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Projeto de Segurança para Detecção, Prevenção e Combate a Incêndio do Museu Imperial

Apresentado por Sociedade de Amigos do Museu Imperial, de Petrópolis (RJ). Aprovado em 2021, na categoria intervenções em bens imóveis tombados/acautelados. Situação: projeto em execução - encerrado prazo de captação.

onde aparece “33435231000187GE CELMA LTDA. pagou R$ 97.534,17, destacado na lista de quem pagou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.342.817,02recebeu dinheiro em 2023, 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.552.834,00o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/03/2021 a 31/12/2026.

Quem pagou

4 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
GE CELMA LTDA.RJR$ 97.534,17
AGENCIA ESPECIAL DE FINANCIAMENTO INDUSTRIAL FINAMERJR$ 914.156,92
Sola Brasil Indústria Óptica LtdaRJR$ 210.000,00
BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E SOCIALRJR$ 121.125,93

O que o projeto diz que faz

O projeto tem o objetivo de atender à "Chamada Pública para Seleção de Projetos de Patrimônio Cultural _ Segurança em Instituições Culturais Públicas de Guarda de Acervos Memoriais _ Nº 01/2018" do BNDES. A proposta contempla a implantação física dos projetos executivos já realizados (em fase de aprovação dos Bombeiros e IPHAN) dos sistemas de Detecção, Prevenção e Combate a Incêndio e Pânico e Proteção contra Descargas Atmosféricas, bem como a elaboração e execução de projeto executivo para a modernização das instalações elétricas do Museu Imperial. Contempla uma palestra gratuita como Contrapartida Social. O Museu Imperial está localizado em Petrópolis, no Rio de Janeiro, e desde 1940 tem preservado, pesquisado e divulgado um acervo de 300 mil itens. Somente as unidades do Palácio e Pavilhão das Viaturas, edifícios tombados pelo IPHAN, foram consideradas neste edital.

Ficha técnica

Proponente e administração do projeto: Sociedade de Amigos do Museu Imperial No artigo 01 de seu estatuto, A Sociedade de Amigos do Museu Imperial - SAMI - se define como uma “associação sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade de Petrópolis, sito à Rua Alencar Lima, n. 35, sala 511, Centro, Petrópolis, CEP 25.620-050, fundada em 12 de abril de 1991, constituída por prazo indeterminado, com número ilimitado de associados.” A finalidade da SAMI é a de prestar apoio às atividades do Museu Imperial. A receita proveniente de suas atividades, promoções, doações e captações é integralmente aplicada na manutenção e consecução dos objetivos do Museu, como previsto no seu Plano de Trabalho e…Ver a ficha técnica completa (5.349 caracteres)

