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CICLO EXPOSITIVO DA ARTE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA

Apresentado por INSTITUTO DE CULTURA CONTEMPORANEA - ICCO, de São Paulo (SP). Aprovado em 2020, na categoria exposição de artes visuais. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “GRUPO MULHERES DO BRASILCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.081.041,39recebeu dinheiro em 2023.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.081.041,39o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2023 a 30/09/2024.

Quem pagou

6 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 3 pessoas físicas deram R$ 741.370,49; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
SOLENIS ESPECIALIDADES QUIMICAS LTDA.SPR$ 250.000,00
Messem Agente Autonomo de Investimento S/S LTDARSR$ 80.000,00
CCP - CASA DE CULTURA DO PARQUE LTDASPR$ 9.670,90

O que o projeto diz que faz

O Ciclo Expositivo da Arte Contemporânea Brasileira é composto por doze exposições de artes visuais com desdobramentos educativos. A proposta também contempla os custos operacionais para o pleno funcionamento e execução das atividades aqui propostas no espaço Casa de Cultura do Parque, incluindo custos de produção, montagens e desmontagens, divulgação e gestão do projeto.

Ficha técnica

A dirigente Maria Regina Amaral Pinho de Almeida será responsável por toda a gestão e processo decisório projeto de forma voluntária. Maria Regina Pinho de Almeida – Diretora executiva Colecionadora de arte contemporânea latino-americana, Regina Pinho de Almeida é também a fundadora e presidente do ICCo - Instituto de Cultura Contemporânea - instituição sem fins lucrativos fundada há cinco anos, com o objetivo de realizar ações culturais de caráter contemporâneo que promovam a valorização da experimentação artística brasileira, o intercâmbio internacional e o resgate da memória cultural de seu país. É integrante do a Conselho do MASP, patrona da Pinacoteca do Estado de São Paulo, membro do Núcleo Contemporâneo do MAM/SP, e acionista do portal de cultura O Beijo. Cláudio Cretti – Diretor artístico Artista e professor. Já realizou exposições em espaços como a Pinacoteca do Estado, São Paulo, MAM, São Paulo, MAC, São Paulo, CCSP, entre outros. Fez parte da equipe de coordenação do serviço educativo do Instituto Tomie Ohtake de 2003 a 2009, onde esteve a frente do serviço de atendimento ao público e dos cursos de formação do Espaço do Olhar. Foi curador de programação educativa do Paço das Artes de 2010 a 2012. Ministrou cursos em espaços como o Centro Cultural Banco do Brasil, Oficina Cultural Oswald de Andrade, e no Centro de Formação da Escola da Vila em São Paulo, onde foi professor de 1995 a 2009. Realizou ainda projetos de ações educativas para diversas exposições para o Sesc - Pinheiros, Bom Retiro, São José do Rio Preto, entre outros. Atualmente é diretor artístico do ICCo. Natalia Harue Kondo - Coordenadora executiva Licenciada em Artes Visuais e especialista em Produção Cultural pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP, trabalhou durante seis anos no departamento de comunicação - FACOM da mesma fundação, em São Paulo; foi coordenadora de produção do Instituto de Cultura Contemporânea - ICCo e da Confederación Sindical dos Trabajores y Trabajadoras de las Américas - CSA. Viveu na Espanha e Japão onde trabalhou como assistente nas galerias Senda, em Barcelona e Arataniurano, em Tóquio. Atualmente é coordenadora executiva do ICCo. Gabriel Campos – Programador De formação eclética nas Humanidades, passou pelo cinema da FAAP e da EICTV, em Cuba, fez mestrado na Letras da USP e trancou um doutoramento em artes pela Universidade de Lisboa. Trabalha como roteirista de cinema, foi premiado na Itália e no Brasil, com os curtas-metragens Ferroada (2014) e Verão (2011) e com o longa-metragem Madrigal para um Poeta Vivo, ainda visitando festivais por diversas regiões do Brasil e da América Latina. Como expectador e pesquisador diletante, conhece e tem afinidades eletivas com grupos de teatro tão díspares nas suas linguagens como Cemitério de Automóveis e Companhia do Latão. Atualmente, trabalha na finalização de seu mais recente longa-metragem como roteirista e co-diretor, Praia do Silêncio e está buscando recursos para montar um seu primeiro texto dramatúrgico, Billy & Hannah. Mayra Oi Saito – Coordenadora educativa Estudou Artes Visuais na Faculdade de Belas Artes e Letras na Universidade de São Paulo. Trabalha desde 2004 com educação, arte e literatura em instituições de ensino formal e não formal. Trabalhou com mediação de obras em exposições, pesquisa e formação de educadores no Instituto Tomie Ohtake e na Fundação Bienal de São Paulo. Deu aula na Escola da Vila, ALEF-Peretz, Politeia e na Escola indígena Gwyrá Pepó na aldeia Guarani Mbyá de Tenondé Porã em Parelheiros-SP. Coordenou os educativos dos projetos Espaço de Leitura, Espaço de Convivência do Idoso, e Projeto Intergeracional do Fundo Social de São Paulo no Parque da Água Branca. Atualmente coordena o setor Educativo da Casa de Cultura do Parque, participa do projeto Yoga para Todes, que propõe a yoga como caminho de reflexão política e estudo da diversidade e inclusão, coordena o grupo de estudos feministas no Lugar de Ler e compõe a Lótus, coletiva feminista asiática pró-interseccional. Desiree Helissa Casali – Educadora sênior Está envolvida com praÌ?ticas de arte e educação desde 2012, trabalhando em diversas instituições culturais e coletivos (Memorial da Inclusão, Bienais de São Paulo, exposições e oficinas em SESC’s). Enquanto mulher com