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QUEIJO ARTESANAL – SABERES E SABORES MINEIROS

Apresentado por ASSOCIACAO DOS AMIGOS DO CENTRO DE CULTURA BELO HORIZONTE - AMICULT, de Belo Horizonte (MG). Aprovado em 2021, na categoria salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “38486817000194Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais SA pagou R$ 490.000,00, destacado na lista de quem pagou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.290.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.783.659,86o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/12/2020 a 31/12/2025.

Quem pagou

3 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais SAMGR$ 490.000,00
COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAOMGR$ 600.000,00
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MGMGR$ 200.000,00

O que o projeto diz que faz

Desenvolvimento de REGISTRO DE BEM IMATERIAL (dossiê patrimonial), VIDEODOCUMENTÁRIOS (videos) e FILMETES AUDIVISUAIS (websérie), PUBLICAÇÕES IMPRESSAS (livros) E DIGITAIS (cartilhas e catálogo), bem como BANCO DE IMAGENS (fotografias) dos modos de fazer tradicionais que envolvem a produção do queijo artesanal de leite cru, em 6 regiões de Minas Gerais, para fins de conhecimento, salvaguarda patrimonial e de promoção cultural e turística.

Ficha técnica

Nome/Razão Social: Associação dos Amigos do Centro de Cultura Belo Horizonte - AMICULT (nome fantasia, Instituto Periférico) Função: elaboração, gestão e prestação de contas do projeto Currículo: associação privada sem fins lucrativos que nasceu do encontro de profissionais com ricas histórias no cenário da criação e desenvolvimento de projetos culturais, esportivos e educacionais que valorizam a cidadania e a formação humana. Desde 1999, data de sua criação, o Instituto Periférico atua em Belo Horizonte propondo e gerindo projetos que colaborem para a formação de uma sociedade responsável, ética e humana. Participa de parcerias público-privadas apoiando seus clientes, captando recursos e…Ver a ficha técnica completa (7.892 caracteres)

