Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil - Plano Anual 2021, 2022 e 2023
Apresentado por SOCIEDADE BRASILEIRA DE CULTURA JAPONESA E DE ASSISTENCIA SOCIAL, de São Paulo (SP). Aprovado em 2019, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “59104760000191”TOYOTA DO BRASIL LTDA pagou R$ 438.440,00, destacado na lista de quem pagou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
20 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| TOYOTA DO BRASIL LTDA | SP | R$ 438.440,00 |
| Consórcio Nacional Honda Ltda. | SP | R$ 1.150.000,00 |
| NITERRA DO BRASIL LTDA | SP | R$ 1.000.000,00 |
| Fast Shop Comercial Ltda | SP | R$ 400.000,00 |
| MAYEKAWA DO BRASIL EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA | SP | R$ 236.000,00 |
| Yakult S/A indústria e comércio | SP | R$ 220.000,00 |
| Gazin Indústria e Comércio de Móveis e Eletrodomésticos Ltda. | PR | R$ 200.000,00 |
| Yamaha Administradora de Consorcios Ltda | SP | R$ 185.430,53 |
| Indústria Agrícola Tozan Ltda | SP | R$ 151.000,00 |
| CELULOSE NIPO-BRASILEIRA S/A | MG | R$ 145.000,00 |
| Banco de Tokyo-Mitsubishi UFJ Brasil SA. | SP | R$ 100.000,00 |
| YAMAHA MOTOR DO BRASIL LOGISTICA LTDA | AM | R$ 97.537,90 |
| Yamaha Motor do Brasil Ltda | SP | R$ 85.137,95 |
| YAMAHA MOTOR COMPONENTES DA AMAZONIA LTDA | AM | R$ 76.400,00 |
| Sakura Nakaya Alimentos Ltda | SP | R$ 67.200,00 |
| GUARANI AGROINDUSTRIA LTDA | GO | R$ 65.253,93 |
| MOL (BRASIL) LTDA | SP | R$ 50.000,00 |
| Mitsui Brasileira Importação Exportação Ltda | SP | R$ 50.000,00 |
| Yamaha Motor da Amazônia Ltda | AM | R$ 4.598,00 |
| TRBR INDUSTRIA E COMERCIO LTDA | SP | R$ 4.000,00 |
O que o projeto diz que faz
A presente proposta apresenta o plano anual de atividades 2020 do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil. O projeto contempla o período de um ano das atividades culturais regulares formado pela produção de uma exposição permanente (9 ° andar), produção do projeto Museu Vivo (acervo, pesquisa exposição temporária e mostra de filmes), estruturação do programa educativo da instituição, bem como a manutenção e atualizações prediais da instituição. O Museu Histórico da Imigração Japonesa é administrado pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social. Está localizado no bairro da Liberdade, em São Paulo/SP, dentro do prédio da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, ocupando o 3 °, 7 °, 8 ° e 9 ° andar.
Ficha técnica
Destacamos que, dos profissionais apresentados da Ficha Técnica, somente a equipe administrativa é remunerada (conforme indicação em planilha). Outros profisisoais administrativos também serão contratados para o desenvolvimento do Plano Anual, contrataçÃo CLT. Todo o corpo da Direção, Coordenação e PLanejamento atuam de forma voluntária, sem remuneração. Esses profissionais são os resposáveis pelas escolhas institucionais e artísticas do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, definindo em conselho geral quais serão as atividades oferecidas para o público pelo Museu. São esses profissionais também que tem um domínio e conhecimento exímio sobre o ríquissimo acervo da instituição que…Ver a ficha técnica completa (7.926 caracteres)
Destacamos que, dos profissionais apresentados da Ficha Técnica, somente a equipe administrativa é remunerada (conforme indicação em planilha). Outros profisisoais administrativos também serão contratados para o desenvolvimento do Plano Anual, contrataçÃo CLT. Todo o corpo da Direção, Coordenação e PLanejamento atuam de forma voluntária, sem remuneração. Esses profissionais são os resposáveis pelas escolhas institucionais e artísticas do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, definindo em conselho geral quais serão as atividades oferecidas para o público pelo Museu. São esses profissionais também que tem um domínio e conhecimento exímio sobre o ríquissimo acervo da instituição que é fonte para a criação de programação da instituição no que se refere as exposições temporárias e demais atividades. Os Cvs estão anexados em Documentos do Projeto Realização: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil Dirigente da Instituição: Renato Ishikawa Coordenação Geral: Lidia R. Yamashita, Roberto Y. Nishio Lidia R. Yamashita Coordenadora do projeto de digitalização dos registros de imigrantes japonese para o Centenário da Imigração Japonesa:2005-2007 ; Membro do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa: 2007-2019; Diretora da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social:2009-2011; Vice-Presidente da Comissão de administração do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil: 2007-2019; Presidente da Comissão de administração do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil : 2019-2021 Roberto Y. Nishio - Atividades voluntárias atuais: - Presidente da Fundação Kunito Miyasaka -Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social -Presidente do Instituto Brasil-Japão de Integração Cultural e Social - Vice-Presidente da Comissão de Administração do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil - Membro do Conselho Superior da Aliança Cultural Brasil-Japão - Membro do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira e Japonesa de Beneficência Santa Cruz - Vice-Presidente da Associação Nikkey de Golfe do Brasil - Membro do Conselho Deliberativo da Associação Naguisa de Cultura e Beneficência. Museugrafia e curador de Exposição de artes: Roberto Okinaka Roberto Okinaka, natural de São Paulo, capital (1956), é artista plástico, curador e museógrafo; atuante no cenário das artes visuais junto à comunidade de artistas e agentes culturais, especialmente de origem japonesa e nipo-brasileira. Em 1980, inicia-se na linguagem expositiva trabalhando no