuidade à ampliação do acesso a oportunidades culturais,por meio da realização de oficinas de dança, capoeira, violino, violão, teoria musical, canto coral e brincar para crianças e adolescentes; apresentações em organizações parceiras e espaços públicos,realização do espetáculo Sarau da Esperança; capacitação dos educadores sociais para aperfeiçoamento pedagógico de suas práticas artísticas e culturais; atentimento psicossocial e encontros mensais com as famílias dos educandos.
Ficha técnica
O proponente, ou seja, o Instituto João XXIII será responsável pela coordenação geral das atividades e desenvolvimento de todas as atividades propostas no projeto através da contratação de profissionais abaixo especificados, qualificados para execução das ações. A instituição possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos apresentados e executados em parceria com empresas privadas e Fundo da Infância e Adolescência nos mais de 20 anos de atuação. Os principais agentes executores deste projeto para transformação social são: Coordenação de Projetos Sociais: Mônica Giuberti Boiteux de Aguiar. Bacharel em Artes Plásticas; Pós-graduação em Educação Transformadora. Especialista na área de coordenação e gestão de projetos, com expertise em elaboração e gerenciamento de projetos. Finalista do Prêmio Mulheres do Amanhã da Arcelor Mittal em 2019, criadora do projeto Identidade Capixaba, coautora e coordenadora do livro “Mulheres Capixabas Incríveis”, Gestora do Coletivo Criativo Prainha, Gestora do Coletivo VOA e membro do Distrito Criativo Prainha. Este papel lida com a organização e gestão geral das atividades a serem executadas no Projeto, atuando diretamente com todos os profissionais do Instituto em seus diferentes papéis. Auxiliar Pedagógica*: Roberta Lordello Lé Rangel. Licenciatura em Pedagogia com Pós-graduação - Intervenção ABA para Autismo e Deficiência Intelectual – Cursando. Professora de classe na educação infantil, Professora de Educação Especial, apoio escolar para melhoria da educação inclusiva. A Auxiliar Pedagógica é responsável por auxiliar o percurso pedagógico ao longo da execução do projeto, acolher o público no Instituto, dar suporte à equipe pedagógica e dar suporte às atividades de rotina para responder às contingências do dia a dia. * na planiliha está coordenadora pedagógica, mas a função da profissional é auxiliar pedagógica. Como não existia a função, inserimos uma similar. Educadores Sociais: Jairo Hortêncio dos Santos (educador de violão) - Ensino médio Completo e certificação de educador social. Experiência no Projeto CAJUN com Crianças e Adolescentes. Jéssica Vago Sepulcro dos Santos (educadora de dança) - Ensino médio completo e Curso profissionalizante em Danças Urbanas. Experiência como Instrutora da oficina de danças urbanas na Casa da Juventude. Fez parte de um dos principais grupos de danças urbanas do Espírito Santo chamado Movimento Urbano, foi integrante do grupo feminino de Danças Urbanas Conexão Flow, foi integrante e atuou como dançarina e coreógrafa na companhia de dança V. S. D (Vitória Street Dance). Fez parte do grupo Glad Crew, mesclando a dramaturgia, música e a poesia e abordando questões étnicas raciais, história da cultura Hip-hop e suas tradições, identidade brasileira, gêneros, temáticas da atualidade, enfatizando sempre as questões sociais e raciais em forma de expressão artística. Elton de Jesus Santana (educador de capoeira) – Formado em Educação Física Bacharel Pleno com curso de extensão em Educação Social em espaços de convivência para crianças e adolescentes. Experiência em projeto de capoeira como educador social pelo serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para crianças e adolescentes no município de Vitória. Voluntário no Projeto Capoeira na Comunidade, promovendo aulas de capoeira em comunidades vulneráveis do município de Vitória - ES. Leandro Tassi (educador de canto coral) - Bacharel em música e em música sacra. Experiência como Regente do coro da rede Batista de educação, Professor de Música no Centro Cultura Musical de Campos. Desde 2022 educador social de música. Em 2007 iniciou o trabalho como professor de musicalização, canto