A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque 2022
Apresentado por JULIO C. GLENZEL LTDA, de Pelotas (RS). Aprovado em 2022, na categoria apresentação ou performance de dança. Situação: apresentou prestação de contas.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| Stara S/A Industria de Implementos Agricolas | RS | R$ 499.924,69 |
O que o projeto diz que faz
O Projeto visa realizar GRATUITAMENTE apresentações de artes cênicas (teatro, dança e circo).
Ficha técnica
Vimos reforçar a atividade que o proponente estará atuando no projeto: Informamos que o proponente estará trabalhando por 150 dias estimados no projeto, atuando desde a pré-produção, captação financeira, produção/execução, divulgação, pós-produção e prestação de contas, atuando em todas as fases, como produtor executivo, diretor, operador logístico, captador, consultor, analista técnico-financeiro e administrador, tendo em vista o objetivo de proporcionar amplo sucesso ao projeto, estando presente em todas as etapas. O trabalho será desenvolvido além da sede e local de domícilio, como, onde for necessário em outras cidades do estado e País, assim como no local de realização do projeto,…Ver a ficha técnica completa (20.894 caracteres)
Vimos reforçar a atividade que o proponente estará atuando no projeto: Informamos que o proponente estará trabalhando por 150 dias estimados no projeto, atuando desde a pré-produção, captação financeira, produção/execução, divulgação, pós-produção e prestação de contas, atuando em todas as fases, como produtor executivo, diretor, operador logístico, captador, consultor, analista técnico-financeiro e administrador, tendo em vista o objetivo de proporcionar amplo sucesso ao projeto, estando presente em todas as etapas. O trabalho será desenvolvido além da sede e local de domícilio, como, onde for necessário em outras cidades do estado e País, assim como no local de realização do projeto, durante todo o mês de dezembro de 2023 e também na pós-produção até o final do mês de fevereiro de 2024. Além de todas as decisões, o proponente estará revisando cada passo em cada etapa. A Rubrica indicada para a remuneração do mesmo é Custos Administrativos/Remuneração em Custos Vinculados, e se for o caso, remuneração como captador, conforme descrito em Lei. Nossa solicitação está baseada na IN 01/2023, conforme vemos: Art. 10. A remuneração para captação de recursos fica limitada a 10% (dez por cento) do Valor do Projeto e ao teto de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) por projeto. O proponente será o responsável pela gestão do processo decisório e atividade técnico-financeira. EXPERIÊNCIAS/CURRÍCULO JÚLIO CÉSAR GLENZEL/Proponente:JÚLIO CÉSAR GLENZEL é proprietário da Promark, produtor cultural, social, consultor, publicitário e radialista.Desde 1996, atua pela empresa principalmente como responsável técnico pelo desenvolvimento de projetos culturais e sociais, em todos os aspectos, tendo desenvolvido os seguintes projetos:– 11º Terra e Cor da Canção Nativa de Pedro Osório;– 6º Canto da Lagoa de Encantado;– 3º Canto dos Cardeais da Canção Nativa de Canguçu;- 3º Aniversário do Município de Cerrito;– Prá Conhecer Pelotas (Lei Municipal);– Rio Grande Tchê do Sul (Lei Federal);- 5ª Sentinela da Canção Nativa – Caçapava do Sul;– 12ª Ciena – Ciranda Estudantil Nativista - Canguçu;– 13º Fecampop – Festival da Canção Popular - Canguçu;– 7º Chamamento de Arte Nativa – Caçapava do Sul;– 13º Comparsa da Canção – Pinheiro Machado;– 14º Comparsa da Canção – Pinheiro Machado; – Carnaval de Rua de 1999 – Pinheiro Machado;– Natal Iluminado 2º Edição – Pinheiro Machado;– 6ª Vertente da Canção Nativa de Piratini;– 1ª Pelota da Canção Nativa – Pelotas;– 9ª Estribeira Mostra de Arte, Tradição, Doma e Folclore Pelotas;– 13º Ponche Verde da Canção Gaúcha – Dom Pedrito;– 4º Canto dos Cardeais da Canção