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ORQUESTRA INSTRUMENTAL VIOLÕES DO FORTE DE COPACABANA

Apresentado por INSTITUTO RUDA, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2021, na categoria apresentação/gravação de música instrumental. Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 703.596,60recebeu dinheiro em 2023.
Autorizado pelo MinistérioR$ 807.642,60o máximo que o projeto pode levantar. Período: 03/01/2022 a 26/03/2024.

Quem pagou

5 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
CNOOC PETROLEUM BRASIL LTDA.RJR$ 218.596,60
TIJOA PARTICIPACOES E INVESTIMENTOS S.A.SPR$ 145.000,00
VIBRA ENERGIA S.ARJR$ 140.000,00
Furnas Centrais Elétricas S.ARJR$ 100.000,00
SALOBO METAIS S/ARJR$ 100.000,00

O que o projeto diz que faz

A Orquestra Instrumental Violões do Forte de Copacabana, nasceu em 2011, atendendo jovens oriundos das comunidades do entorno do Forte de Copacabana, em pouco tempo, ela amadureceu e sua música ultrapassou os muros do Forte e as ruas de Copacabana atraindo jovens de outros projetos sociais e das comunidades de outros municípios do Estado do Rio de Janeiro. Talento e superação, são os principais ingredientes que consagram o sucesso da Orquestra. O projeto visa fomentar e ampliar as apresentações da Orquestra, nas quais são apreciadas por público diverso, inserindo-se pessoas de importância e poder decisório político, social, empresarial, eminentes formadores de opinião, oferecendo também em contrapartida concertos didáticos para escolas públicas e projetos socioculturais. O Instituto Rudá proporciona a cultura musical, a disciplina, a clareza e a segurança do acolhimento, oferecendo aos…

Ficha técnica

JOSE CARLOS FIGUEIREDO (DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO) atuará no projeto como Diretor Geral, de forma voluntária, com 50 anos de carreira faz parte de uma geração talentosa e pródiga, dentre os muitos ícones da música, literatura e arte que a Bahia teve a felicidade de conceber. MÁRCIA MELCHIOR – COORDENADORA/ DIRETORA ARTÍSTICA Empresária, produtora musical e coordenadora geral das Orquestras Violões do Forte de Copacabana e SindiRefeições RJ é uma empresária do ramo musical, foi responsável pela execução do Programa de Música e Orquestra do Instituto Grupo Pão de Açúcar durante 07 anos. Tramita nos mais variados setores da cultura nacional. No teatro foi consultora e coordenadora da “Ópera…Ver a ficha técnica completa (5.144 caracteres)