coral, piano, harmonia, solfejo, percepção, composição e teoria musical. Cursos de Extensão: NEUROCIÊNCIAS APLICADA À EDUCAÇÃO USP, USO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA MÚSICA E NA FORMAÇÃO MUSICAL, MASTERCLASS “MENTAÇÃO, NEUROPLASTICIDADE E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DA MÚSICA”, INTRODUÇÃO EM PEDAGOGIA DE EMERGÊNCIA E PEDAGOGIA DO TRAUMA, HISTÓRIAS TERAPEUTICAS - CRIAR, CONTAR, CURAR, Projeto Educar com Histórias – SP. Julia Bolina (educadora de violino) - Licenciatura em Música pela FAMES (Faculdade de Música do Espírito Santo), ex-aluna de Violino no Instituto João XXIII. Curso de extensão CFM (Curso de Formação Musical) de violino pela FAMES e Curso de extensão CFM (Curso de Formação Musical) de canto lírico pela FAMES. Atuou em Projetos Especiais de Apoio ao Ensino - PEAPEN | FAMES, Monitora/Estagiária em Reforço de violino no Instituto João XXIII, quando aluna. Os educadores sociais executam as atividades na ponta, lidando diretamente com os nossos educandos e transmitindo todo o conhecimento e valor do nosso percurso pedagógico. Coordenação Técnica: Responsável por acompanhar todo o processo para cumprimento do plano de trabalho e suporte na prestação de contas. (contrato PJ). Assistente Administrativo: Pâmela Pereira da Conceição (Bacharel em Administração). Experiência como adolescente aprendiz e estagiária de nível médio e superior. Essa profissional atua nos processos mais burocráticos, como orçamentos, planilhas de acompanhamento dos valores destinados ao projeto, contas a pagar e receber. Psicóloga: Kynlia Simonasse de Azevedo (Graduada em Psicologia, · Pós-graduada em Gestão Estratégica em Recursos Humanos; · Pós-graduada em Terapia Cognitivo Comportamental). Experiência no Centro de Referência da Assistência Social e Centro de Referência para Apoio e Atendimento Educacional. A psicóloga do Instituto João XXIII faz, juntamente com as assistentes sociais, um trabalho diferenciado para atendimento psicossocial, buscando desenvolver as nossas crianças e adolescentes de maneira integral. Assistente Social: Mariana Pereira dos Santos. Formada em Serviço Social, Curso de formação Primeira infância em primeiro Lugar (UNESCO). Desenvolve as funções de realização de ações de proteção social, realização de visitas domiciliares, parcerias que possam promover desenvolvimento profissionais, fortalecimento e aprofundamento com a Rede Socioassistencial e intersetorial do Instituto, entre outras atividades. Elaine Ferraz de Oliveira (Formada em Serviço Social com Especialização em Políticas Sociais; Especialização em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça (UFES) e Especialização em Gestão de Serviços de Saúde com Ênfase em Saúde da Família). Experiência de atuação em projetos socioculturais similares ao Instituto João XXIII, bem como experiências em secretarias municipais. A assistente social do Instituto João XXIII faz, juntamente com a psicóloga, um trabalho diferenciado para atendimento psicossocial, buscando desenvolver as nossas crianças e adolescentes de maneira integral. Além disso, a assistente social busca atender individualmente os casos de maior complexidade, fazendo os devidos encaminhamentos aos equipamentos públicos do território. Analista de Comunicação: Camila Mendes (Bacharel em Publicidade com Mestrado em Comunicação - narrativas transmidiáticas e estudos africanos - e curso de extensão em sociologia do consumo). Experiência INSTITUTO DAS PRETAS.ORG, Grupo Umbrella e Work Experience no Diamond Resorts®, Estados Unidos. Atua na área de comunicação estratégica e Marketing com foco em sustentabilidade, impacto social e diversidade & inclusão. O analista de comunicação presta suporte à gestão de imagem, marca e comunicação do projeto, auxiliando no desenvolvimento de ações de comunicação externa, elaborando e gerindo conteúdos para divulgação do projeto nos diferentes canais. Além disso, contribui para a execução do planejamento de comunicação, prestando apoio nas relações com imprensa e demais partes interessadas.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 230416. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.