25o Festival Amazonas de Opera
Apresentado por AGENCIA AMAZONENSE DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL - AADC, de Manaus (AM). Aprovado em 2023, na categoria ópera. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “60746948000112”BANCO BRADESCO S.A. pagou R$ 1.200.000,00, destacado na lista de quem pagou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
4 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| BANCO BRADESCO S.A. | SP | R$ 1.200.000,00 |
| COMPANHIA DE GAS DO AMAZONAS - CIGAS | AM | R$ 200.000,00 |
| AROSUCO AROMAS E SUCOS LTDA | AM | R$ 200.000,00 |
| ATEM'S DISTRIBUIDORA DE PETROLEO S.A. | AM | R$ 100.000,00 |
O que o projeto diz que faz
A 25ª edição do Festival Amazonas de Ópera (FAO), um dos maiores festivais da América Latina, terá como palco principal, em 2023, o Teatro Amazonas, com apresentações de obras de diversos compositores. A programação terá como produtos: FESTIVAL/MOSTRA com apresentações de óperas, APRESENTAÇÃO MUSICAL com apresentações de recitais e CONTRAPARTIDA SOCIAL com oficina e palestra.
Ficha técnica
EDVAL MACHADO JÚNIOR – COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO Presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural - AADC, graduado em Comunicação Social e Direito, atuando há mais de 15 anos, tem experiência na área empresarial e trabalhista. Como dirigente da instituição nomeado em 04 de junho de 2020, por meio de Decreto do Governo do Estado do Amazonas, o presidente da AADC, atuará por meio de serviço voluntário, sendo o mesmo responsável por todo processo decisório do projeto, realizando análise e direcionamento dos trabalhos desde sua pré-produção até a prestação de contas final. A ata de nomeação do atual diretor da AADC encontra-se anexada aos documentos. LUIZ FERNANDO MALHEIRO –…Ver a ficha técnica completa (10.205 caracteres)
EDVAL MACHADO JÚNIOR – COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO Presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural - AADC, graduado em Comunicação Social e Direito, atuando há mais de 15 anos, tem experiência na área empresarial e trabalhista. Como dirigente da instituição nomeado em 04 de junho de 2020, por meio de Decreto do Governo do Estado do Amazonas, o presidente da AADC, atuará por meio de serviço voluntário, sendo o mesmo responsável por todo processo decisório do projeto, realizando análise e direcionamento dos trabalhos desde sua pré-produção até a prestação de contas final. A ata de nomeação do atual diretor da AADC encontra-se anexada aos documentos. LUIZ FERNANDO MALHEIRO – DIRETOR ARTÍSTICO DO FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA Reconhecido pela crítica como um dos principais nomes da ópera no Brasil, Malheiro tem em seu repertório mais de 60 títulos regidos. É o atual Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Amazonas Filarmônica, diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera (FAO). Foi diretor artístico do Teatro São Pedro de São Paulo e regente titular de sua orquestra e foi diretor de Ópera no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Carlos Gomes: Regente de Ópera (2012, 2011 e 2009) e Universo da ópera/2000, dirigiu no FAO/2005 a primeira montagem brasileira do Anel do Nibelungo de Wagner, recebendo ainda mais dois prêmios: Universo da Ópera e Espetáculo do Ano. Regeu diversas vezes no Festival de Ópera de La Coruña na Espanha e dirigiu concertos e espetáculos frente a Orquestra Sinfônica de Roma, Orquestra Sinfônica de Miami, Orquestra do Teatro Olímpico de Vicenza, Sinfônica de Bari, Orchestra Filarmônica Marchigiana, Orquestra da Ópera Nacional de Sófia, Orquestra Sinfônica de Porto Rico, Orquestra Sinfônica da Galícia e a Orquestra Sinfônica Castilha e Leon, Orquestra do Teatro de Bellas Artes de Bogotá, Orquestra do Teatro de Bellas Artes do México, Filarmônica do México, Teatro Del Libertador de Córdoba na Argentina, Orquestra da Rádio de Bucarest, Orquestra Filarmonica de Malaga, Orquestra da Opera de Atenas, dentre outras. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sinfônica Brasileira, a OSESP, a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais, a Sinfônica do Paraná, a Orquestra Sinfônica da Bahia dentre outras. Gravou Fosca e Maria Tudor de Carlos Gomes em vídeo e CD. Estudou composição com J. Targosz na Polônia e com R. Dionisi na Itália. Estudou regência com T. Colacioppo no Brasil, K. Missona na Polônia e na Itália estudou com Leonard Bernstein em Roma, F. Leitner em Siena e Carlo Maria Giulini em Milão. FLÁVIA FURTADO – DIRETORA GERAL DO FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA Gestora Cultural Diretora de palco (stage manager) Sócia Majoritária da VLAANDEREN PRODUÇÕES CULTURAIS Natural de Volta Redonda-RJ, iniciou seus estudos musicais aos oito anos, com Ana Maria Loureiro e, mais tarde, com Linda Bustani. Foi professora do Conservatório Brasileiro de Música, em Petrópolis-RJ, e em 1995 ingressou no curso de Música da UNIRIO. De 1997 até final de 2000, transferiu-se para Antuérpia (Bélgica) onde é aceita na classe de Heidi Hendrickx. Durante dois anos, foi professora de piano da Muziek School Waarde Beer e apresentou-se em Antuérpia e em Maaseik. Trabalhou durante dois anos no Teatro Municipal do Rio de Janeiro como Assessora Artística e Musical. Em 2003, graduou-se em Comércio Exterior na Universidade Estácio de Sá e, desde então, vem desenvolvendo diversos projetos, unindo experiências em ambas as áreas. Desde 2003 é Produtora Executiva do Festival Amazonas de Ópera, além de participar ativamente dos espetáculos como Diretora de Palco (stage manager). Realizou direção de palco em óperas como a tetralogia de O Anel do Nibelungo; O Barbeiro de Sevilha; Fosca; Condor; Otello; La Gioconda; Sansão e Dalila; Les Troyens; O Diálogo das Carmelitas; Lulu; Parsifal; A Raposa Astuta; Manon Lescaut, entre muitas outras. Como Assistente de Direção Cênica, trabalhou em óperas como Norma; Lady Macbeth de Mtsensk; Condor; Fosca, entre outras. No Theatro Municipal de São Paulo e no Theatro São Pedro (SP), trabalhou nas produções de La Gioconda; Condor; A Tempestade; Olga; A Voz Humana; O Telefone; O Morcego; A Menina das Nuvens; A Valquíria; O Crepúsculo dos Deuses; Orfeu e Eurídice; Werther, entre outras. Em 2006, criou a Vlaanderen Produções Culturais, empresa dedicada a produzir espetáculos profissionais com experiência tanto no aspecto artístico, quanto na execução de cenários e de figurinos, além de toda a logística necessária à produção de grandes espetáculos e festivais. MARCELO DE JESUS – MAESTRO É o diretor dos Corpos Artísticos do Amazonas, maestro titular da Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA), maestro adjunto da Amazonas Filarmônica, maestro adjunto da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica e diretor artístico adjunto do Festival Amazonas de Ópera (FAO). Atuou como pianista na série Vesperais Líricas e como maestro interno nas produções do Theatro Municipal de São Paulo. Trabalhou como pianista e maestro assistente de Luiz Fernando Malheiro, Isaac Karabtchevsky, Karl Martin, Siegfried Köhler, Silvio Barbato, Jamil Maluf, Abel Rocha e Luis Gustavo Petri. No SESC Ipiranga-SP, desenvolveu vários trabalhos da série Pocket-ópera como pianista, maestro assistente e diretor musical, entre eles o NxW com direção de Gerald Thomas. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro desenvolveu os seguintes trabalhos como diretor musical assistente: La traviata com regência de Sílvio Barbato; Candide com regência de Luís Gustavo Petri; escreveu as variações e cadências de La Sonnambula com regência de Luiz Fernando Malheiro e Turandot sob regência de Malheiro. Fez sua estreia com a OCA em 2003 no VII Festival Amazonas de Ópera com a ópera La Cenerentola de Rossini e com essa orquestra participou do II Festival de Inverno do Rio de Janeiro (2004) e da Série Memorial Sinfônico, em São Paulo (2007). Em 2002 foi eleito maestro-revelação pela Revista Bravo! por sua direção musical em Don Giovanni (Mozart). Ainda no FAO regeu La Cenerentola (Rossini), Norma, Stabat Mater, Pierrot Lunaire, Gianni Schicchi, Otello, Zap (Marcelo Tas), Pedro Malazarte, O Barbeiro de Sevilha, A Noite Transfigurada, Canto de Amor e Paz, O Diálogo das Carmelitas, a estreia brasileira de Otello (Rossini), a estreia mundial da ópera Poranduba (Edmundo Villani), a estreia mundial da ópera completa "Yerma" de H. Villa-Lobos. Regeu também a ópera Maroquinhas Fru-Fru, de Ernst Mahle, no