JOSE CARLOS FIGUEIREDO (DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO) atuará no projeto como Diretor Geral, de forma voluntária, com 50 anos de carreira faz parte de uma geração talentosa e pródiga, dentre os muitos ícones da música, literatura e arte que a Bahia teve a felicidade de conceber. MÁRCIA MELCHIOR – COORDENADORA/ DIRETORA ARTÍSTICA Empresária, produtora musical e coordenadora geral das Orquestras Violões do Forte de Copacabana e SindiRefeições RJ é uma empresária do ramo musical, foi responsável pela execução do Programa de Música e Orquestra do Instituto Grupo Pão de Açúcar durante 07 anos. Tramita nos mais variados setores da cultura nacional. No teatro foi consultora e coordenadora da “Ópera Fausto o Boi fujão”, de autoria do cantor e compositor Antônio Carlos, da dupla Antonio Carlos & Jocafi. Na área artística é empresária da referida dupla. Munida da experiência adquirida na prática de suas atividades, se colocou a serviço das causas da cidadania, da arte, da cultura e da valorização da vida. O sucesso das apresentações em diversas programações culturais da cidade faz da Orquestra Instrumental Violões do Forte, referência de superação de obstáculos e certeza de que o investimento na formação musical do jovem faz muito mais do que a aquisição de mais um conhecimento. É consultora para a implantação de projetos sociais que envolvam população jovem em situação de risco, usando a arte como fator de recuperação social. ANTONIO CARLOS MARQUES PINTO – DIRETOR MUSICAL Faz parte da dupla Antonio Carlos & Jocafi, que tem inúmeros sucessos em seu currículo, Como compositor teve a oportunidade de gravar com os maiores nomes da música popular brasileira, como Vinícius de Moraes, Orlando Silva, Maísa, Nelson Gonçalves, Toquinho, Clara Nunes, Os Originais do Samba, Doris Monteiro, Jorge Aragão, MPB-4, Angela Maria, Emílio Santiago, Alcione, Djavan, Daniela Mercury, Jair Rodrigues, D2 entre outros. Uma carreira de sucesso, que inclui a autoria de trilhas sonoras, aberturas e temas para novelas e seriados como “Super Manuela” , “O Primeiro Amor” e “Shazam e o Xerife” na TV Globo. No cinema, à convite do cineasta francês Marcel Camus (internacionalmente conhecido pelo seu trabalho em “Orfeu do Carnaval”), foram convidados para fazer a trilha do filme “Otália da Bahia”, baseado no romance “Pastores da Noite” de Jorge Amado, além de músicas para o filme espanhol “Jamón Jamón”, entre outros. LUIZ POTTER – ARRANJOS E REGÊNCIA Luiz Potter é músico instrumentista, compositor, arranjador, maestro, professor e pesquisador. Éformando em Licenciatura em Musica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).De 2003 a 2009 integrou a “Orquestra de Sopros da Proarte” como instrumentista tocando violãode 6 e 7 cordas, bandolim, guitarra e flauta transversa, grupo com qual já se apresentou em diversas salas de concerto e teatros do Brasil como Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles, Teatro Tom Jobim, Teatro Carlos Gomes, Teatro Rival BR, Sala Baden Powell, GrandeTeatro Palácio das Artes (MG), Teatro Castro Alves (BA), Teatro Nacional de Brasília (DF) e em programas de TV como Altas Horas (2003) e Jô Soares (2004), em 2005 participou do encontro internacional de orquestras em Salzburg (Áustria), tocando também emoutras cidades austríacas numa turnê pelo país. Atualmente atua nesse grupo somente como arranjador, tendo escrito para artistas como Gilberto Gil, João Bosco, Guinga entre outros. Como compositor Luiz Potter tem atuado principalmente escrevendo trilhas para cinema (o curta“Trilhas” de Tauana Carlier e a web serie “Vozes das Ruas”, entre outras) e teatro (o musical “Um chorinho para Dona Baratinha”). Como arranjador escreve com freqüência para orquestras como Orquestra de sopros da Proarte, Orquestra Popular Céu na Terra, Orquestra Revelia, entre outras.Já gravou, dividiu o palco ou trabalhou com grandes nomes da música brasileira como Egberto Gismonti, Gilberto Gil, Ivan Lins, Mart’nália, Seu Jorge, Toni Garrido, Fernanda Abreu, Nei Lopes,Luiz Carlos da Vila, Tantinho da Mangueira, Marcio Bahia, Carlos Malta entre outros. SANDRA HELENA PEDROSO - PRESTACAO DE CONTAS Doutoranda em Ciências Política no IUPERJ/RJ. Mestre em Sistema de Gestão de Projetos com foco em Responsabilidade Social pela UFF/RJ e bacharel em Ciências Contábeis pela USU/RJ. Diretora do Ateliê de Cultura e Conselheira Fiscal da ABCR. Atuou nos últimos anos como Coordenadora de Certificação da Lei de Incentivo à Cultura do Estado e Coordenadora Técnica da ANCINE, como Membro do Comitê do ISS além de ter exercido diversas funções na área cultural e cinematográfica. Foi professora de produção na Faculdade de Cinema da Universidade Estácio de Sá/RJ. Atualmente atua como professora de Gestão Financeira na pós-graduação e no MBA de Produção Cultural da UCAM e na graduação do curso de produção cultural no IUPERJ/UCAM. E como consultora em Gestão de Projetos em diversas empresas. MÚSICOS DA ORQUESTRA INSTRUMENTAL VIOLÕES DO FORTE DE COPACABANA Os Músicos da OIVFC são oriundos de projetos sociais e se alternam no projeto e, por se tratar de jovens aprendizes existe uma rotatividade.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 212067. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.