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Armadilha Para Capturar Sonhos – a Obra de Siron Franco, e o olhar do Colecionador

Apresentado por EMPORIO EMPREENDIMENTO ARTISTICOS E CULTURAIS LTDA, de Rio de Janeiro (SP). Aprovado em 2022, na categoria exposição de artes visuais. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “GAIA+Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 800.000,00recebeu dinheiro em 2023.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.123.355,23o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/06/2023 a 31/12/2023.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
Santerder Brasil Administradora de Consórcio Ltda.SPR$ 800.000,00

O que o projeto diz que faz

O projeto consiste na exposição do trabalho do grande artista Siron Franco, onde serão exibidas 62 pinturas e instalação multimídia, desse artista brasileiro de grande percurso, relevância e atualidade. Este recorte expositivo aborda,a partir de uma importante coleção, uma visão retrospectiva da obra do artista goiano Siron Franco, referência na arte brasileira do século XX e XXI. Siron Franco é um artista muito conhecido e querido no estado, o que deve determinar uma frequência de público bastante alta. A linha curatorial trafega por nove núcleos conceituais, alinhavando um conceito expográfico que pontua um conjunto de até 62 pinturas e 1 AV work.

Ficha técnica

Curador – Gabriel Pérez-Barreiro Curador convidado - Cauê Alves Colecionador - Justo Werlang Direção Geral do Projeto – Emilio Kalil Coordenação e Produção Executiva – Robson Bento Outeiro Coordenação financeira - Patricia Telles Cauê Alves é doutor em Estética e Filosofia da Arte e desde 2020 curador-chefe do MAM São Paulo. Professor do Departamento de Artes da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da PUC-SP, onde também foi coordenador do curso de Arte: História, Crítica e Curadoria. Durante 11 anos, também foi professor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Gabriel Pérez-Barreiro é curador e historiador de arte. Foi diretor e curador chefe da Patricia Phelps de Cisneros Collection, em Nova York e Caracas (2008–2018), sendo atualmente seu assessor sênior. Foi Curador Geral da 33ª Bienal de São Paulo (2018), e da representação brasileira da 58ª Bienal de Veneza (2019). Em 2007 foi Curador Geral da 6ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre. De 2002 à 2008 foi curador de arte latino-americano no Blanton Museum of Art, da University of Texas at Austin (Estados Unidos). É doutor em história e teoria da arte pela Essex University (Reino Unido), e mestre em história da arte - estudos latino-americanos pela Aberdeen University (Escócia). De 2000 a 2002 foi diretor de artes visuais da Americas Society em Nova York. É professor visitante na Universidad de Navarra (Espanha). Justo Werlang, graduado em Administração de Empresas pela PUC-RS (1977) e em Direito pela UFRGS (1978), completou os créditos do Mestrado em Administração na COPPE-AD UFRJ (1980). Empresário, é sócio da G. A. Werlang Gestão e Ambiente Ltda, atuando na gestão do Projeto Ambiental Gaia Village em desenvolvimento sustentável – Garopaba/SC. Foi Diretor Presidente da Fundação Iberê Camargo (2016/20); Diretor Vice-Presidente das 29ª, 30ª, 31ª e 32ª edições da Bienal de São Paulo (2009/16); Diretor da 33ª Bienal de São Paulo (2017/18; Vice-presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (1997/2006). Participou da criação da Fundação Bienal Mercosul (1995), sendo Presidente das 1ª e 6ª edições, Vice-Presidente das 4ª e 5ª edições. Participou da criação da Fundação Iberê Camargo (1995/2008). Foi membro do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre; do Conselho do MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul; Presidente de sua Associação de Amigos. Participou da criação da Cooperativa de Consumo de Produtos Agroecológicos COOLMEIA (1977/78), tendo sido seu primeiro Diretor Presidente. É membro do