Nativa – Canguçu– Grito Quero-Quero da Canção Nativa – Herval;– 11ª Semana do Município de Morro Redondo;– 15ª Reculuta da Canção Crioula de Guaíba;– 10ª Jerra da Canção de Santa Vitória do Palmar;– 6ª Festa Campeira e Artística de Bagé;– 40ª Festa Campeira e Artística de Canguçu;– Jaguarão – 144 Anos de Arte e Cultura;– Arroio do Sal – Cultura e Arte;– Ritmos Gaúchos no Litoral – Várias Cidades;– Musicanto Sul Americano de Nativismo – Santa Rosa;– Rodeio Cultural – Piquete Onélio Berny - Pelotas;– Festitália 2002 – Serafina Corrêa;– Borghetti e Gaúcho – Juntos – Várias Cidades;– Canto Rio Missões – Valdomiro Maicá – Várias Cidades;– 5º Canto dos Cardeais da Canção Nativa – Canguçu;– Musicalização e Organização de Orquestra Sinfônica – Infanto Juvenil –Gravataí,– Meninas Cantoras de Nova Petrópolis;- Cultura na 2ª Festa Campeira e no 5º Rodeio Crioulo Estadual de Pelotas;– Parte Artística e Cultural da II Expoagro de Santo Cristo;– Música do Sul no Litoral – Várias Cidades;– Grito Quero-Quero da Canção Nativa – 2ª Edição – Herval;– XXXIV Festa Campeira e Artística do CTG Gomes Jardim – Guaíba;– Ciranda Músico-Cultural em Morro Redondo;– A Arte e a Cultura em Morro Redondo;- Cultura na 3ª Festa Campeira e no 5º Rodeio Crioulo Estadual de Pelotas;– Semana Farroupilha 2004 de Santa Vitória do Palmar;– 11ª Jerra da Canção Nativa de Santa Vitória do Palmar;– Rodeio Cultural e Artístico Piquete Valentim de Oliveira - Pelotas;– 2ª Noite da Cultura Gaúcha – Três Passos e Panambi;– Ospa Concertos nas Universidades;– A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque (A) Edição 2008;– Festa da Cuca Com Lingüiça 2009;– A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque Edição 2009;– Shows Nacionais em Não-Me-Toque;– Encontro Nacional de Arte e Tradição 2010;– A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque Edição 2010;– Valorizando a Cultura Italiana;– Tradição Gaúcha – Edição I- Oswaldir e Carlos Magrão;– 1º Canto de Cidreira;– Shows no Parque de Eventos da Fenadoce;– 2ª Pelota da Canção;– Música no Teatro Guarani;– Produzindo talentos – Oficina de Aprendizado Musical Edição I – Sapucaia;– Ciranda Músico-Cultural em Morro Redondo-2010;– Rodeio Estância de Sapucaia 2011;– Daniela Corrêa – Show Pela natureza;– Atividades Culturais da Associação Cultural Alemã de Não-Me-Toque;– Turnê Estadual de Música Instrumental – Os Atuais;– Turnê Estadual de Música Instrumental – Os Atuais/2012;– A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque Edição 2011;– Shows Nacionais em Não-Me-Toque Edição II;– Música Clássica Ao Alcance de Todos;– 12º Festival Internacional da Festa da Cuca com Lingüiça.– A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque Edição 2012;– Shows Nacionais em Não-Me-Toque Edição III;– Shows Nacionais em Não-Me-Toque Edição IV;– Atividades Culturais da Associação Cultural Alemã de Não-Me-Toque 2013;– A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque Edição 2013; – A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque Edição 2015; - A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque Edição 2018; - Shows Nacionais em Não-Me-Toque Edição V; Mercocycle - Festival de Arte e Cultura em Santa Maria. – A Arte e a Cultura em Não-Me-Toque Edição 2016; – Shows Nacionais em Não-Me-Toque Edição VI; – Shows Nacionais em Não-Me-Toque Edição VII;– Ciranda Músico-Cultural em Não-Me-Toque; O proponente/dirigente da instituição deverá ser responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. Equipe de segurança: A contratar A programação cultural destacamos: Circo MOSCOU - ATRAÇÃO CULTURAL: A carreata chega fazendo estardalhaço e arma a colorida estrutura do circo no terreno outrora baldio. Prepara as apresentações, anuncia nas rádios, e durante um ou dois meses, movimenta a programação cultural da cidade. Depois de encantar crianças, jovens e, quem sabe, resgatar