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Museu Marítimo do Brasil - Fase 2: Projeto Executivo de Arquitetura

Apresentado por FUNDACAO DE ESTUDOS DO MAR, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2022, na categoria projetos executivos para bens imóveis tombados. Situação: projeto em execução - encerrado prazo de captação.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 8.602.949,45recebeu dinheiro em 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 10.417.870,58o máximo que o projeto pode levantar. Período: 15/03/2023 a 31/03/2027.

Quem pagou

11 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 3 pessoas físicas deram R$ 500,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
Empresa Gerencial de Projetos NavaisACR$ 4.470.000,00
REPSOL SINOPEC BRASIL SARJR$ 2.950.000,00
WILSON SONS SERVICOS MARITIMOS LTDARJR$ 426.476,00
NORSUL CARGO NAVEGAÇÃO SARJR$ 230.000,00
Cia. de Navegação NorsulRJR$ 200.000,00
TECON Rio Grande S.ARSR$ 160.000,00
IMETAME METALMECANICA LTDAESR$ 155.973,45
LIVING CONSULTORIA E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS LTDA - EPPRJR$ 10.000,00

O que o projeto diz que faz

O projeto dará continuidade às ações de criação e construção do Museu Marítimo do Brasil - primeiro museu marítimo público do país - promovendo a elaboração do Projeto Executivo de Arquitetura, documento que viabilizará a construção das novas edificações e a revitalização do Espaço Cultural da Marinha, localizado no Centro do Rio de Janeiro.

Ficha técnica

Coordenação geral: Fundação Estudos do Mar (FEMAR) – ProponenteA Fundação foi instituída em 31 de maio de 1966 pelo Clube Naval, representado pelo seu Presidente, Almirante de Esquadra JOSÉ SANTOS DE SALDANHA DA GAMA e outras organizações ligadas ao mar como a Petróleo Brasileiro S.A., a Comissão de Marinha Mercante (CMM), Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis (DNPVN), Sindicato Nacional da Industria de Construção Naval (SINAVAL), Sindicato das Empresas de Navegação Marítima (SYNDARMA), Serviço Social da Industria (SESI), Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN). Esses Instituidores visavam promover estudos, pesquisas, cursos, seminários e outras atividades congêneres para a…Ver a ficha técnica completa (10.919 caracteres)