Proponente e administração do projeto: Sociedade de Amigos do Museu Imperial No artigo 01 de seu estatuto, A Sociedade de Amigos do Museu Imperial - SAMI - se define como uma “associação sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade de Petrópolis, sito à Rua Alencar Lima, n. 35, sala 511, Centro, Petrópolis, CEP 25.620-050, fundada em 12 de abril de 1991, constituída por prazo indeterminado, com número ilimitado de associados.” A finalidade da SAMI é a de prestar apoio às atividades do Museu Imperial. A receita proveniente de suas atividades, promoções, doações e captações é integralmente aplicada na manutenção e consecução dos objetivos do Museu, como previsto no seu Plano de Trabalho e em seu estatuto. A SAMI tem contribuído, de forma decisiva, para apoiar as atividades propostas pelo Museu Imperial no desempenho de suas atribuições institucionais. Merece destaque o desempenho da SAMI nas atividades de captação e administração de patrocínios para a execução de projetos no âmbito do Museu Imperial. A primeira experiência foi com a implantação do “Espetáculo Som e Luz Museu Imperial”, que contou com o patrocínio da Eletrobras da ordem de R$ 3.200.000,00, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O espetáculo emprega efeitos especiais de iluminação e sonorização para conduzir o público a uma viagem no tempo. Com duração de 45 minutos, é oferecido três vezes por semana, de quinta a sábado, e já foi visto por quase 400 mil pessoas desde o seu lançamento, ocorrido em novembro de 2002. Desde então, o espetáculo tem impactado as áreas de gastronomia, hotelaria e serviços do centro da cidade de Petrópolis e ocupado posição de destaque como uma ótima opção de entretenimento cultural para diferentes segmentos da população. O segundo projeto do Museu Imperial administrado pela SAMI foi o “Projeto de Digitalização do Acervo do Museu Imperial – Projeto DAMI”, que pretende digitalizar e disponibilizar a totalidade do acervo histórico e artístico do Museu Imperial no portal da instituição na internet. A etapa de implantação contou com o patrocínio de R$ 2.000.000,00 disponibilizados pela IBM do Brasil, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. As atividades de implantação do projeto duraram 5 anos e incluíram a montagem da estrutura física, a estrutura tecnológica, a definição da solução tecnológica, a contratação de equipe especializada, o processo de digitalização, armazenamento de dados e disponibilização de conteúdo na internet. Fases subsequentes do projeto foram igualmente viabilizadas com a atuação da SAMI na captação e na administração dos recursos, como o apoio da empresa AMBEV, via Lei de Incentivo Fiscal do Estado do Rio de Janeiro, no valor de R$ 400.000,00, com prazo de execução de um ano, e o apoio do Ministério da justiça, por meio do edital do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, com igual valor e período de execução. A SAMI também atuou na captação e na administração do apoio de R$ 393.051,38 disponibilizados pela empresa GE-Celma que viabilizou o “Projeto de Restauro da Berlinda de Aparato do imperador d. Pedro II”, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O projeto, com duração de 2 anos, foi executado às vistas do público visitante que, assim, pôde acompanhar cada fase dos trabalhos. Coordenação Geral: Mariana Oscar Trabalha há mais de 10 anos na área cultural, gerenciando e coordenando eventos, exposições de artes, edições de livros e projetos de patrimônio. Atua na área de consultoria, planejamento, orçamentos e controle de budget, relacionamento com fornecedores e funcionários, controle de equipamentos, checklist, fechamentos, relatórios, prestação de contas e coordenação de todas as fases dos projetos. Últimos projetos atuando na gerência/coordenação: Elaboração de projeto executivo para reforma e adaptação do Museu Casa Geyer, Exposições Man Ray em Paris no CCBB SP e BH e Museu Oscar Niemeyer (ago/19 a ago/20), Nas Asas da Panair (jul a set/19) e O retrato do rei dom João VI (nov/18 a mar/19) no Museu Histórico Nacional e edição do livro O Brasil na Rota da China (out/18). Inscreve projetos em editais culturais (Leis Federal e Municipal de Incentivo à ultura/CEF/Correios/CCBB/BNDES/FDD/VALE entre outros). Produção executiva: Roberto Padilla/ Artepadilla ROBERTO F. PADILLA EIRELI-ME é empresa cultural, atuante há 30 anos na área de elaboração, organização, produção, coordenação e administração de projetos culturais. Realizou ciclos de exposições no Centro Cultural Light, nas unidades Brasília, Recife e Rio de Janeiro do Centro Cultural Correios, nas unidades Brasília, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo da CAIXA Cultural, entre outros. Tem grande experiência na área de eventos internacionais, tendo realizado as exposições: Roy Lichtenstein Vida Animada (em parceria à Roy Lichtenstein Foundation/ New York City) no Instituto Tomie Ohtake/ SP, entre outros. Na área de Edição de Livros de Arte, realizou Manfredo de Souzanetto Paisagem da Obra, Margaret Mee, Jardim Botânico do Rio de Janeiro 1808/ 2008, Jorge Hue, entre outros, alguns dos projetos através da Lei de Incentivo à Cultura/ Lei Rouanet e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Possui experiência na área de patrimônio atuando no gerenciamento de projetos como a contratação de projeto executivo para restauração e reforma da Casa Geyer, subunidade do Museu Imperial.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 210596. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.

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