1° PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS
Apresentado por INSTITUTO FEIRA PRETA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2020, na categoria apresentação/gravação de música instrumental. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “59527788000131”ERNST & YOUNG ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA pagou R$ 404.657,82, destacado na lista de quem pagou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
7 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 1 pessoa física deu R$ 138.023,16; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| ERNST & YOUNG ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA | SP | R$ 404.657,82 |
| Votorantim Corretora de Seguros S.A | SP | R$ 530.000,00 |
| BV Leasing Arrendamento Mercantil S.A. | SP | R$ 290.000,00 |
| EBAZAR.COM.BR. LTDA | SP | R$ 221.404,68 |
| Basf S.A. | SP | R$ 220.000,00 |
| MERCADOLIVRE.COM ATIVIDADES DE INTERNET LTDA | SP | R$ 28.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Este projeto pretende viabilizar a 1ª edição do PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS, com foco na premiação de 100 (cem) trabalhos artísticos realizados por artistas individuais e 50 (cinquenta) por grupos ou coletivos artísticos, num total de 150 (cento e cinquenta) prêmios nas seguintes categorias: Música Instrumental, Artes cênicas, Artes visuais, Literatura, Audiovisual e Patrimônio imaterial. As propostas serão inscritas via edital e avaliadas por uma comissão curatorial. Os selecionados receberão prêmios de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) na categoria individual e R$ 10.000,00 (dez mil reais) na categoria de grupos ou coletivos.
Ficha técnica
COMISSÃO CURATORIAL (CURADORES):DIREÇÃO ARTÍSTICA: Adriana Barbosa (coordenação de todos os curadores)MÚSICA INSTRUMENTAL: Romulo Alexis, Ana Karina Sebastião e Miss TacacáARTES VISUAIS: Nabor Jr., Renata Felinto, Ana LiraARTES VISUAIS - CULTURA GEEK: Anne Quiangala, Andreza Delgado e Alexandre Di MaioARTES CÊNICAS: Luciane Ramos Silva (Lulli Ramos), Sidney Santiago e Lupita AmorimLITERATURA: Ana Lucia Silva Souza e Eliana Alves CruzAUDIOVISUAL: Erika Candido, Janaina Oliveira, Chica Andrade e Felipe SáPATRIMÔNIO IMATERIAL: Oswaldo Faustino, Mãe Beth de Oxum e Diego Summer Rômulo Alexis | Música InstrumentalRômulo Alexis, artista multimídia, músico improvisador e pesquisador de processos…Ver a ficha técnica completa (18.036 caracteres)
COMISSÃO CURATORIAL (CURADORES):DIREÇÃO ARTÍSTICA: Adriana Barbosa (coordenação de todos os curadores)MÚSICA INSTRUMENTAL: Romulo Alexis, Ana Karina Sebastião e Miss TacacáARTES VISUAIS: Nabor Jr., Renata Felinto, Ana LiraARTES VISUAIS - CULTURA GEEK: Anne Quiangala, Andreza Delgado e Alexandre Di MaioARTES CÊNICAS: Luciane Ramos Silva (Lulli Ramos), Sidney Santiago e Lupita AmorimLITERATURA: Ana Lucia Silva Souza e Eliana Alves CruzAUDIOVISUAL: Erika Candido, Janaina Oliveira, Chica Andrade e Felipe SáPATRIMÔNIO IMATERIAL: Oswaldo Faustino, Mãe Beth de Oxum e Diego Summer Rômulo Alexis | Música InstrumentalRômulo Alexis, artista multimídia, músico improvisador e pesquisador de processos criativos nas linguagens artísticas de visuais e performance. Ro?mulo Alexis se iniciou na música de invenc?a?o em profunda relac?a?o com o Free Jazz a? partir de 2008 na banda JazSmetak que o levou para a pesquisa da mu?sica contempora?nea na?o acade?mica. Desenvolve os projetos Radio Diaspora, duo de Free Jazz e improvisac?a?o livre com o baterista Wagner Ramos; Di?ade, duo de intervenc?a?o urbana com a artista do corpo Thais Ponzoni; co-dirige o grupo Membrana Experimental Fiat Lux que desenvolve performances, workshops e vive?ncias audiovisuais desde 2009. E? um dos fundadores do Circuito de Improvisac?a?o Livre de Sa?o Paulo e atua assiduamente em projetos de performance, video-arte e trilhas sonoras para danc?a e cinema. Atualmente trabalha com Chico César, Arrigo Barnabé e como integrante do programa "Conversa com Bial" na Rede Globo TV.Ana Karina Sebastião | Música InstrumentalAna Karina Sebastião é musicista, aos 12 anos, iniciou seus estudos de Contrabaixo Elétrico, ingressando na antiga Universidade Livre de Música (ULM), Hoje