Conselho Fiscal da Fundação Gaia. Natural de Bagé, Emilio Kalil é jornalista formado pela PUCRS. Foi diretor do Grupo Corpo (1978 a 88); diretor do Teatro Municipal de São Paulo e do Rio de Janeiro; produtor e diretor de eventos paralelos da Bienal de SP; produtor do Brasil 500 anos; secretário municipal de Cultura do Rio de Janeiro e presidente da Fundação Cidade das Artes. Assumiu a Fundação Iberê em 2018. Diretor da Empório Empreendimento Artísticos e Culturais, Robson Bento Outeiro atuou em diversos projetos de relevância nacional e internacional, entre os quais, como coordenador de cenografia e eventos paralelos na Associação Brasil 500 Anos e como gerentes de projetos das itinerâncias da Mostra do Redescobrimento: Brasil + 500. A partir de 2001, assumiu a coordenação executiva da Brasil Connects Cultura em projetos expositivos na Argentina, no Chile, nos Estados Unidos, no Reino Unido e em Veneza - Itália. De 2007 a 2010, respondeu pela área de Gestão e Direção Cultural e de Novos Projetos, do Instituto Sangari, em parceria com AMNH – American Museum of Nature History. Foi responsável, ainda, pela coordenação executiva e direção artística da exposição Brasília 50 Anos – Meio Século da Capital do Brasil, apresentada no Ministério de Vivendas em Madri, com remontagem em Lisboa, Brasília, Buenos Aires e em Santiago do Chile. Entre os anos de 2011 e 2012, atuou na assessoria especial da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, acumulando também a coordenação de artes visuais, dos centros culturais e de museus da cidade. De 2012 a 2016, foi diretor executivo da Fundação Cidade das Artes, ficando responsável pelo planejamento estratégico de reposicionamento da instituição. Em 2015, foi selecionado pelo Ministério da Cultura da França para atender ao programa Séjour Culture Arts Vivants – Courants du Monde. De volta ao Brasil, assumiu a coordenação executiva da Semana de Arte de São Paulo. No biênio 2020 e 2021, idealizou e assinou a direção artística de duas obras digitais: Programa de arte-educação Oficinas Fibralab, prêmio Aberj 2021 na categoria mídia audiovisual; e o projeto de memória e patrimônio imaterial “A Nação Efon – Religiosidade e Fé”, disponível no canal @aseolorokepantanal.com. Atualmente, responde pela superintendência executiva da Fundação Iberê, criada em 1995, com a missão de preservar, estudar e divulgar a obra de Iberê Camargo e presta consultoria em gestão cultural para o Instituto CMPC, em Guaíba, além de fazer parte do Conselho do Pacto pela Educação, um movimento colaborativo, que tem como missão executar projetos, inspirar, mobilizar e conectar pessoas e ideias que possam transformar a educação no Rio Grande do Sul [Pacto pela Educação ganha conselho da sociedade - Pacto pela Educação (pactopelaeducacao.org)] Natural do Rio de Janeiro, Patricia Telles iniciou sua carreira de produção culturaL em 1996 no Theatro Municipal. Trabalhando diretamente no setor de produção EXECUTIVA participando das montagens de grandes espetáculos de : Ballet – “O Quebra Nozes”, “Coppélia”, “O Lago dos Cisnes”; Ópera - “La Bohème”, “Ainda”, “O Barbeiro de Sevilha”, “Ariadne auf Naxus”, “Eugène Oneguine”, “Porgy and Bess”, “Don Pasquale”, “Carmen”; alem de concertos e eventos de outros produtores Em 2013, foi Coordenadora responsável pela companhia de dança El Paso, que funcionou por 3 anos diariamente. com ensaios e espetáculos no final de cada semestre. A partir de 2017 dedicou sua carreira a especialização financeira e de Leis de Incentivo, onde atraves esteve a frente por 12 anos como diretora financeira e de Leis de Incentivo do teatro Riachuelo, alem de diversos projetos que foi responsável pela execução financeira e prestação de contas. Tendo em média em seu portfólio mais de 30 projetos gerenciados e coordenados em todas as etapas financeiras e prestação de contas.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 223099. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.