Coordenação geral: Fundação Estudos do Mar (FEMAR) – ProponenteA Fundação foi instituída em 31 de maio de 1966 pelo Clube Naval, representado pelo seu Presidente, Almirante de Esquadra JOSÉ SANTOS DE SALDANHA DA GAMA e outras organizações ligadas ao mar como a Petróleo Brasileiro S.A., a Comissão de Marinha Mercante (CMM), Departamento Nacional de Portos e Vias Navegáveis (DNPVN), Sindicato Nacional da Industria de Construção Naval (SINAVAL), Sindicato das Empresas de Navegação Marítima (SYNDARMA), Serviço Social da Industria (SESI), Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN). Esses Instituidores visavam promover estudos, pesquisas, cursos, seminários e outras atividades congêneres para a formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoas que exercem atividades pertinentes ao mar. Desde então a FEMAR, proporciona, financia ou canaliza recursos, através de convênios, contratos ou iniciativas próprias para a realização de pesquisas, edição de publicações, desenvolvimento de projetos, planos, programas, cursos, estudos e assistência técnica relacionados com a difusão de conhecimentos afins, todos inerentes ao meio marítimo. Em resumo, desde sua origem a FEMAR canalizou a sua atuação para a disseminação da mentalidade marítima por meio do conhecimento. A partir do ano 2000, passou a atuar também em projetos com a Marinha do Brasil relacionados à pesquisa e extensão. Em 26 de abril de 2011, a Fundação foi credenciada no MEC como Fundação de Apoio ao Núcleo de Inovação Tecnológica da Marinha do Brasil (NIT – MB) obtendo respaldo institucional para a gestão de projetos de pesquisa na Marinha do Brasil. Como Entidade, é pessoa jurídica de direito privado, dotada de autonomia patrimonial, administrativa e financeira com fins não-lucrativos e regida por seu Estatuto, pelo Regimento Interno e pelas disposições legais aplicáveis, incluídas aquelas emanadas da Promotoria de Justiça de Fundações do Rio de Janeiro. Em face de seus objetivos, a FEMAR é considerada como Organização de Utilidade Pública Federal (Decreto n° 87.122 de 24 de setembro de 1982) e Estadual (Lei n° 1252 de 5 de janeiro de 1967). Além das atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, a Fundação desenvolve um Programa de Responsabilidade Social (PRS). Por sua vez, o PRS está baseado no Projeto Escola no Mar (PROEMAR) e no Projeto de Gratuidade de Cursos (PGC). Esses projetos, de cunho Social, tem forte apelo cultural em sua gênese como veremos mais adiante. A Fundação realiza também outras ações de impacto no campo da cultura como seminários, encontros, palestras e lançamento de livros. Almirante de Esquadra (Refº) AIRTON TEIXEIRA PINHO FILHO, Presidente da Fundação de Estudos do Mar – FEMARFormado pela Escola Naval - EN e aperfeiçoado em Comunicações pelo Centro de Instrução Almirante Wadenkolk - CIAW. Realizou os cursos Básico e de Comando e Estado-Maior, ambos na Escola de Guerra Naval - EGN. Realizou o Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia na Escola Superior de Guerra - ESG. Exerceu diversos cargos e comandos ao longo de sua carreira na Marinha do Brasil culminando com a Chefia do Estado-Maior da Armada. Após a sua passagem para a reserva, foi eleito e assumiu, em 2017, a presidência da Fundação de Estudos do Mar – FEMAR cargo que atualmente ocupa. Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha – Parceria para direção técnica do projeto Sediada no Rio de Janeiro e sob a direção do Vice-Almirante José Carlos Mathias, a DPHDM é responsável por promover estudos e pesquisas, consolidar e publicar documentação relativa à cultura marítima, conservar o patrimônio histórico e cultural da Marinha, promover intercâmbios com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, envolvidas com a história e a cultura marítima. Sob sua administração estão a Biblioteca da Marinha, o Arquivo da Marinha, o Museu Naval, a Ilha Fiscal, o Espaço Cultural da Marinha, os navios-museus Bauru e Laurindo Pitta, o submarino-museu Riachuelo, o carro de combate Cascavel e o helicóptero-museu Sea King. Vice-Almirante José Carlos Mathias (Diretor da DPHDM), Dirigente da instituição parceira do projeto e supervisão geral das atividades culturais Formado pela Escola Naval fez aperfeiçoamento de Armamento para Oficiais – Centro de Instrução Almirante Wandenkolk. Também fez curso no Comando de Estado-Maior, na Escola de Guerra Naval e na Escola de Altos Estudos em Política e Estratégia, este realizado na Escola Superior de Guerra. Possui MBA em Planejamento e Gestão Estratégica – Fundação Getulio Vargas. É diretor da DPHDM desde 2016. Coordenação do produção: Edina Laura Costa Nogueira da GamaÉ oficial da reserva da Marinha do Brasil (MB), licenciada em Bacharel em História pela Universidade Santa Úrsula (1976/1979), e Especialista em História Militar Brasileira – Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO) 2000/2002. Formação complementar: Módulo de Conservação, Restauração e Microrreprodução de Acervos Bibliográficos e Documentais – Fundação Biblioteca Nacional (2000); Assessora Técnica de Projetos da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM). Atuação profissional: Diretoria de Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, DPHDM, Brasil, Assessor técnico para projetos; Atividades fins da Diretoria de Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha- DPHDM e História Marítima- Naval Brasileira (2009 – atual); Serviço de Documentação da Marinha, Ajudante do Departamento de História Marítima; Chefe do Departamento de História Marítima; Encarregada da Divisão de História Naval e Marítima; Chefe