EMESP Tom Jobim. Participou de diversos festivais de música como integrante do Banda D’Brothers. Transita pelos mais diversos gêneros musicais, tendo tocado ao lado de grandes nomes da música nacional e internacional. Em 2016 foi convidada pelo músico Chico César a integrar sua banda, interpretando o disco "Estado de Poesia". Foi Baixista e Backing Vocal do programa "Na Voz Delas" nas temporadas 1, 2 e 3 e do programa "Samantha Canta" transmitidos pelo Canal Bis/Multishow. Participou de diversos Festivais e se apresentou em diversos países.Miss Tacacá | Música Instrumental23 anos, travesti paraense, MultiArtista, desde 2018 vem trazendo como carro chefe ritmos eletrônicos da região norte como Tecnomelody, Tecnobrega e Eletrotecno.Já fez eventos como Close Fest, TakaNight e Tecnotaka que já realizou mais de 13 eventos na cidade de Belém, produtora da TESÃOZINHO INICIAL e Diretora de eventos da galeria de arte HOA.Como atriz dirigiu e estrelou seu próprio filme para o festival Burning Man, que está disponível no site do sesc e uma série em seu canal no IGTV chamado BUNEKA DI NEKA, como modelo já participou de clips com artistas nacionais como Mateus Carrilho e Gretchen. Já desfilou para Vicenta Perrotta e Weider Silvero, já tocou em eventos pelo Brasil na cidade de Belém/ São Paulo/ Belo Horizonte/Recife/Goiânia/Recife/Manaus, entre elas, Coquetel Molotov, Batekoo, Mamba Negra, Chernobyl, Bloco do Mancha, Bloco das Bandidas, PopPorn, Buero, Diagonal, MARSHA!, e fez a trilha do desfile da Vicenta Perrotta, do Weider Silvero e do FKWALLYS na Casa de Criadores 2020/2021/2022, e sets para fora do Brasil como Berlim (DEADHYPE), Portugal (UM/QUARTO CLUB), México(DESCULONIZACION), Chile(POLVO CLUB), Londres(KIKO KOSTADINOV), Suíça (FESTIVAL IN/OUT), EUA (BURNING MAN 2020), TOKYO(Ether Tokyo 2022) entre outros, além de ter produzido durante a pandemia o primeiro festival LGBT+ online com 42 artistas paraenses!Nabor Jr. | Artes VisuaisNabor Jr., Jornalista especializado em jornalismo cultural e fotógrafo, é fundador e o responsável por criar, dirigir e fazer a captação de imagens e edição dos vídeos da revista O Menelick 2o Ato, de modo geral, a imprensa costuma fazer vista grossa para o cenário afro-brasileiro atual. Então, inspirado num modelo inovador de imprensa negra do jornal Menelick, fundado em 1915, Nabor criou seu próprio editorial que, além de promover música, teatro, cinema, artes plásticas, moda, literatura e poesia afrodescendentes, costuma convidar jovens artistas visuais negros para produzirem suas capas. Atua também como editor da revista ?Legi?tima Defesa – Uma revista de Teatro Negro? e é membro do Núcleo de Comunicação do Museu Afro Brasil.Renata Felinto | Artes VisuaisArtista visual, pesquisadora e professora - Doutora em Artes Visuais IA/UNESP - Especialista em Curadoria e Educação em Museus de Arte MAC/USP - Fellowship Post-Doctoral Center for Africana Studies, University of Pennsylvania - Professora adjunta Licenciatura em Artes Visuais e PROFARTES URCA/CE - Colaboradora na Especialização em Gestão Cultural Contemporânea Escola Itaú - Associada ABCA. 3ºPrêmio Select de Arte e Educação e Prêmio PIPA 2020 com participações exposições no Brasil e no exterior.Ana Lira | Artes Visuais(Caruaru, 1977. Vive e trabalha no Brasil) é artista visual, fotógrafa, curadora, rádio host, escritora e editora baseada no Brasil. É especialista em comunicação social pela UFPE com ênfase em Teoria e Crítica de Cultura. Possui uma prática baseada em processos coletivos e parcerias há mais de vinte anos. Nestas iniciativas, dedica-se a fortalecer práticas colaborativas de criação, as escutas das coletividades em que está envolvida, as dinâmicas culturais relacionadas com as sensibilidades cotidianas e as entrelinhas das relações de poder que afetam nosso processo de comunicação e a forma como produzimos conhecimento no mundo.Anne Quiangala | Artes Visuais - Cultura GeekÉ idealizadora do Preta, Nerd & Burning Hell – um blog sobre #nerdiandade Preta e Feminista (2014 até o presente) e uma das poucas fãs da série Birds of Prey, só tem itens da DC, mas é marvete. Mestra em literatura pela UnB, doutoranda em estudos do horror negro, estuda o