lei rouanet · artes visuais · projeto 220827

Bienal das Amazônias Sobre as Águas

Apresentado por PAROLE VITA PRODUCOES LTDA, de Belém (PA). Aprovado em 2022, na categoria exposição cultural / artística. Situação: iniciado prazo para apresentar prestação de contas.

onde aparece “MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIROCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 4.669.700,00recebeu dinheiro em 2023.
Autorizado pelo MinistérioR$ 4.669.700,00o máximo que o projeto pode levantar. Período: 03/04/2023 a 31/05/2026.

Quem pagou

2 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
NU FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOSPR$ 3.170.292,40
VALE S.A.RJR$ 1.499.407,60

O que o projeto diz que faz

Bienal das Amazônias Sobre as Águas, trata-se de barco/obra que fará itinerância de exposição coletiva de arte e programa educativo (contrapartida social) por cidades que ficam às margens dos Rios Pará, Amazonas, Madeira, Purus e Tocantins na Amazônia brasileira, ampliando e democratizando o acesso aos bens culturais, por meio da arte contemporânea, de maneira totalmente gratuita.

Ficha técnica

Parole Vita atua diretamente com a producão executiva de projetos na Amazônia desde 2019. Junto a Apneia Cultura e literatura Ltda. atua na producão executiva do projeto Bienal das Amazônias. Neste projeto fará a execução contábil e executiva junto a Apneia Cultura e Literatura Ltda. PRODUÇÃO EXECUTIVA Mestre em Artes, pela Universidade Federal do Pará, onde desenvolveu pesquisa sobre políticas públicas para a cultura no norte do Brasil, a paraense Lívia Condurú Sampaio atua, há quase duas décadas, como produtora cultural na Amazônia, elaborando e desenvolvendo ações socioculturais e em comunicação para e em parceria com as empresas Itaú Cultural, Estúdio Madalena, Mercado Livre, Vivo, Claro, Hydro, Vale, MRN, Fundo Vale e Natura. É produtora executiva da Bienal das Amazônias. * Freddy Mamani Silvestre (Catavi, departamento de La Paz, Bolívia, 1 de novembro de 1971) é um engenheiro, pedreiro e arquiteto autodidata boliviano, reconhecido por seu trabalho conhecido como Nova arquitetura andina ou Arquitetura Transformer, com mais de 60 projetos construídos na cidade boliviana de El Alto e com obras em diversos museus pelo mundo. Mamani nasceu numa pequena comunidade aimará chamada Catavi, localizada no cantão Konani, no município de Sica Sica da província de Aroma, do departamento de La Paz. Começou a trabalhar com 1 ano, como assistente de pedreiro. Em 1986 realizou seus estudos na Faculdade Tecnológica de Construções Civis na Universidade Maior de San Andrés. Depois, cursou a carreira de Engenharia Civil na Universidade Boliviana de Informática (UBI). É reconhecido a nível intenacional por seu estilo denominado cholet. Freddy Namani é chamado de o "rei da arquitetura nos Andes", e chama a atenção por ser precursor e criador do estilo neo-andino. Seu trabalho tem o objetivo de colorir as ruas “monocromáticas” de El Alto, cidade que teve sua expansão com a construção de edifícios a partir de tijolos de barro tradicionais, em cores neutras, e habitada majoritáriamente por habitantes que migraram de áreas rurais * A Diretora Artística da Bienal das Amazônias Yasmina reggad - É cocuradora com Sam Bardaouil e Till Fellrath do Pavilhão Francês na 59ª Bienal de Veneza, em 2022. É curadora independente, escritora, pesquisadora e artista performática. Trabalha em Bruxelas, Bélgica. Possui mestrado em História Medieval pela Universidade Sorbonne. Yasmina cofundou e atualmente é curadora da ária (residência artística em Algiers). Já trabalhou na Delfina Foundation e Art Dubai Projects. * CURADORAS Flavya Mutran Atua no campo da Arte e Comunicação desde 1989. É Doutora em Artes Visuais pelo Programa de Pós-graduação do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde também fez Mestrado (2011) na linha de pesquisa sobre Meios e Processos de Criação em Poéticas Visuais, com pesquisa sobre novas tecnologias e processos tradicionais de Fotografia e Imagem, como Bolsista CAPES. Possui obras nos acervos da Coleção Pirelli/MASP, na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, na Coleção Joaquim Paiva do MAM-RJ, no MARGS e MAC-RS, na coleção de Fotografia Contemporânea Paraense do Museu de Arte Contemporânea do Pará. Já participou de exposições coletivas, salões de arte, concursos nacionais e internacionais de fotografia no Brasil e no exterior. * Keyna Eleison Atual diretora artística do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Keyna é curadora. Pesquisadora, herdeira Griot e xamãnica, narradora, cantora, cronista ancestral. Mestre em História da Arte e especialista em História da Arte e da Arquitetura pela PUC – Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e bacharel em Filosofia pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Membro da Comissão da Herança Africana para laureamento da região do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial (UNESCO). Curadora da 10ª Bienal Internacional de Arte SIART, na Bolivia. * Sandra Benites Curadora adjunta do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). É a primeira curadora indígena contratada por uma instituição de arte no Brasil. Educadora, pesquisadora, curadora. É descendente do povo Guarani. Formada em Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 2017, é mestre em Antropologia Social pelo programa de Pós-gradução do Museu Nacional e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pesquisa focada na educação indígena à partir da perspectiva da mulher Guarani e intitulada Viver na língua Guarani Nhandeva (mulher falando). * Vania Leal Graduada em Artes Plástica, Especialista em História da Arte, Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Coordena a Curadoria Educacional do Projeto Arte Pará desde 2007. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado de júris de seleção e premiação e organizações de salões como o 9º Salão de Arte Contemporânea SESC Amapá em 2013, Salão UNAMA de Pequenos Formatos, da Curadoria da individual de Flavya Mutran, Odair Mindelo e Elciclei Araújo no Edital do Banco da Amazônia, e curadora de mapeamento da região norte no Projeto Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais, Edição de 2011/2012/2013. Foi Avaliadora da Edição Rumos Itaú Cultural Edição de 2015/2016 e membro da Comissão de seleção da Edição de 2019/2020. Vive e trabalha em Belém do Pará. ARQUITETA RESPONSÁVEL PELO PROJETO EXPOGRÁFICO Juliana Prado Godoy Juliana Prado Godoy, formou-se em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Mackenzie e desenvolve projetos em diversas linguagens visuais como expografia, direção de arte, cenografia e design. Entre seus trabalhos recentes estão os projetos das exposições Helio Oiticica: A dança na minha experiência e Fayga Ostrower: Pedagogias do avesso, no MAM Rio de Janeiro; Cruz-Diez: A liberdade da cor, no Espaço Cultural Porto Seguro; Irradiações - Fábio Penteado, na Casa da Aquitectura, em Portugal; Ocupação Gregori Warchavchic e Chiquinha Gonzaga, no Instituto Itaú Cultural. Como colaboradora atuou em projetos como a 32a Bienal de Arte de São Paulo, X Bienal de Arquitetura, 30 anos do Itaú Cultural na Oca, entre outros. Atualmente, está responsável por desenvolver os projetos expográficos da nova gestão do MAM Rio de Janeiro.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 220827. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.