Nome/Razão Social: Associação dos Amigos do Centro de Cultura Belo Horizonte - AMICULT (nome fantasia, Instituto Periférico) Função: elaboração, gestão e prestação de contas do projeto Currículo: associação privada sem fins lucrativos que nasceu do encontro de profissionais com ricas histórias no cenário da criação e desenvolvimento de projetos culturais, esportivos e educacionais que valorizam a cidadania e a formação humana. Desde 1999, data de sua criação, o Instituto Periférico atua em Belo Horizonte propondo e gerindo projetos que colaborem para a formação de uma sociedade responsável, ética e humana. Participa de parcerias público-privadas apoiando seus clientes, captando recursos e implementando ações com o objetivo de desenvolver, promover e executar iniciativas de relevância pública e social. Desde 2018 o Instituto adotou as Metas e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU como referência para mensuração de resultados e desenvolvimento de suas iniciativas. E acredita que o estímulo à inclusão produtiva é o primeiro passo para a construção de sociedades mais justas e democráticas. / site: www.institutoperiferico.org Nome: Raul Amaro Lanari (Peixe Vivo) Função: coordenador geral de pesquisa do projeto. Currículo: Professor Universitário na área de História do Brasil (Império e República), das políticas de proteção ao patrimônio cultural e da História das Relações Internacionais; pesquisador da História do Brasil durante as décadas de 1930, 40 e 50, Raul é historiador responsável por estudos técnicos na área da preservação do Patrimônio Cultural. É também, coordenador do Curso de Especialização em Gestão do Patrimônio Histórico e Cultural da UNIBH e professor responsável pelas disciplinas: Memória, Identidade e Patrimônio, Patrimônio e Cultura Imaterial, Práticas de Campo em Patrimônio Cultural I, II e III (Inventário, Tombamento e Registro). E coordenador da equipe técnica da UNESCO no Projeto "Análise da Paisagem do Rio Doce". Nome: Gabriela Santoro de Castro Função: Coordenadora do projeto, responsável pela articulação com parceiros públicos e privados. Currículo: Gestora executiva de projetos, com grande experiência na área pública, Gabriela é formada em Relações Públicas pela PUC-MG, atua há muitos anos em planejamento e produção de eventos, possui um MBA em gestão do conhecimento e inteligência empresarial pela COPPE-UFRJ e uma especialização em gestão avançada do Esporte pelo Instituto Olímpico Brasileiro, em parceria com o COI. Conduziu projetos internacionais, liderou equipes na China, Itália, Inglaterra, Bélgica e Rússia e foi responsável pela interface com executivos estrangeiros de passagem pelo Brasil (COI, FIFA, FISU, IPC e outros integrantes de cias artísticas em turnês que produziu). Nome: Lilian Nunes Vieira Função: Coordenação de produção de todo o projeto. Currículo: É jornalista, cantora, atriz, locutora e produtora. Atua na elaboração, coordenação e realização de alguns dos principais festivais de Minas Gerais: Virada Cultural de Belo Horizonte, Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT), Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), Festival de Arte Negra (FAN), Feira Literária de Betim, Festival de Literatura do Circuito Liberdade, Momentos Aymoré, Festival Cultural Instituto UnimedBH, Descontorno Cultural, Festival Somos Comunidade, Conexão Vivo, Natura Musical. Tem também grande experiência na produção e circulação de espetáculos nacionais e internacionais, tais como Kirov, Scala de Milão, Pilobolus, Kataklo, Debora Colker, Elis A Musical, Vale Tudo Tim Maia O Musical. Nome: Daniela Savoi Vieira de Souza Função: Coordenadora jurídica e administrativa do projeto, responsável por conduzir as questões de conformidade, gerir contratos e outras prerrogativas legais e administrativas para sua realização e prestação de contas. Currículo: É advogada formada pela PUC-MG e atuante na área de contencioso e consultoria trabalhista, direito cultural e terceiro setor. Foi gestora de escritório jurídico há mais de dez anos. Pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho pela Fundação do Ministério Público e MBA em Terceiro Setor pela Faculdade Batista de Minas Gerais. Nome: Giovanna Pires Função: produtora executiva. Currículo: Graduada em Relações Internacionais pela PUC Minas. Possui vivência na organização, logística e produção de eventos esportivos, culturais, acadêmicos e corporativos com grande capacidade organizacional e operacional. Atua no presente momento no projeto Pampulha Território Museus e é produtora Cultural e Executiva de Júlia Ribas. Atuou no Festival de Arte Negra de Belo Horizonte 2019, DiVera - 1º Festa da Palavra e da Cultura de Conceição do Mato Dentro, CURA Lagoinha, Virada Cultural de Belo Horizonte, FINIT – Festival Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia 2018, HUB MINAS DIGITAL, CSM Brasil (Rio de Janeiro/RJ), Copa do Mundo Brasil 2014, Coordenação de alimentação e bebidas. Possui experiência internacional desenvolvida em trabalho temporário (coordenadora de atividades) em um acampamento de verão para aperfeiçoamento da língua inglesa nos Estados Unidos. Será a produtora que acompanhará as providências logísticas do projeto. Nome: Dila Puccini Função: designer responsável pelo desenvolvimento de peças gráficas e de sinalização do projeto. Currículo: Formada em Jornalismo, iniciou seus trabalhos na área de produção cultural em 1992, ainda em Pouso Alegre (MG), sua cidade natal. Hoje atua nos principais festivais de Belo Horizonte como Virada Cultural, Festival Internacional de Teatro, Festival Literário Internacional, Carnaval de Belo Horizonte, Festival de Arte Negra, entre outros. E também em projetos de circulação no interior como é o caso do Circuito de Cultura no Interior, Arte no Parque, La Movida In Box e Tempo de Música. Sua participação nos projetos é prioritariamente na área de design e produção. Dila é também fotógrafa especializada em shows e espetáculos. Nome: Fabiola Farias Função: Coordenação de produção editorial do projeto. Currículo: É graduada em Letras, mestre e doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais, com pós-doutorado em Educação pela Universidade Federal do Oeste do Pará. Foi Diretora de Ações de Incentivo à Leitura da Superintendência de Bibliotecas Públicas / Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (2007-2010) e Gerente de Coordenação de Bibliotecas e Promoção da Leitura da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte (2010- 2018). Foi membro titular do Conselho Municipal de Política Cultural de Belo Horizonte (2014- 2017) e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Belo Horizonte (2016-2018). É leitora-votante da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (2010-). Atualmente, é professora substituta no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Tem experiência profissional e acadêmica nos seguintes temas: biblioteca pública; política cultural; políticas públicas na área de livro, leitura e bibliotecas; produção editorial; leitura; formação de leitores; literatura; livros para crianças e jovens. Nome: Henrique Cunha Função: Coordenação de produção audiovisual e direção de cena e captação de imagens do projeto. Currículo: Natural de Conceição do Mato Dentro, iniciou sua carreira com produção audiovisual há cerca de 4 anos atuando como diretor de arte e conteúdo em diversos projetos de relevância nacional. Em 2015 fundou a empresa Ogriô om o objetivo de resgatar a memória através do registro como forma de manter viva as tradições, histórias e culturas regionais. Com ampla experiência em direção e produção de conteúdo corporativo e artístico atende a vários clientes como Instituto Espinhaço, Anglo American, Ecosia entre outros. Conta ainda com o apoio de uma equipe multidisciplinar composta por cineastas, jornalistas, publicitários e videomakers.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 210801. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.