discurso do horror escritos por mulheres negras.Andreza Delgado | Artes Visuais - Cultura Geek27 anos, baiana. Diretora Criativa na Irmãos Delgado, hub criativo que cria estratégia de comunicação e cobertura para shows e festivaisSócia fundadora da Perifacon, a primeira convenção nerd das favelas, criadora do Portal Perifacon, voltado para cultura POP. Uma das responsáveis pela Copa das Favelas, evento de esportes eletrônicos voltado para a periferia, premiado em 2021 como melhor projeto social geek.Fundadora da Gamer Perifa, iniciativa que democratiza os games. Trabalha como curadora e chegou a ser premiada pela campanha na qual participou: "Vivo: Fábulas da Conexão?. Também é apresentadora do podcast Lança a Braba.Alexandre Di Maio | Artes Visuais - Cultura GeekAlexandre De Maio começou sua carreira no jornalismo editando revistas de Hip-Hop de 1999 a 2009.Em 2006 lançou seu primeiro livro, uma HQ chamada ?Os inimigos não mandam flores'' (Ed. Pixel).Nesse mesmo período começou a dirigir videoclipes.Em 2010 entrou no início do site Catraca Livre onde se tornou sócio, e hoje, é Diretor de Audiovisual e Projetos.Desde 2010 vem desenvolvendo uma carreira paralela de Jornalismo em Quadrinhos trabalhando para os principais veículos de comunicação do país como Estadão, Folha, Veja, entre outros, e especialmente a Agência Pública onde ganhou o Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo, em 2013, pela reportagem ?Meninas em jogo? sobre exploração sexual infantil.No mesmo ano lançou a HQ Desterro (Ed.Anadarco). Em 2016 foi a França a lançar três livros, Génération Favela (Ed. Ateliers Henry Dougier), Jesuis Rio e a versão francesa do Desterro (Ed. Anacaona).Em 2017 ganhou o prêmio "Amico Rom" na Itália pelas ilustrações do Guia Cigano.Em 2018 lançou seu primeiro livro solo de jornalismo em quadrinhos, intitulado Raul (Ed. Elefante). Entre 2011 e 2020 fez diversas animações para documentários, como no recente Amarelo do Netflix. Em 2021 ganhou o Prêmio Ciência e Saúde do The International Center for Journalists (ICFJ) na categoria inglês com uma matéria em quadrinhos sobre a Covid nas periferias paulistas, concorrendo com 672 inscrições de todo o mundo.Luciane Ramos Silva (Lulli Ramos) | Artes CênicasLuciane Ramos Silva, bailarina, antropóloga, intérprete-criadora e pesquisadora. Baseando-se em corporeidades africanas e afro-diaspóricas, articula as ideias de pluralidade, movimento e transformação em seus trabalhos. Sua produção evoca a ancestralidade negra presente na cultura de países que, como o Brasil, viveram a experiência colonial. O encontro entre dança e antropologia ocorre durante a graduação em ciências sociais, na Universidade de São Paulo (USP). Nessa época, inicia os estudos sobre religiosidades afro-brasileiras e atribui ao simbolismo mítico das danças dos orixás as referências estéticas e poéticas que marcam sua trajetória artística e intelectual. As produções artísticas de Luciane Ramos Silva são permeadas pela relação considerada intrínseca entre sujeito, cultura e coletividade, de forma que movimentos e gestos revelam elementos ligados à ancestralidade.Sidney Santiago | Artes CênicasSidney Santiago Kuanza é ator premiado no cinema, teatro e na área da publicação. Formado pela EAD/ECA-USP, atua como diretor, dramaturgo, professor, pesquisador e apresentador. É cofundador da Cia Os Crespos, que há 16 anos pesquisa, promove e produz Teatro Negro no Brasil em diálogo com a Diáspora. Suas pesquisas compreendem: ?O Negro no Teatro brasileiro/ Mídia e Racismo/ O audiovisual negro brasileiro e as personalidades negras dos palcos brasileiros nos séculos 19 e 20. Lupita Amorim | Artes CênicasLupita Amorim, 24 anos. Graduada em Ciências Sociais na Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT; Coordenadora do Coletivo Negro Universitário da UFMT; Integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Relações Raciais e Educação- NEPRE/UFMT.Ana Lucia Silva Souza | LiteraturaCria dos movimentos negros. Professora efetiva Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia. Graduada em Ciências Políticas e Sociais - Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Pós doutoranda em Linguística Aplicada - UECE, Pós doutora em Linguista Aplicada – UNB. Doutorado em Linguística Aplicada - Unicamp. Mestrado em Ciências Sociais – PUC_SP. Na trajetória movimenta pesquisas em estudos dos letramentos, relações raciais, hip-hop e juventudes, com foco em educação, formação inicial e continuada de professoras/es. Integra a Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as - ABPN. Faz parte do corpo diretivo da Ação Educativa. Tem desenvolvido curadorias ligadas a linguagens e literatura, entre elas algumas edições do Encontro Paulista de Hip Hop - Secretaria de Cultura do estado de SP. Tem, entre outras publicações individuais ou conjuntas: Letramentos De Reexistência. Poesia, Grafite, Música, Dança: Hip Hop, Ed Parábola, Letramentos no ensino Médio – Ed. Parábola. Vozes Juvenis: Reexistência – Ed. Segundo Selo, Escrita de Mulheres Negras em conta – Gotas Sobre Futuros – Ed Langage.Eliana Alves Cruz | LiteraturaEliana Alves Cruz é carioca, escritora, roteirista e jornalista pós graduada em comunicação empresarial. Foi a ganhadora do Prêmio Jabuti 2022 na categoria Contos, pelo livro ?A vestida?. Seu romance de estreia, Água de barrela, ganhou o Prêmio Oliveira Silveira de 2015, da Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura, e foi menção honrosa do Prêmio Thomas Skidmore 2018, do Arquivo Nacional e da universidade americana Brown University.Erika Candido - Kilomba Produções | AudiovisualErika Candido é diretora executiva da Kilomba Produções, uma produtora especializada em desenvolver e produzir narrativas no mercado audiovisual brasileiro, com a missão de formar equipes majoritariamente negres. Assina a direção do longa-metragem ?Elza Infinita?, produzido para o GNT, premiado no Festival Internacional de Cinema de Nova York em 2022. Entre seus trabalhos de produção destacam-se: ?A vida invisível? de Karim Ainouz, filme premiado em Cannes em 2019 e pré-selecionado como filme estrangeiro para concorrer ao Oscar em 2019; ?O Estopim", de Rodrigo Mac Niven, longa metragem premiado no Emmy Awards em 2016; ?KBELA? de Yasmin Thayná, eleito melhor curta-metragem da Diáspora Africana da Academia Africana de Cinema (AMAA Awards 2017), além de ter participado como filme convidado de diversos festivais internacionais; e ainda o longa-metragem ?Quadro Negro?, que estreou na Premiere Brasil do Festival do Rio em 2021. Além dos filmes, foi produtora do Encontro Internacional de Cinema Negro Zózimo Bulbul durante cinco edições. Em 2023 foi selecionada para a segunda turma do programa NICHO Executiva, organizado pela NICHO 54, projeto focado na formação de produtoras executivas negras que atuam no mercado audiovisualbrasileiro e internacional. É membra do conselho da Escola Pública de Cinema de Fortaleza, e desenvolve em alguns territórios o programa "Produção, tá na escuta?" com intuito de compartilhar saberes e tornar acessível processos e informações que ajudam a tornar o audiovisual mais acessível para pessoas negres e periféricas.Janaina Oliveira - Associação Apan | AudiovisualJanaína Oliveira ReFem - Roteirista, Diretora e mestra em Cultura e Territorialidades (UFF). Atualmente é Vice presidenta da APAN Associação de Profissionais do Audiovisual Negro e está analista de mercado e RH na Raio Agency.Em seu processo formativo teve como mestres Zózimo Bulbul, Manthia Diawara, Eduardo Coutinho, Ana Maria Gonçalves, João Moreira Sales, Paula Gaitán, Antônio Molina, Viviane Ferreira, Bernardo Oliveira, entre outres. Seu trabalho mais recente é o curta-metragem docficção Joãosinho da Goméa o Rei do Candomblé, 2020/RJ.Foi selecionado para mais 50 festivais nacionais e internacionais e também foi distribuído pela Vitrine Filmes para exibições em salas comerciais de cinema.Chica Andrade | AudiovisualChica Andrade é uma diretora, autora e roteirista brasileira. Co-dirigiu Segura Essa Pose, série documental original da Globoplay. É diretora e co-roteirista de House Of Hilton, documentário de longa metragem sobre Erika Hilton.Estamos Todos Aqui, seu primeiro curta ficcional, esteve elegível ao Oscar em 2018, recebeu prêmios em 42 festivais renomados como Kurzfilmtage Winterthur, La Plata e Gramado. O curta também abriu a sessão do filme Bacurau, na