Plano Anual Museu do Samba 2021
Apresentado por MUSEU DO SAMBA, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2020, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: apresentou prestação de contas.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| Votorantim Corretora de Seguros S.A | SP | R$ 398.855,00 |
O que o projeto diz que faz
O samba é patrimônio do país. É nossa obrigação e do Estado Brasileiro cuidar de sua preservação e difusão a partir do fortalecimento de suas bases sociais, da valorização dos sambistas, do seu reconhecimento, do apoio à sua produção. O Plano Anual do Museu do Samba 2021 apresenta ações estratégicas e permanentes visando complementar e fortalecer o Plano de Salvaguarda das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, através de (1) criação, documentação e difusão de fontes históricas do samba; (2) difusão da história samba por meio virtual do acervo de depoimentos, exposição samba e apresentações artísticas; (3) fortalecimento de processos educativos, voltados para educação patrimonial e capacitação e inclusão social.
Ficha técnica
Coordenação Administrativa - Financeira realizada por funcionária do Museu do Samba, Janaina Reis Pinheiro. Janaina Reis é Graduada em Arquitetura e Urbanismo (Universidade da Amazônia – UNAMA); Trabalhou como Gerente financeira – Zircônia Ind. e Representação,Diretora administrativa e financeira – Norplasa Indústria e Comércio e Lira Studio, Produtora – Remix Promoções Produções e Marketing, Assistente de pesquisa – Dossiê das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro: Partido-alto, samba-enredo e samba de terreiro, Assistente de curadoria – Exposição Samba Patrimônio Cultural do Brasil, Assistente de pesquisa – Exposição Simplesmente Cartola, Assistente de curadoria, Pesquisadora convidada –…Ver a ficha técnica completa (8.958 caracteres)
Coordenação Administrativa - Financeira realizada por funcionária do Museu do Samba, Janaina Reis Pinheiro. Janaina Reis é Graduada em Arquitetura e Urbanismo (Universidade da Amazônia – UNAMA); Trabalhou como Gerente financeira – Zircônia Ind. e Representação,Diretora administrativa e financeira – Norplasa Indústria e Comércio e Lira Studio, Produtora – Remix Promoções Produções e Marketing, Assistente de pesquisa – Dossiê das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro: Partido-alto, samba-enredo e samba de terreiro, Assistente de curadoria – Exposição Samba Patrimônio Cultural do Brasil, Assistente de pesquisa – Exposição Simplesmente Cartola, Assistente de curadoria, Pesquisadora convidada – Projeto de candidatura das Matrizes do Samba do Rio de Janeiro a Patrimônio do Brasil, Assistente de coordenação e produção – Associação das Escolas de Samba da Cidade do Rio de Janeiro (AESCRJ) - julgadores das Escolas de Samba do Grupo de Acesso. Foi Vice Presidente do Centro Cultural Cartola. Participou da comissão julgadora do Carnaval de São Jose Nepomuceno. Foi julgadora da final do samba-enredo do Bloco Bangunçando o Coreto.Foi julgadora do carnaval de Nova Iguaçú. É membro do Conselho do Samba do Rio de Janeiro. É gerente administrativa e financeira do Museu do Samba. Cursos e Seminários: Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 5: Gestão de Projetos Sociais – uma abordagem inovadora (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso SICONV para Convenentes – Prestação de Contas (Escola Nacional de Administração Pública – ENAP); Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 4: Cultura Colaborativa e Modelos de Gestão (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 3: Formação História da Sociedade Brasileira / Produção Cultural / Projeto de Negócios Culturais Inovadores (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso SICONV – Ordem Bancária de Transferência Voluntária (OBTV) – Concedente (Escola Nacional de Administração Pública – ENAP); Curso SICONV – Ordem Bancária de Transferência Voluntária (OBTV) – Convenente (Escola Nacional de Administração Pública – ENAP); Curso Gestão Estratégica de Pessoas e Planos de Carreira (Escola Nacional de Administração Pública – ENAP); Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 2: Processo de Produção Cultural (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso Formação em Gestão Cultural – Modulo 1 (Fundação Getúlio Vargas / Ekloos); Curso de Formação de Gestores Públicose Agentes Culturais (UERJ / Secretaria de Estado de Cultura/RJ / Ministério da Cultura) Coordenação Pedagógica: Desirree Reis - Mestra pelo Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura (PUC-Rio), pós-graduada Sensu em Gestão Governamental e Avaliação de Políticas Sociais (PUC-Rio). Possui graduação em História – Bacharelado e Licenciatura (UFRJ) e graduação em Arquivologia (UNIRIO). Historiadora e Arquivista. Coordenadora no Centro de Referência de Pesquisa e Documentação do Samba, Museu do Samba, e Conselheira Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Consultora da Ocupação Cartola (Itau Cultural). Integrou equipe técnica do projeto de reabertura do Museu do Carnaval, no Sambódromo, RJ. Atua na coordenação geral e pesquisa do projeto de história oral “Memória das Matrizes do Samba no Rio de Janeiro". Atuou na coordenação dos projetos Marcas da Memória: História Oral da Anistia no Brasil e Marcas da Memória: História, Imagem e Testemunho da Anistia no Brasil (ambos, parcerias entre Ministério da Justiça/CA e UFRJ). Foi historiadora vinculada ao Laboratório de Estudos do Tempo Presente (UFRJ/IH). Coautora do livro Ditadura Militar e Democracia no Brasil: História, Imagem e Testemunho (Rio de Janeiro: Ponteio, 2013). Membro do Conselho Editorial da publicação