a magia no olhar dos amargurados adultos, o circo de lona segue seu itinerário. Os que vêem as cortinas do picadeiro fecharem e vão para suas casas, jamais saberão o paradeiro daquela carreata. Quem ali permanece, no entanto, sabe que a realidade atrás das cortinas não é tão colorida quanto o espetáculo. Acompanhamos um dia de atividade do Internacional Circo MOSCOU, estacionado na cidade de Florianópolis há dois meses, incorporado à paisagem do bairro Saco dos Limões. Nos seus 25 anos de história – e origem ainda mais remota – o Circo MOSCOU já percorreu diversas cidades da América do Sul e se estabelece como um dos dez maiores circos brasileiros, com uma equipe de cerca de cem pessoas. A reportagem que você lê a seguir é o conjunto de retalhos que montam essa peculiar realidade. Os saltimbancos Conforme prometido, eis a origem ainda mais remota do circo: as famílias Kroner, da Alemanha, e Robattini, da Itália, refugiaram-se da grande guerra (1912-1916) em solo brasileiro. Eram saltimbancos, ou seja, artistas nômades que se apresentavam em praças públicas, arrancando risos dos transeuntes. Os detalhes se perderam no decorrer das seis gerações, mas sabe-se que as duas famílias incorporaram a tradição circense europeia para formar o circo de lona Robattini. Foi há quase três décadas que Alexandre Robattini Klein, hoje com 58 anos, abandonou o empreendimento familiar para formar o Circo MOSCOU O escritório de Alexandre fica em Ribeirão Preto (SP), mas ele vive na estrada para negociar a instalação do circo nas cidades, também escolhidas por ele. “Ele sabe tudo sobre circo, conhece cada detalhe do funcionamento, tem contatos em cada canto do país”, conta a filha, Evelyn Klein. A paixão de Alexandre era domar animais. Um verdadeiro zoológico acompanhava o circo nas viagens: ursos, macacos, elefantes, cavalos. Porém, com a aprovação de leis municipais e estaduais que proibiam a prática no Brasil, as apresentações com bichanos desapareceram dos palcos no decorrer dos últimos dez anos. O MOSCOU não trabalha mais com atração animal desde 2011, quando a elefanta Mayson foi cedida a um zoológico de Ribeirão Preto. “Meu pai chegou a entrar em depressão quando fomos perseguidos por uma ONG na Argentina e tivemos que procurar um lar para a elefanta”, relata Evelyn. Com 38 anos, sotaque paulista e fala emocionada sobre a trajetória do circo e do pai, Evelyn protagoniza o número de mágica do espetáculo – valendo-se de charme, roupas brilhantes e truques de escapismo. Ela atua também junto ao marido Christian Marcos Ribeiro em um número de arco-e-flecha. A inspiração da empresária é a avó paterna. “Ela era mágica no Robattini, e desde pequena imitei a postura e elegância dela no palco.” Evelyn nasceu e cresceu no MOSCOU, e só sossegou para terminar os últimos três anos de colegial em Ribeirão. De volta ao itinerário desde os 17 anos, ela pretende continuar no picadeiro até que o pai passe o bastão do comando da empresa.Percalços do negócio “O circo é uma cidadezinha que se move”, bem define Evelyn. “Temos de tudo aqui dentro: de pintor, cozinheiro e fotógrafo à motorista.” Parte dessa equipe veio de famílias de circo, outra agregou à carreata nas viagens. De uma forma ou de outra, o que une todos os gaúchos, cearenses, paulistas, paraibanos, uruguaios e paraguaios que mantêm o MOSCOU em atividade é a condição nômade. Não à toa, a legislação brasileira garante proteção aos artistas itinerantes desde 1978, pela Lei nº 6.533, que dispõe sobre registro profissional, especificidades do âmbito trabalhista, sindicalização e garantia de atendimento pelas redes públicas de saúde e educação. “O circo é uma cidadezinha que se move”No que tange a instalação dos circos de lona nas cidades, Evelyn comenta que “cada lugar faz sua lei, e precisamos nos adaptar.” Assim, a administração do Circo MOSCOU negocia com