concerto inaugural dentro do XII FAO, o concerto Barroca e a ópera Turandot de Puccini no Largo São Sebastião, ao lado do Teatro Amazonas, para um público estimado em trinta mil pessoas. Na ópera da Colômbia regeu O Barbeiro de Sevilha (2005) no Teatro Colon de Bogotá, e Don Giovanni (2006). Marcelo foi premiado pela APCA 2010 – "Melhor Gravação de Música Brasileira" com o cd "Velhas e Novas Cirandas" – Música brasileira para fagote e orquestra, com Fabio Cury, Luiz Fernando Malheiro e Amazonas Filarmônica, regendo o Concerto para Fagote e Orquestra de André Mehmari. Participações recentes como regente convidado incluem concertos com a Orquestra Milano Clássica, Sinfônica de Rosário, Sinfônica de Sergipe, Orquestra do Teatro Nacional Claudio Santoro, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Ópera de Colômbia (Don Pasquale) e Amazonas Filarmônica (integral dos Choros de Villa-Lobos). Graduou-se em piano, composição e regência pela UNESP. Estudou regência com Juan Serrano, Lutero Rodrigues, Ronaldo Bologna, e posteriormente com Karl Martin, composição com H. J. Kollrëuter e Edmundo Villani, piano com Pietro Maranca, Homero Magalhães e na Itália com Carmella Pistillo (Academia Santa Cecília-Roma). OTÁVIO SIMÕES – MAESTRO Natural de São Paulo é Bacharel em Música com habilitação em Regência pela Universidade de São Paulo (USP). Iniciou seus estudos de piano e teoria musical em 1995. Em 1998 ingressou no Coral USP tornando-se, no mesmo ano, regente assistente de Marcia Hentschel. Estudou regência desde 1997 sob orientação do maestro Roberto Tibiriçá. Foi participante do Festival de Inverno de Campos do Jordão/SP nas edições de 1999 e 2003. Na graduação em Música pela USP, estudou com Aylton Escobar, Gilberto Tinetti, Eduardo Monteiro, Mario Ficarelli entre outros. Nos anos de 2004 e 2005 foi regente assistente da Orquestra de Câmara da USP (OCAM), ao lado do maestro Gil Jardim. Em 2008, a convite da Prefeitura do Município de São Bernardo do Campo/SP, ministrou o curso Entendendo a Música Erudita. No universo da ópera, acumula mais de 20 títulos realizados como regente, maestro assistente e diretor de palco. Pelo Theatro Municipal de São Paulo, trabalhou nas óperas Andrea Chénier; A Filha do Regimento; O Chapéu de Palha de Florença; Il Tabarro (série especial das Vesperais Líricas); Ariadne auf Naxos; Dido & Eneas; Colombo; Amelia al Ballo; Le Villi; Sansão & Dalila; Rigoletto; L’Enfant et les Sortilèges; A Valquíria; La Traviata; Idomeneo; Crepúsculo dos Deuses; Pelléas et Mélisande; Violanta e Uma Tragédia Florentina. Pelo Theatro São Pedro da capital paulista, fez a direção musical e regência na adaptação de câmara da ópera Pagliacci, além de trabalhar nas óperas Rigoletto; Norma e Werther. Faz parte do conselho da Associação para Iniciação Musical (AIM) em São Paulo e é diretor musical de seu principal projeto beneficente, Quem Canta Ajuda Criança, já realizado em três edições (2010-2012). Pelo Festival Amazonas de Ópera, regeu as óperas Ballo in Maschera, O Morcego, Manon Lescaut e Onheama. Dentro da série Guaraná X (2013-2014) no Teatro Amazonas, dirigiu mais de 30 obras sinfônicas, entre elas: The Planets; A Sagração da Primavera; Young Person’s Guide to the Orchestra; Sinfonia n.5 (Shostakovich); Gloria (Poulenc); Te Deum (Dvoák); Concerto Grosso n.1 (Schnittke). É autor de mais de 200 arranjos, transcrições, orquestrações e adaptações musicais diversas – entre elas, a orquestração do Hino Municipal de Manaus, de Nicolino Milano. Desde fevereiro de 2013, Otávio Simões é maestro assistente da Amazonas Filarmônica e da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de AGENCIA AMAZONENSE DE DESENVOLVIMENTO CULTURAL - AADC
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| FESTA DOS VISITANTES DO FESTIVAL DE PARINTINS 2026 · aprovado em 2025 | R$ 1.900.000,00 |
| Festa dos Visitantes do Festival de Parintins 2025 · aprovado em 2025 | R$ 1.900.000,00 |
| CORPO DE DANÇA DO AMAZONAS - AMAZÔNIA EM MOVIMENTO · aprovado em 2024 | R$ 741.225,00 |
| Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro - PLANO BIANUAL · aprovado em 2024 | R$ 100.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 230172. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.