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Plano Trianual | Casa do Povo 2021/2023

Apresentado por INSTITUTO CULTURAL ISRAELITA BRASILEIRO, de São Paulo (SP). Aprovado em 2020, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “67630541000174MEDCORP HOSPITALAR LTDA. pagou R$ 32.000,00, destacado na lista de quem pagou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 2.779.764,43recebeu dinheiro em 2023.
Autorizado pelo MinistérioR$ 3.604.840,24o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2021 a 31/12/2023.

Quem pagou

101 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre as maiores doações, 87 pessoas físicas deram R$ 557.579,98; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
MEDCORP HOSPITALAR LTDA.SPR$ 32.000,00
GENOA CAPITAL GESTORA DE RECURSOS LTDASPR$ 490.000,00
VERDE ASSET MANAGEMENT S.A.SPR$ 350.000,00
CSN - Companhia Siderúrgica NacionalRJR$ 250.000,00
Itaú Corretora de Valores S/ASPR$ 250.000,00
CSN MINERACAO S.A.MGR$ 200.000,00
Machado, Meyer, Sendacz e Opice AdvogadosSPR$ 190.000,00
Banco Itaú BMG Consignado S.ARJR$ 150.000,00
ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A.SPR$ 100.000,00
V. FAIR TRADE COMERCIO E EXPORTACAO DE CALCADOS E ACESSORIOS LTDA. - EPPRSR$ 93.000,00
NUCLEO CAPITAL LTDA.SPR$ 75.000,00
Matulja Comunicação e Editoração Ltda - MESPR$ 33.583,02
JLL CORRETAGEM E TRANSACOES IMOBILIARIAS LTDASPR$ 8.571,43

O que o projeto diz que faz

Esta proposta apresenta as atividades a serem realizadas na Casa do Povo em 2021. As ações contempladas visam preservar a memória da instituição e do bairro do Bom Retiro, assim como fomentar novas práticas e pesquisas artísticas e culturais. A programação cultural considera também programação educativa, acessibilidade e manutenção e conservação do equipamento cultural.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e será remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados PRONAC 1410908, 158527, 163898, 177223, 185145 e 193030. Realização/Coordenação Geral: Instituto Cultural Israelita Brasileiro/Casa do PovoA Casa do Povo é uma associação cultural sem fins lucrativos que existe desde 1946. Foi construída logo após a Segunda Guerra Mundial por meio de um esforço coletivo da comunidade judaica progressista recém-chegada no bairro do Bom Retiro. Atualmente, é formada por uma rede de associados, uma diretoria…Ver a ficha técnica completa (5.627 caracteres)