do Departamento de História Marítima (interinamente); Chefe do Departamento de História Marítima; Chefe de Publicações e Divulgação; Superintendente de Documentação; Superintendente de Museus; Chefe do Departamento de Museus (1988-2009); Fundação Vitae – Projeto de Registro, higienização e acondicionamento do acervo da Reserva Técnica do Museu Naval – Ilha Fiscal (2003/2005); Projeto de Registro de Tratamento Técnico da Informação do Acervo Museológico do Museu Naval (2004/2005); Projeto de Registro, higienização e acondicionamento do acervo da Reserva Técnica do Museu Naval II – Ilha Fiscal (2004/2006) Programa Caixa de Adoção a Entidades Culturais: Projeto de Tratamento Técnico do Acervo Museológico do Serviço de Documentação da Marinha – agosto de 2007 a agosto de 2008. Curadoria: Paulo Knauss de MendonçaÉ licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde também obteve o título de doutorado em História, depois de realizar o mestrado em História na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ter sido bolsista do DAAD na Universidade de Freiburg . i. B., na Alemanha. Fez, ainda, estudos de pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo, França, no campo da história cultural das relações internacionais. É professor de Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde atua também no Programa de Pós-Graduação em História. Como pesquisador dedica-se especialmente ao estudo das relações entre Memória e História, assim como ao campo da História da Imagem e da Arte. É autor de inúmeros ensaios publicados em revistas e livros sobre Historiografia e Teoria da História, História Urbana, História da Imagem, História do Patrimônio Cultural e da Arte Pública. Seu livro de estreia foi O Rio de Janeiro da pacificação: franceses e portugueses na disputa colonial(1991), e em co-autoria escreveu Macaé: história e memória (2005) e Brasil: uma cartografia (2010), The Rio de Janeiro Reader: history, culture, politics (2016). Coordenou, ainda, Cidade Vaidosa: imagens urbanas do Rio de Janeiro (1999), Sorriso da cidade: imagens urbanas de Niterói (2003). Em colaboração organizou os livros Niterói: cidade múltipla (1997), Cultura política, memória e historiografia (2009) e Revistas ilustradas: modos de ler e ver no Segundo Reinado (2011) e História do Rio de Janeiro em 45 objetos (2019). Museologia: MM MUSEOLOGIA E PROJETOS CULTURAIS/ Margareth de Moraes – Diretora - COREM # 138-I. Pós-graduada em Metodologia do Ensino Superior - Universidade Estácio de Sá. 1982-1983; Museóloga pela Universidade do Rio de Janeiro UNI-RIO. 1978-1981É uma empresa sediada no Rio de Janeiro que há mais de trinta anos atua na produção de exposições nacionais e internacionais, no planejamento e implantação de museus, e no gerenciamento de coleções de arte. A experiência institucional e empresarial de sua diretora, a museóloga Margareth de Moraes, que por doze anos dirigiu o Departamento de Museologia do MAM/RJ e teve aperfeiçoamento profissional no MoMA-NY, confere uma capacidade na gestão de projetos reconhecida por órgãos da esfera pública, que concederam notória especialização à MM. Entre seus clientes há importantes instituições culturais e empresas, do Brasil e do exterior como: MoMA NY, Fundação Bienal de São Paulo, Fundação Roberto Marinho, Fundación La Caixa Madrid, Bienal do Mercosul, Centro Cultural Banco do Brasil, Milwaukee Art Museum, Cia Bozano, Documenta de Kassel, Fundação Nacional de Arte e Fundación Cisneiros. Alguns projetos executados: Implantação museológica dos espaços expositivos da Fundação Getúlio Vargas - FGV Rio de Janeiro; Planejamento museológico e assessoria à Fundação Roberto Marinho no projeto de criação, construção e implantação do MUSEU DE ARTE DO RIO – MAR. Elaboração do Programa de Necessidades Museológicas, Elaboração do Plano Museológico e Coordenação geral das exposições de inauguração do Museu; Gestão técnica e financeira do ?Projeto de Recuperação da Estrutura Física e Museológica do Museu Nacional de Belas Artes? – MNBA, através da Lei Rouanet. MINC/MNBA; Elaboração de Programa Museológico para o projeto do prédio anexo do museu, a cargo do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Escritório Paulo Mendes da Rocha, SP; Planejamento e implantação do MUSEU RICARDO BRENNAND, dedicado a coleções do período Brasil Holandês. Instituto Ricardo Brennand, Recife; Planejamento do NOVO MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA; Elaboração do Programa Museológico para o escritório de arquitetura Oscar Niemeyer. Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte; Assessoria ao Centro Cultural São Paulo para o anteprojeto de implantação das Reservas Técnicas do Centro Cultural São Paulo; Assessoria museológica à Secretaria de Cultura e Desporto do Estado do Ceará, na readequação e implantação física do Museu De Arte Contemporânea de Fortaleza (MAC-FOR) e Centro Dragão do Mar; Planejamento e implantação do Centro de Arte Hélio Oiticica. Rioarte/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro; Assessoria técnica museológica para o planejamento e implantação do Museu de Arte do Espírito Santo - MAES, Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Espírito Santo; Membro do International Council of Museums - ICOM/UNESCO # 11263; .Membro da American Alliance of Museums - AAM # 37432; Membro do Conselho de Orientação Artística do MON – Museu Oscar Niemeyer, Curitiba

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de FUNDACAO DE ESTUDOS DO MAR

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 220761. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.