Prefeitura, Defesa Civil, Vigilância Sanitária e Bombeiros para cumprir as principais condições sanitárias e de segurança. A situação é a mesma no Paraguai, Uruguai e Argentina, inclusive em relação à presença de animais – só muda a questão do visto para entrada em solo internacional, que é obrigatório. No Chile, existe uma lei nacional que regulamenta os circos, facilitando a burocracia. Quarto de duas famílias circenses, no terreno do MOSCOU Cada trailer ou caminhão de compartimentos estacionado no terreno é o lar de uma família, que depende diretamente do lucro do Circo MOSCOU. “O circo itinerário vive de bilheteria”, comenta Christian Marcos, que já trabalhou em Las Vegas com o pai, no circo Marcos Frota e no antigo circo do parque Beto Carreiro, em Penha (SC). Apesar as dificuldades de manutenção do negócio, ele diz ser impossível se afastar desse universo, tamanho é seu amor pela arte. Christian manteve-se na carreira, e hoje, aos 41 anos, é o locutor por trás do espetáculo do MOSCOU. O caso mais recente de acidente no MOSCOU foi em 2014, no Uruguai, quando a trapezista Fernanda Fernandes Rodrigues fraturou a coluna durante o número. Descansando em seu trailer após a participação como assistente de palco da Evelyn, ela relata que não enfrentou problemas com o atendimento no hospital uruguaio, que garantiu, inclusive, a cirurgia de emergência. Mesmo sem voltar ao trapézio após a lesão, a rotina de treinamentos e ensaios começa a pesar no ombro da artista, agora com 30 anos. Loira, magra e com uma maquiagem forte que disfarça as rugas incipientes, Fernanda acredita que “o corpo não acompanha o ritmo do circo, precisam de pessoas jovens e bonitas para apresentar”. Fernanda nasceu no circo itinerário da família, Hermanos Rodrigues, quando na cidade de Estrela (RS). Cresceu em meio aos pôneis, leões e animais que integravam as apresentações. Saiu do meio familiar por acreditar que, como em toda profissão, é possível crescer na carreira e ingressar em circos maiores. Fernanda gosta da viva circense, por entrar em contato com diferentes culturas e lugares. A filha de 16 anos, Ana Trícia, tem outros planos: estudar Design no Rio Grande do Sul e deixar para trás esse universo.A nova geração? “Prefiro criar as crianças no circo. Aqui elas têm outro pensamento; é brincar, ensaiar. Lá fora, sabe-se lá o que pode acontecer…” Eliane Cristina dos Santos segurava a neta de 2 anos no colo enquanto tomava conta das panelas no fogão do lado de fora do trailer. Negra, gorducha e de fala preguiçosa, Eliane explica porquê, no decorrer dos seus 40 anos de idade, optou por criar os quatro filhos e uma neta dentro do circo. “Os jovens de hoje, não sei… Tão aí nas esquinas, vagabundeando...e o pior é que até filho de bacana faz isso.” A filha mais velha estuda Direito na cidade natal da mãe, Aracaju (SE). Os meninos de 23, 17 e 11 anos acompanham o circo nas viagens. O mais novo, Davi Evans Santos Silva, sonha em ser trapezista desde pequeno – acha fascinante estar lá no alto. Ensaia o trapézio semanalmente com a ajuda de Fabrício, mas enquanto não pode apresentar, participa do controle da iluminação e som do espetáculo. O menino inquieto e desembaraçado mostra encanto pela atividade circense e diz ter facilidade com a constante mudança de colégio. “Gosto de fazer graça, sou sempre o palhaço da turma”, conta o garoto, que forma amizades e namoricos por toda cidade que passa. Ainda mais nova e atinada é Ingrid dos Santos Silva, de 9 anos, filha do ex-palhaço Chameguinho. Miúda e faladeira, tinha em mãos um pirulito e, da porta do seu trailer, falava de cada vizinho como quem conhece com profundidade. Ela treina tecido e contorcionismo, e poderá participar do número de mágica da Evelyn quando completar 11 anos. Ingrid diz gostar de todos os lugares que conhece, e não tem dificuldade de se adaptar aos inúmeros colégios em