Curadoria, conservação e recuperação de acervos arqueológicos do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba
Apresentado por Fundação de Apoio Universitário (FAU), de Uberlândia (MG). Aprovado em 2022, na categoria preservação de patrimônio material. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
onde aparece “06981180000116”CEMIG DISTRIBUICAO S.A pagou R$ 218.861,32, destacado na lista de quem pagou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
7 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| CEMIG DISTRIBUICAO S.A | MG | R$ 218.861,32 |
| CEMIG GERACAO E TRANSMISSAO S.A | MG | R$ 601.728,35 |
| COMPANHIA ENERGETICA MIRANDA | SC | R$ 330.000,00 |
| ENGIE BRASIL ENERGIA S.A. | SC | R$ 200.000,00 |
| COMPANHIA ENERGETICA ESTREITO | SC | R$ 152.000,00 |
| NOVO ESTADO TRANSMISSORA DE ENERGIA S.A. | SC | R$ 100.000,00 |
| COMPANHIA ENERGETICA JAGUARA | SC | R$ 30.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto cultural tem o propósito de desenvolver ações de diagnóstico do estado de conservação dos acervos e seu acondicionamento, conservação e recuperação destes, bem como inventários das coleções e curadoria. Os acervos arqueológicos do projeto supracitado são provenientes dos resgates realizados na bacia do rio Araguari entre as décadas de 1980-90 por conta da implantação das Usinas Hidrelétricas Miranda e Nova Ponte. Inclui também a reforma de prédio para abrigar estes acervos, que será aberto à comunidade, como forma de fomentar e instigar a curiosidade em torno das investigações arqueológicas e a história remota da região.
Ficha técnica
FUNDAÇÃO DE APOIO UNIVERSITÁRIO - FAU Função: Coordenação do projeto cultural A Fundação de Apoio Universitário – FAU, é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, instituída em 20/12/1982 por servidores da Universidade Federal de Uberlândia – UFU, com intuito de aprimorar e otimizar a gestão de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e de desenvolvimento institucional. Com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, atua como escritório de projetos viabilizando o desenvolvimento de parcerias com o setor público e privado utilizando-se do conhecimento e expertise de suas instituições apoiadas, atuando, ainda, na transferência de tecnologia, viabilizando a…Ver a ficha técnica completa (7.720 caracteres)
FUNDAÇÃO DE APOIO UNIVERSITÁRIO - FAU Função: Coordenação do projeto cultural A Fundação de Apoio Universitário – FAU, é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, instituída em 20/12/1982 por servidores da Universidade Federal de Uberlândia – UFU, com intuito de aprimorar e otimizar a gestão de projetos de pesquisa, ensino, extensão, inovação e de desenvolvimento institucional. Com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, atua como escritório de projetos viabilizando o desenvolvimento de parcerias com o setor público e privado utilizando-se do conhecimento e expertise de suas instituições apoiadas, atuando, ainda, na transferência de tecnologia, viabilizando a inserção, na comunidade externa, do resultado de pesquisas e desenvolvimentos tecnológicos realizados no âmbito de suas instituições. CURRICULO Entre seus objetivos está a gestão de projetos de pesquisas, estudos, consultorias e prestação de serviços; gestão e captação de congressos, seminários, simpósios e outros eventos similares; promoção e incentivo das artes e da cultura; entre outros. Segue abaixo a comprovação da capacidade de gestão cultural do proponente, conforme resumo das atividades culturais realizadas nos últimos anos, assim como ficha técnica dos profissionais especialistas envolvidos neste projeto cultural. MIMU Festival O Movimento Internacional de Música de Uberlândia (MIMU), realizado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com o apoio da Fundação de Apoio Universitário, foi realizado entre os dias 16 e 30 de julho de 2011. Contou com a participação de 400 professores e alunos de música de 20 nacionalidades, com oferta de palestras e apresentações em Uberlândia, incluindo concertos orquestrais, de banda, música de câmara e solistas. Os concertos, com entrada franca, incluíram música clássica, popular e uma grande variedade de estilos musicais. ENESCPOP Apoio ao IV ENESCPOP – Encontro Nacional de Educação, Saúde e Cultura Populares, com o tema “Conquistas históricas e novos saberes”, que aconteceu nos dias 13 e 14 de agosto de 2010 na UFU/Uberlândia. A proposta do encontro é socializar conhecimentos e ampliar a participação popular dos movimentos sociais em consonância com o ensino, a pesquisa e a extensão. Este evento, realizado a cada dois anos, constitui-se como uma oportunidade de troca, de vivência e de construção de saberes de sujeitos das comunidades interna e externa a UFU, visando à construção de uma sociedade inclusiva. Prêmio Inovação UFU 4.0 Participação no Prêmio Inovação UFU 4.0, que conta com 3 categorias de projetos: Acessibilidade, Sustentabilidade e Tecnologias de Aprendizagem, também concedendo Menção Honrosa entre as três categorias. Esta premiação tem como finalidade