Samba em Revista desde 2015 e da Revista Anima da Puc-Rio (2012-2014). Atuou na Coordenação Geral e Pesquisa de exposições sobre o samba, tais como Samba, Patrimônio Cultural do Brasil e O Samba é Meu Dom; pesquisadora na exposição Para não perder a Memória: D.Zica 100 anos e na Ocupação 100 anos do Samba. Integrou equipe técnica para elaboração de material pedagógico sobre samba para professores de ensino fundamental e médio nos projetos Memória das Matrizes do Samba do Rio de Janeiro (Museu do Samba/Petrobras) e Brasil e África: Traduzindo a nossa tradição (Museu do Samba/Fundação Palmares). Atuou na produção do projeto Sambas para a Mangueira, indicado ao Grammy Latino e ao Prêmio da Música Brasileira. Coordenação de encontros de sambistas pautados no processo de patrimonialização e salvaguarda do samba, tais como: “I Encontro de Baianas - Memória, Patrimônio e Identidade”, “Encontro de Mestres-Salas, os Guardiões dos Pavilhões e da Dança Nobre do Samba - Memória, Patrimônio e Identidade”, “Recordações de um batuqueiro” (Encontros de Diretores de Harmonia das Escolas de Samba do RJ), “Os Desafios da Salvaguarda de Bens Imateriais Registrados Como Forma de Expressão” e Seminário Samba Carioca - Memória, Patrimônio e Identidade". Dentre as ações de apoio do Museu do Samba ao Musical Cartola – O mundo é um moinho, atuou auxiliando a pesquisa do espetáculo.Pesquisadora do Musical Dona Ivone Lara - Um Sorriso Negro. Mediador: Georgie Echeverri. Comunicador Social-Jornalista formado na Colômbia e doutorando em Psicologia Social pela UERJ, com experiência de 10 anos na Colômbia em criação, planejamento e coordenação de projetos de comunicação para o desenvolvimento social e jornalismo escrito. Participou como consultor do governo estadual na área de educação experiencial em projetos relacionados com prevenção ao crime com jovens de entornos urbanos e rurais e em equipes multidisciplinares de gestão social. Tem experiência em desenvolvimento de projetos de Psicologia Social baseados no enfoque da Pesquisa-Ação Participativa (PAR), através da aplicação do instrumento ECRO (Esquema Conceitual, Referencial e Operativo) e de técnicas próprias da abordagem estrutural da Teoria das Representações Sociais. No que diz respeito à aplicação do ECRO, como mediador cultural do Museu do Samba, contribuiu para a criação e operacionalização do modelo de intervenção educativa que a instituição desencolve desde 2014. Atualmente, vem desenvolvendo uma pesquisa sobre pensamento social e mobilização coletiva em situações de crise política no Brasil e na Colômbia. Tem publicado em revistas acadêmicas da Colômbia, Espanha, Argentina, Angola e Brasil sobre temas relacionados com cidadania, educação experiencial e comunicação. Produtor artistico : CLAUDIA GONZAGA DE SOUZA. Atuação na área de administração, produção, direção e divulgação de shows artísticos e gravação de DVD. Marketing Cultural, direção e administração de casas de espetáculos.Atuou como produtora de artistas como: Fátima Guedes, João Nogueira, Didu Nogueira e Alcione; assistente de Produção no Projeto Fim de Tarde no Teatro Armando Gonzaga; Produtora projeto Pixinguinha viajei como diretora de espetáculo; Projeto Rio Rua como coordenadora de Eventos; Projeto Blues Internacional como assistente de produção; Produtora no Projeto Seis e Meia do Teatro João Caetano com direção de Albino Pinheiro; Gerente de Programação Artístico-Cultural do Museu da Imagem e do Som; Produtora Executiva na Orquestra Carioca de Choro;Produtora Executiva em Projetos Especiais no Centro Cultural Cartola; produtora no Projeto Revivendo as Rodas do Clube do Samba da Cervejaria Antártica; Curadora no Projeto “Enfim, Sexta”! na Cidade das Artes. O Museu do Samba atuará como coordenador geral do Projeto. O Centro Cultural Cartola (antiga denominação do Museu do Samba) foi criado na favela da Mangueira, no Rio de Janeiro, em 2001, pelos netos de Cartola e Dona Zica, com o objetivo de preservar a memória do avô, através da guarda de fontes primárias e publicações de terceiros sobre a trajetória do sambista. No entanto, nos anos seguintes à criação, ampliou-se a missão institucional do espaço, na medida em que passou a abarcar o samba e os sambistas de maneira geral, para além da história e memória de Cartola. Um dos pontos determinantes para essa nova ótica e ampliação da abordagem foi o trabalho de pesquisa que a instituição realizou para o encaminhamento do pedido de registro das matrizes do samba carioca a Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. O conceito “matrizes do samba” no Rio de Janeiro refere-se às formas de origem do samba consideradas primárias, que sustentaram e deram origem a variações da música e da dança, isto é, o partido-alto, o samba de terreiro e o samba-enredo. O pedido de registro foi aprovado em 2007 pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O pioneirismo da instituição faz-se presente nas ações desenvolvidas, sempre pautadas na integração da comunidade do entorno e a oferta de atividades culturais para os moradores e instituições vizinhas. Entre elas a Orquestra de Violinos, iniciativa que ampliou o universo musical de crianças e jovens, em um projeto de grande impacto.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de MUSEU DO SAMBA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Agenda Comemorativa 25 Anos do Museu do Samba · aprovado em 2025 | R$ 718.000,00 |
| Plano Bianual do Museu do Samba · aprovado em 2023 | R$ 300.000,00 |
| Plano Anual Museu do Samba 2026 · aprovado em 2025 | R$ 0,01 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 204580. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.