que já estudou e ainda vai estudar. Apesar de gostar do circo, ela não titubeia em afirmar que fará faculdade – só ainda não sabe qual. De todos os pais com quem conversamos, ninguém enfrentou grandes dificuldades em matricular as crianças nos colégios, porque a lei garante a vaga, mesmo se o circo permanecer apenas três dias na cidade. “Mas se a escola se recusar, vai ter barraco na secretaria de educação e conselho tutelar”, garante Evelyn. Mesmo que os pequenos sejam a próxima geração a manter o circo itinerante em pé, nada garante essa essa continuidade. No Brasil desde 1968. Integrantes da família Palacios de artistas de circo da Espanha e do grande empresário Alberico Cajueiro que foi quem levou pela primeira vez o Sr. Tihany ao Brasil assim com empresariou os maiores donos de circo como Orlando Orfey ,Garcia entre outros . Ai começa a trajetória para tornar o Circo MOSCOU um dos nomes mais conhecidos em todo o Brasil e America Latina, quem não se lembra do barbudo dizendo esperamos vocês La no circo hein TCHAuuuuuu .Pois é .E a historia começa agora . Associação Cultural Alemã - ATRAÇÃO CULTURAL:Apresentações Folclóricas: Grupo de Danças Alemãs Immer Lustig und Durstig :Apresentações Folclóricas: Danças típicas alemãs em eventos do grupo e da comunidadeESPETÁCULO DE BONECOS - BOM PRÁ CACHORRO- ATRAÇÃO CULTURAL: A montagem do espetáculo de bonecos “Bom pra cachorro” foi inspirada nos shows apresentados nos circos teatros que circulavam nas cidades do interior do país. Sem feras ou números grandiosos, as pequenas tendas de pau fincado foram, por muitos anos, uma inusitada e atrativa forma de entretenimento popular.Em seus espetáculos eram apresentados números circenses e musicais intercalados por esquetes cômicas. As piadas eram construídas a partir de informações obtidas nas conversas de bares e feiras, quando o artista popular estabeleceu os primeiros contatos com seu público. A Estrutura dramática dos textos possibilita improvisos e citações de personalidades, fatos e expressões regionais, agregando a velhos textos um frescor comunicativo que conquistava a empatia do espectador pela sua identificação com os personagens. Atores manipuladores: Gabe Felds e Mário de Ballentti Livre adaptação das obras: Os Bons Vizinhos, O Invento maravilhoso e O Trapaceiro enganado Direção, cenário e bonecos: Mário de Ballentti e Diego Kurtz Maquinaria: Alberto Pacheco Pesquisa sonora e operação: Marcos Nicolaiewsk Fotos: Fabrício Simões Iluminação: Nara Maia Figurinos: Vanessa Berg Trilha sonora: Arthur De Faria e banda, Paulo Campos Realização Caixa do Elefante Teatro de Bonecos.Nome da Cidade: Diversas versões chegam para explicar a origem do nome do município. Cada história contada e a maneira peculiar com que cada um desenvolve sua narração, em épocas e situações diferentes, nos levam a pensar sobre as versões, analisando as possibilidades da origem do nome do município estar fundamentada em relatos da memória oral, em documentos comprobatórios e na existência de plantas, ainda preservada pela riqueza natural da região. Seguem algumas dessas versões:Em razão da plantaTendo origem na vegetação dasyphyllum spinescens, composta por um arbusto de tronco curto, recoberto de espinhos de 3 a 5 cm de comprimento, agrupados de 3 em 3 ao longo do caule. A planta conhecida como Sucará ou Espinho de Santo Antônio, e mais popularmente como não-me-toque, é abundante nessa região.Existência da Fzenda Não-Me-Toque Na época das instalações das fazendas pelos portugueses em 1827, muitas recebiam denominações como Invernada Grande, Pessegueiro, Invernadinha, e uma delas, pela denominação nos chama atenção, pois denominou-se Fazenda Não-Me-Toque. Sua existência é confirmada por uma escritura pública encontrada no Cartório de Registro de Imóveisde Passo Fundo, datada em 20 de julho de 1885.Existem outras versões como a que