Noite do Cinema Brasileiro em Cannes.Recebeu o prêmio de melhor projeto de série no 1º Negras Narrativas, iniciativa da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro, e foi curadora de roteiros no FRAPA 2023.Felipe Sá | AudiovisualFormado em Relações Públicas pela UERJ. Pós-graduando em Maketing e Mídias Digutais pela FGV. Atualmente é líder de grupo étnico racial do Grupo Globo. Trabalha há 10 anos no mercado audiovisual com passagens pela TNT Sports, Playboy do Brasil, Canal Brasil, Responsabilidade Social Globo e atualmente atua na área de Diversidade e Inovação em Conteúdos nos Estúdios Globo.Articulador e coordenador geral do Negritudes 22 - maior evento sobre narrativas negras feito pela Globo. Atuou nas Pautas de cultura de doação e cessão de mídia gratuita para ONGs, Institutos e Associações do terceiro setor.Em 2022 pela área de Responsabilidade Social da Globo atuou em eventos como Movimento LED e Criança Esperança.Consultor de diversidade do Prêmio Multishow 2022 e integra o Comitê Curador do Lanani - Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o Audiovisual da FLUP.Oswaldo Faustino | Patrimônio ImaterialJornalista, há mais de 40 anos – foi repórter da Agência Folhas e de O Estado de SP, entre outros, editor de Cultura do Diário Popular, subeditor do caderno Tempo Livre, da revista Visão e colaborador da revista Raça Brasil, por 20 anos –; bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo. Participou do NEINB/USP-Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro, da Universidade de São Paulo; ator; contador de histórias; ativista do movimento negro; foi relator da Pré-Conferência ?O papel dos meios de comunicação e de entretenimento no combate ao racismo?, da Fundação Cultural Palmares (1999), para substanciar o documento brasileiro apresentado na Conferência da ONU, em Durban, África do Sul, em 2001.É autor de 12 livros infantis e juvenis pautados na história e na cultura afro-brasileiras, dois dos quais didáticos, sobre Africanidades, voltados um ao ensino fundamental e o outro ao ensino médio, escritos em parceria com três especialistas nesta área do conhecimento.Mãe Beth de Oxum | Patrimônio ImaterialMãe Beth de Oxum é Iyalorixá do Ilê Axé Oxum Karê, mestra coquista e comunicadorapernambucana, com mais de 30 anos de atuação em Olinda. Há 22 anos, fundou a Sambada de Coco no bairro do Guadalupe junto com seus filhos e seu companheiro, o músico Quinho Caetés. O Coco de Umbigada acontece mensalmente e é um importante movimento de valorização da cultura popular nordestina. Também é fundadora do Afoxé Filhos de Oxum, um dos primeiros a incluir mulheres na percussão.Diego Summer | Patrimônio ImaterialNatural de Araguaína-Tocantins. Produtor Cultural, folclorista popular. Diretor Artístico, Ator, Performance, Dramaturgo e Bailarino.Formado no Estúdio de Treinamento Artístico (ETA), Oficina Os Satyros 2015, Oficina Shakespeare 2016 e Curso de Produção cultural Tomie Ohtake 2017.No ano de 2009, trabalhou na encenação Paixão de Cristo com a Cia Ciganos de teatro. ( Araguaína-To).Fundou a Cia.Contraste em 2014.Em 2018, cantou na ópera Carmen de Bizet com o coral da Cidade de São Paulo. Ainda em 2018 é indicado ao Prêmio de melhor Figurino com Geuves Correia. Espetáculo "Sertão Encantado. 2019 Cria Sertao Poesias e Versos, uma nossa pesquisa em cima da manifestação popular trazendo um show que mistura o forró pé de Serra com a Poesia de Cordel. Já em 2020 é premiado com seu Solo Configurações o Manifesto, no Festival Palco Presente. 2021 é indicado como o melhor Musical de Cultura Popular em Sp. Prêmio Arcanjo de Cultura. Em 2022 recebi o troféu de melhor folclorista Popular no Prêmio Sacode Poeira de Cultura.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de INSTITUTO FEIRA PRETA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Instituto Feira Preta - Plano Bianual de Atividades 2025/2026 · aprovado em 2024 | R$ 8.660.000,00 |
| Instituto Feira Preta - Plano Anual de Atividades 2023 · aprovado em 2023 | R$ 6.615.359,31 |
| 2º Prêmio Pretas Potências · aprovado em 2024 | R$ 970.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 204015. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.