O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e será remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados PRONAC 1410908, 158527, 163898, 177223, 185145 e 193030. Realização/Coordenação Geral: Instituto Cultural Israelita Brasileiro/Casa do PovoA Casa do Povo é uma associação cultural sem fins lucrativos que existe desde 1946. Foi construída logo após a Segunda Guerra Mundial por meio de um esforço coletivo da comunidade judaica progressista recém-chegada no bairro do Bom Retiro. Atualmente, é formada por uma rede de associados, uma diretoria voluntária, um conselho deliberativo e uma equipe responsável pela gestão, programação e manutenção da instituição. Há mais de 60 anos, atua como lugar de memória e centro cultural em sintonia com o pensamento e a produção artística contemporânea. A programação da Casa do Povo é flexível e se adapta a cada projeto. Direção Artística: Benjamin SeroussiVive e trabalha em São Paulo, Brasil. Curador, editor e gestor cultural. Dedica-se ao projeto cultural de gestão coletiva Casa do Povo, no Bom Retiro. Foi coordenador regional e ao programa para América do Sul da Fundação Suíça para a Cultura, Pro Helvetia (2017-2019). Integrou a equipe de curadores da 31ª Bienal de São Paulo (2014) e foi diretor de programação do Centro de Cultura Judaica (2009 - 2012). É mestre em sociologia pela École Normale Supérieure e École de Hautes Études en Sciences Sociales e em Gestão Cultural pela Sciences-Po. Coordenação de projetos: Marilia LoureiroFormada em Relações Internacionais pela PUC-SP, com parte dos estudos na Sciences-Po Paris e máster no Programa de Estudos Independentes do MACBA de Barcelona em parceria com a Universidade Autônoma de Barcelona. Transita entre curadoria, pesquisa e crítica de arte. Foi assistente curatorial no MAM-SP e no MASP, atuou em espaços independentes como o Ateliê397 (SP), Casa Tomada (SP) e CAPACETE (RJ). Foi curadora do lugar a dudas (2015-2016), em Cali e realizou as exposições de Danilo Dueñas e Herlyng Ferla no Pivô em 2017 e organizou parte dos programas públicos da 33 Bienal de São Paulo. Foi assistente curatorial na exposição antológica de Cildo Meireles ?Entrevendo? no Sesc Pompeia em 2019. Coordenação de Comunicação: Ana Carolina DruweFormada em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP. Integrou o educativo de instituições culturais como Fundação Bienal São Paulo, Sesc Pompéia e Instituo Tomie Othake e trabalhou com produção audiovisual na O2 Filmes e Prodigo Filmes. Atualmente faz parte da equipe da Casa do Povo atuando na produção e comunicação. Direção de Produção: Marcela Amaral É gestora cultural formada em Artes Plásticaspela FAAP e em História pela PUC, com especialização em Gestão de Bens Culturais pela FGV-SP. Trabalhou em importantes galerias como Nara Roesler e Galeria Millan, escritórios de produção como Arte 3 e instituições de destaque do circuito de São Paulo como MIS, Paço das Artes e Fundação Bienal. Como autônoma, esteve envolvida em grandes eventos como a 27a e 29a Bienal de São Paulo, II Fórum Internacional de Bienais, Fórum de Galerias e outros eventos culturais em diferentes localidades no Brasil e fora dele. Nos últimos três anos, esteve à frente do núcleo de Planejamento e Operação da Fundação Bienal de São Paulo e hoje é diretora de operações na Casa do Povo. Coordenação editorial do jornal Nossa Voz: Isabela RjeilleÉ curadora, crítica e editora. Atualmente integra a equipe curatorial e editorial do Museu de Arte Assis Chateaubriand; é editora do jornal Nossa Voz / Casa do Povo (São Paulo). Foi assistente curatorial da 32ª Bienal de São Paulo - Incerteza Viva; curadora das exposições TOTEMONUMENTO, na Galeria Leme (2016); O que caminha ao lado, Sesc Vila Mariana (2015). Foi curadora assistente da exposição Artevida (2014) que aconteceu no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Casa França Brasil e Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura. Teatro: Martha KissMartha Kiss Perrone, diretora e atriz. Formada em Artes Visuais e Teatro, sua pesquisa está no cruzamento entre teatro, performance e cinema. Concebeu e dirigiu os espetáculos Rózà ( indicado ao prêmio Shell (melhor iluminação) Revolta Lilith e Quando Quebra Queima, da coletivA ocupação, que circulou entre 2019/2020 em diversos Festivais e Teatros internacionais, como no Battersea Arts Centre, em Londres e no Centre National de la Danse, em Paris. Trabalhou como diretora de arte e co-roteirista dos filmes Elena ( premiada como melhor direção de arte no Festival de Brasília ) e Olmo e a Gaivota de Petra Costa e Êxtase de Moara Passoni. Na França acompanhou a criação do grupo Théâtre du Soleil do espetáculo Les Naufragés du Fol Espoir. Em Berlim Integrou o projeto Brasil - Alemanha, Haut aus Gold, no Maxim Gorki Theater, sob direção de Tilman Kohler com o Tablado de Arruar, grupo que foi co-fundadora. É diretora da coletivA ocupação, grupo formado por estudantes, atores e performers que se conheceram durante o movimento secundarista. Dirigiu as performances Só me convidem para uma revolução onde eu possa dançar, para a MIT São Paulo e Pacha Harvey Mama Zulu em colaboração com Morena Nascimento. Foi convidada pelo Festival TransAmérique (Canadá) para integrar o "Cliniques Dramaturgiques", núcleo de oficinas de dramaturgia para artistas locais. Atualmente está colaborando na dramaturgia do novo projeto do diretor suíço Milo Rau, Antígona na Amazônia e dirigindo o novo solo do ator e dançarino Felipe Soares.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
Plano Plurianual - Casa do Povo 2024/2026 · aprovado em 2023R$ 2.462.185,37

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 203923. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.