envolve os índios, e a do 1° fazendeiro da região, porém menos conhecidas. As mais popularmente difundidas são as acima citadas, com fundamentação genealógica ou documental, ou ainda, fundamentadas nas pesquisas botânicas, como é o caso da versão relacionada à planta.Histórica: Não-Me-Toque, Jardim do Alto Jacuí, é um município localizado no Planalto Médio do Rio Grande do Sul,na microrregião do Alto Jacuí.A trajetória geohistórica de Não-Me-Toque é marcada, primeiramente, pela chegada do elemento luso, quando descendentes de portugueses vieram instalar suas fazendas no vasto território, ainda inexplorado por homens civilizados, na segunda década do século XIX. Ao final do século XIX as grandes extensões de terras, no território sulino, ficaram quase inexploradas e tornaram-se um atrativo para os imigrantes alemães que, a partir de 1824 chegaram nesta região.No panorama das novas colônias do Rio Grande do Sul, surgiu a "Colônia do Alto Jachuy", que no ano de 1897, recebeu um grande número de imigrantes descendentes de alemães e, em menor número, de italianos, chegados no final desse mesmo ano.Em 1949, chegaram as primeiras famílias de holandeses e por este fato Não-Me-Toque é considerado o berço da imigração holandesa no Rio Grande do Sul. Na década de 50 começaram as lutas de várias localidades em busca de sua autonomia político-administrativa, entre essas a Vila de Não-Me-Toque, na época 2° Distrito de Carazinho.A Lei N° 2.555, de 18 de dezembro de 1954, respaldada nos resultados do plebiscito criava o município de Não-Me- Toque. Mas, em 1970 inicia-se, um movimento para a troca do nome de Não-Me-Toque para Campo Real, em homenagem ao cereal rei – trigo – cultivado em grande escala nas lavouras do município. Em 09 de dezembro de 1971, Não-Me-Toque, passa a chamar-se Campo Real.Reações contrárias chegaram através da Lei 6.601 de 27 de setembro de 1973, realizando um plebiscito favorável ao nome de Não-Me-Toque, então em 27 de dezembro de 1976 é assinada a lei que determinou a volta do nome Não- Me-Toque.A cultura aprimorada, os cabelos loiros, a pele e olhos claros, o sotaque nitidamente estrangeiro, são características marcantes de holandeses, alemães e italianos, que se misturam e se agregam às raízes deixadas pelos portugueses, que contribuíram também, quando o cereal rei começou a bordar de amarelo ouro toda a região, destacando a "Capital da Lavoura Mecanizada" e hoje, quando o verde da soja completa essa paisagem típica brasileira, misturada ao multicolorido das flores do "Jardim do Alto Jacuí", num misto de muito zelo e progresso, todas essas misturasformam o povo alegre e progressista de Não-Me-Toque.A Casa do Artesão oferece vários produtos e serviços, entre eles: Bordados em ponto-cruz em pontos variados de tapeçaria; Crochê; Tricô; Macramé; Entalhes em madeira; Pintura em tecido, aquarela, óleo, porcelana, faiança e gesso; Reprodução de fotos em tela, porcelana e papel; Fabricação de flores de tecido e montagem de arranjos.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de JULIO C. GLENZEL LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| MUSICA REGIONAL BRASILEIRA PARA TODOS 2025 · aprovado em 2024 | R$ 997.661,27 |
| FESTA DA CULTURA REGIONAL BRASILEIRA · aprovado em 2025 | R$ 992.153,38 |
| A CULTURA E A ARTE REGIONAL · aprovado em 2024 | R$ 966.066,75 |
| Musica Regional Brasileira Para Todos · aprovado em 2023 | R$ 964.464,24 |
| A ARTE E A CULTURA REGIONAL · aprovado em 2023 | R$ 908.108,02 |
| A ARTE E A CULTURA REGIONAL NO RS · aprovado em 2025 | R$ 200.000,00 |
| Apresentações e Atividades Culturais do Grupo de Danças Folclóricas Alemãs Immer Lustig Und Durstig · aprovado em 2023 | R$ 196.000,00 |
| NATAL REGIONAL NO SUL · aprovado em 2024 | R$ 100.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 220507. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.