apresentar à sociedade e a toda comunidade universitária o que a UFU está desenvolvendo para efetivação da cultura 4.0, bem como estimular o trabalho em equipe multidisciplinar, a criação de negócios, processos, produtos, serviços, soluções inovadoras de impacto social e econômico e, assim, promover o envolvimento da academia com esta nova visão de mundo. O Prêmio é promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propp), através da Diretoria de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agência Intelecto), a partir de uma parceria com a FAU e com a Diretoria de Comunicação Social (Dirco). Equipe técnica especializada a participar do projeto cultural: Para o desenvolvimento do projeto será disponibilizada uma equipe técnica encarregada pelo planejamento, execução e avaliação das ações, constituída por profissionais com experiência de atuação em curadoria de acervos arqueológicos e em formação e capacitação de pessoal, garantindo, assim, a qualidade dos serviços executados. A participação da equipe que compõe o trabalho na execução do projeto deverá ocorrer em todas as fases já apresentadas anteriormente, trabalhando de forma integrada. ROBSON RODRIGUES Função: Coordenação Geral, ficará responsável pelas atividades científicas, técnicas e operacionais. Doutor, Arqueólogo, graduado em Ciências Sociais pela Faculdade de Ciências e Letras (FCLAr) da UNESP-Universidade Estadual Paulista (1995), fez pós-graduação lato sensu (especialização) em Etnologia Indígena no CEPEL-Centro de Estudos e Pesquisas do Litoral da UNESP (1997), mestrado em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP-Universidade de São Paulo (2001), doutorado em Arqueologia no MAE-USP (2007) e pós-doutorado em Antropologia junto ao Departamento de Antropologia, Política e Filosofia da FCLAr-UNESP (2011). Atualmente é pesquisador e pós-doutorando do Instituto de Ciências Sociais-INCIS da Universidade Federal de Uberlândia-UFU e vice-lider do Grupo de Pesquisa CNPq: Grupo de Estudos e Pesquisas em Arqueologia, Etnologia e História Indígena. GEPAEHI/INCIS/UFU. Tem experiência na área de Arqueologia, com ênfase em Etnologia Indígena e Antropologia, atuando principalmente em: estudos etnoarqueológicos em territórios indígenas, prospecção e pesquisa exploratória de sítios arqueológicos, tecnologia cerâmica, teoria arqueológica, Arqueologia em terras indígenas, musealização do patrimônio arqueológico e educação patrimonial. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/0068480121184829. MARCEL MANO Função: Coordenação Geral (apoio) Doutor, Antropólogo, bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Paulista (1990), mestre em Antropologia pela Universidade de São Paulo (1996) e doutor em Antropologia pela Universidade Estadual de Campinas (2006), é professor associado dos Programas de Pós-Graduação em Ciências Sociais – PPGCS/INCIS e Programa de Pós-Graduação em História PPGHI/INHIS da Universidade Federal de Uberlândia onde desenvolve e orienta pesquisas na interface das relações entre Antropologia, Arqueologia e História. É consultor ad hoc da Capes, membro de Conselhos Editoriais de revistas nas áreas de Antropologia e Ciências Sociais, coordenador do GEPAEHI e foi supervisor do Curso de Especialização em Histórias e Culturas dos Povos Indígenas vinculado ao SISFOR/MEC/Formação SECADI. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/2964635188776824. AURELINO JOSÉ FERREIRO FILHO Função: Coordenação Geral (apoio) Doutor, Historiador, graduado, mestrado e doutorado em História social pela Universidade Pontifícia Católica de São Paulo – PUC SP; pós doutorando no Instituto de Ciências Sociais – INCIS UFU, com atividades complementares de estudo desenvolvidas no MAE/USP. Professor Associado do Instituto de Ciências Humanas – ICH da Universidade Federal de Uberlândia – UFU, membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Antropologia, Arqueologia e História indígena – GEPAHI PPG INCIS UFU e do Laboratório de Patrimônio, Memórias e Identidades – LAPAMI ICH UFU. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/1031192975749323. CAMILA MORAES WICHERS Função: Consultoria especializada Ad Hoc, ficará responsável pelas atividades científicas. Parte considerável de suas pesquisas aborda os processos de identificação e preservação do patrimônio cultural e arqueológico, destacando-se o diálogo com a Sociomuseologia/ Museologia Social. NATÁLIA DE OLIVEIRA Função: Coordenação Executiva em laboratório. Atua como técnica em arqueologia, curadora de acervos e educadora patrimonial. Tem experiência na área de Antropologia, Arqueologia e Educação Patrimonial. DÉBORA SIMÕES Função: Técnica especialista. Atua como técnica em arqueologia e curadora de acervos. Tem experiência na área de Educação Patrimonial e Curadoria de Acervos Arqueológicos. GABRIEL ASNIS Função: Técnico especialista. Possui conhecimento em História, Arqueologia e Antropologia, áreas em que desenvolve pesquisas acadêmicas e profissionais.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 220789. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.