mercado de vitrinismo e projetos visuais de caráter comercial em grandes empresas, notadamente no setor da joalheria - como H. Stern Joalheiros, Ricardo Vega Joalheiros, Lapidação Gem Export do Brasil, Carolina Joias, Frankel Joias nas cidade de São Paulo; Rio de Janeiro; Belo Horizonte; Curitiba, entre outras. Contemplado com uma bolsa em 1987, Kempi Ryugaku Kenshushei da província japonesa de Nara, como estagiário na empresa Nomura Display, em Osaka, onde recebe treinamento técnico, participando de vários projetos de arquitetura e design. Em decorrência desta experiência, Okinaka ingressa no departamento de criação da SPD Meiji Design Center, importante empresa do ramo arquitetura e design em Tokyo. Permaneceu nesta função por quatro anos consecutivos. Ao regressar ao Brasil, em 1992, Okinaka realiza diversas participações em salões de arte contemporânea, como no Salão Bunkyo e Paulista de Arte Contemporânea, onde expõe suas produções autorais. Em 1996, o artista recebe a medalha de ouro deste salão, sendo contemplado com uma bolsa de viagem ao Japão, onde realiza exposições de seu trabalho artístico. Em paralelo a sua atividade artística, Roberto Okinaka atua na divulgação do conjunto de trabalhos artísticos realizados por seus pais, Alina Okinaka, pintora e Massao Okinaka, figura central no ambiente da arte nipo-brasileira, consagrado pintor de vinculação modernista, bem como professor da tradicional pintura sumi-ê. A aproximação com o curador e artista Emanoel Araujo ocorreu de forma simultânea a estas atividades, durante o período que este se tornou diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo, em 1992. Desde então, iniciou-se uma parceria profissional que se perpetua no Museu Afro Brasil até a atualidade por meio das atividades de museógrafo e assistente de curadoria. A dedicação de Roberto Okinaka em prol da repercussão, avaliação crítica e da crescente visibilidade da produção dos artistas japoneses e seus descendentes o levou a se tornar diretor cultural e presidente da Comissão de Artes Plásticas da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa (o já citado Bunkyo, de São Paulo), em 1994, e também convertendo-se em consultor e agente da inclusão de obras nipo-brasileiras em diversos museus, como a Pinacoteca do Estado de SP, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo( MAC /USP), entre outros. Esta atuação como artista plástico, curador e designer na formatação de exposições fez com que Okinaka se aproximasse de curadores, diretores de museus e críticos de arte como: Paulo Herkenhoff, Marcelo Araújo, Ricardo Ohtake e Maria Cecília França Lourenço. Além destes profissionais, Okinaka estabeleceu laços com diversas instituições tradicionais e de fundação recente, como Museu Rodin da Bahia, o Museu de Arte de Rio de Janeiro, MAR, o Instituto Tomie Ohtake, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo MAC-USP, a Pinacoteca do Estado de SP e o Museu Valencià de la Il-lustració i de la Modernitat, MuVIM, em Valência, Espanha, entre outras. Curador de conteúdo histórico: Shozo Motoyama Professor Titular Sênior do Centro de História da Ciência (CHC/USP); Diretor do CHC (1988-2009); Diretor do Museu Histórico de Imigração Japonesa no Brasil (1991- 1997, 2007-2011); Presidente do Centro de Estudos Nipo-Brasileiros (2004 – atual); Secretário Geral da Sociedade Brasileira de História da Ciência (1983-1989), Professor Titular Primaz de História da Ciência (USP - 1991), Membro Honorário do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola); Membro do Conselho Tecnológico do SEESP (Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo), Conselheiro Efetivo da CNTU (Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados), Membro do CONSEA/FIESP (Conselho Superior de Estudos Avançados/FIESP); especialista em história, filosofia e política da C&T - tem 35 livros publicados e duas centenas deartigos e comunicações, cerca de 1.100 citações no Google Scholar (2019). Museóloga: Andrea Andira Andréa Andira Leite é graduada em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESPSP. Especialização em Estudos de Museus de Arte no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Mestra em Museologia pelo Programa de Pós-graduação Interunidades em Museologia, também pela Universidade de São Paulo. Experiências com pesquisa em história da arte, documentação e conservação museológica e arquivística. Foi documentalista no Museu Afro Brasil, onde desenvolveu atividades de organização e catalogação do acervo museológico. É docente convidada na FESPSP. Direção de Planejamento e Produção Executiva: João Inoui Cenografia, design gráfico e multimidia: Horacio Enokihara Assessor Administrativo: Eduardo Kobayashi Conselho Consultivo: Dr. Kazuo Watanabe , Dr. TUYOCI OHARA TUYOCI OHARA Nascido em São Paulo, aos 31.03.1936 Advogado, formado na USP 1961 Tradutor Oficial para Japonês e Inglês Ex-Consultor Jurídico do Consulado do Japão por 40 anos Ex-Consultor Jurídico da JICA (Brasil) Ex-Presidente do Conselho Deliberativo da Soc. Bras. De Cult. Japonesa Diretor do Centro de Estudos Nipo-brasileiros Honrarias: a) Homenageado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão b) Condecorado por SM Imperador do Japão.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de SOCIEDADE BRASILEIRA DE CULTURA JAPONESA E DE ASSISTENCIA SOCIAL
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Bunkyo - Plano Anual de Atividades 2025 · aprovado em 2024 | R$ 2.082.781,00 |
| Bunkyo - Plano Anual de Atividades 2026 · aprovado em 2025 | R$ 552.787,35 |
| Bunkyo - Plano Anual de Atividades 2024 · aprovado em 2023 | R$ 438.900,01 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 193039. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.