deficiência, busca em sua praÌ?tica refletir sobre os processos de inclusão com base no movimento social das pessoas com deficiência. Tem como foco abordagens que facilitem a compreensão sobre as barreiras atitudinais junto às praÌ?ticas de mediação e outras vivências, que envolvem o bordado, a arte e a educação, identidade, deslocamento e corpo. Recentemente, atuou como educadora no Espaço de Leitura, projeto idealizado por Tatiana Fraga; eÌ? fundadora do Coletivo Filomena, integra o coletivo Feminista Helen Keller e Yoga Para todos Brasil, idealizado por Vanessa Joda. Danilo de Paulo Santos – Designer É formado em Design Gráfico pela Universidade Anhembi Morumbi e dirige o mercurio.studio em São Paulo, colaborando com empresas e eventos nas áreas de cultura e terceiro setor. Co-dirige o ateliê gráficafábrica, abordando investigações gráficas diversas e facilitando oficinas. Selecionado para exposições de design como Bienal Iberoamericana de Diseño – Madrid (2016, 2018), Bienal Brasileira de Design Gráfico (2018) e para mostra coletiva “Como se pronuncia design” em português – Brasil hoje (Lisboa, 2017). Amarilio Junior – Produtor Estudou fotografia no CCA SENAC-SP. Atua como produtor, cenógrafo, designer gráfico e de objetos. Trabalhou como técnico de laboratório e estúdio no CCA SENAC. Foi produtor no Estúdio Milo onde desenvolveu materiais graficos e de cenografia para festivais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e o Museu da Imagem e do Som. Foi assistente de arte na Aba Filmes produzindo cenografia para cinema e publicidade. Foi editor da revista digital 2die4, que circulou em festivais de Barcelona e na FILE - SP. Atualmente faz assistência para artistas plásticos, é produtor cultural da Casa de Cultura do Parque e tem a marca de design de iluminação Gabinete Amarelo. João Augusto Guedes – Coordenador de comunicação É pós-graduando em arquitetura e urbanismo, com graduação na mesma área. Com experiência em gestão de comunicação no campo de artes visuais, atualmente compõe a equipe da Casa de Cultura do Parque nesta área. Atua também como designer gráfico e artista visual no campo de fotografia. Fernando Pereira – Assistente de comunicação Com graduação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tive experiências profissionais em instituições culturais como o Centro Cultural São Paulo (CCSP) e Museu de Arte Assis Chateaubriand (MASP), exercendo as funções de produtor audiovisual e ditorial, assessor de imprensa e social-media. Anteriormente, trabalhei na redação do portal de artes visuais O Beijo, onde colaborei como jornalista e desenvolvi matérias acerca do circuito de artes visuais, cinema e artes cênicas. Também fui colaborador da Revista Vaidapé, publicação independente fundada em 2012. Estefani Passos Rodrigues – Educadora É artista visual, nascida em 1995 em Campinas/SP, e reside hoje em São Paulo. Está cursando Artes Visuais – Bacharelado, na Faculdade Santa Marcelina, onde é cofundadora do coletivo feminista “Roda das Minas”. Escreveu o artigo “Pandemia X Arte e Feminismo”, publicado na PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente, é educadora na Casa de Cultura do Parque como educadora. Lucas Lago Scarabotto - Educador É artista visual, nascido em 2000 em São Paulo, onde reside até hoje. Está se graduando pela Faculdade Santa Marcelina, onde participou da exposição coletiva “Textura Viva” em 2019, e em 2020 fez parte do grupo “Colaboração e Arte Pública na Pandemia” da PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente estagia na Casa de Cultura do Parque como educador, acompanhando nas exposições e auxiliando na produção do material de vídeo e gráfico da casa. Se relaciona com diversas técnicas, desvinculando a ideia de “bordas” onde uma técnica termina e outra começa, e experimentando resoluções de uma técnica em outra. Dariane Lima – Educadora sênior É bacharel em Ciências Sociais na PUC-SP, direcionando sua pesquisa para temas como arte, política, educação e direitos humanos. Apresentou o trabalho de conclusão de curso sobre o tema “Teatro, Política e Educação: Perspectiva do teatro político e da educação como construção da consciência crítica”. Para desenvolver este trabalho pesquisou as companhias de teatro político em São Paulo no período de ditadura militar, realizando entrevistas e levantamento de dados nesse período histórico. Trabalhou no Centro de Documentação e Pesquisa (CEDIC) no projeto Brasil Nunca Mais digital, uma iniciativa que visa catalogar os processos judiciais do Superior Tribunal Militar sobre o período correspondente a tortura política ocorrida no país, no Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT) como pesquisadora responsável do tema relacionado a população em situação de vulnerabilidade social. Clais Ferreira – Contadora Contadora independente com experiência de mais de 20 anos em empresas do ramo de agronegócio, assessoria a assuntos do patrimônio familiar, rotinas de contabilidade, área fiscal e departamento pessoal a empresas comerciais, industriais, prestação de serviços e terceiro setor, assessoramento e representação administrativa a empresas internacionais com operações no Brasil. Integrante do Grupo Mulheres do Brasil participando ativamente nos grupos de empreendedorismo e lutas raciais.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de INSTITUTO DE CULTURA CONTEMPORANEA - ICCO

ProjetoLevantado
Arte e Escola · aprovado em 2023R$ 1.023.566,15
Arte e Escola · aprovado em 2024R$ 657.775,66

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 200758. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.