Plano Anual 2020 - Instituto Core de Música
Apresentado por INSTITUTO CORE, de Joinville (SC). Aprovado em 2019, na categoria empreend ações educ-cult/capacitação/treinamento. Situação: análise financeira da prestação de contas.
onde aparece “83483230000186”SELBETTI TECNOLOGIA S.A. pagou R$ 5.000,00, destacado na lista de quem pagou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
19 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 8 pessoas físicas deram R$ 14.030,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| SELBETTI TECNOLOGIA S.A. | SC | R$ 5.000,00 |
| Cia Industrial H Carlos Schneider | SC | R$ 60.000,00 |
| CELESC DISTRIBUICAO S.A | SC | R$ 47.000,00 |
| GIASSI & CIA LTDA | SC | R$ 32.000,00 |
| Segalas Alimentos Ltda. | SC | R$ 20.000,00 |
| Laboratório Catarinense S.A. | SC | R$ 10.000,00 |
| J. MARTINELLI SOCIEDADE DE ADVOGADOS | SP | R$ 10.000,00 |
| Buschle e Lepper S.A. | SC | R$ 6.000,00 |
| GRANACO FUNDICAO LTDA. | SC | R$ 5.500,00 |
| PJB SERVICOS E ASSESSORIA NOTARIAL LTDA - ME | SC | R$ 1.200,00 |
| POUSATUR POUSADAS HOTEIS E TURISMO LTDA | SC | R$ 1.200,00 |
O que o projeto diz que faz
O Instituto Core de Música é uma associação sem fins lucrativos, dedicada a ações educacionais e culturais, nasceu com a missão de formar músicos de alto desempenho que irão integrar a Orquestras Infantojuvenil e a Orquestra Jovem, para compor a base de uma futura Orquestra Filarmônica profissional. Este Projeto tem como principal objetivo viabilizar a manutenção das aulas de música instrumental e o início das atividades da Orquestras Infantojuvenil. As atividades deste Plano Anual contemplam os seguintes produtos culturais: "Oficinas/aulas", "Apresentações Musicais", "Seminário/Encontro", com especialistas detentores de notório saber na área da música instrumental e ações de "Contrapartida Social". A instituição também promove a inclusão social por meio da formação musical e incentivo à prática coletiva de música.
Ficha técnica
O Instituto Core, declara para os devidos fins e direitos que realizará todas as atividades de gestão administrativa / técnico-financeira, por meio de seus funcionários contratados com os cargos/funções descritas a seguir: Vicente Resende Função: Diretor Presidente Remunerada: Sim (outras fontes de recurso) Engenheiro Mecânico pela UDESC, Mestre em Engenharia de Produção pela UFSC, possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Professor de Engenharia de Produção, como executivo atuou no desenvolvimento de processos de fabricação, matérias primas e produtos na indústria automotiva. Está na entidade desde o ano 2000 e à frente do Instituto Core desde março de 2016,…Ver a ficha técnica completa (17.035 caracteres)
O Instituto Core, declara para os devidos fins e direitos que realizará todas as atividades de gestão administrativa / técnico-financeira, por meio de seus funcionários contratados com os cargos/funções descritas a seguir: Vicente Resende Função: Diretor Presidente Remunerada: Sim (outras fontes de recurso) Engenheiro Mecânico pela UDESC, Mestre em Engenharia de Produção pela UFSC, possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Professor de Engenharia de Produção, como executivo atuou no desenvolvimento de processos de fabricação, matérias primas e produtos na indústria automotiva. Está na entidade desde o ano 2000 e à frente do Instituto Core desde março de 2016, instituição mantenedora da “Escola Internacional de Joinville” e do “Instituto Core de Música”. Sergio Tadashi Ogawa – Função: Maestro/Diretor Artístico Remunerada: Sim (outras fontes de recurso) Primeiro coordenador e regente da Orquestra Filarmônica Brasileira do Humanismo Ikeda – OFBHI. Em 1979, ingressou na Banda Infanto Juvenil, tendo como primeiro instrumento, a clarineta. Foi o precursor do projeto da futura orquestra, formando em 1983, o primeiro conjunto de cordas com 7 crianças, iniciando com elas o estudo do violino. Estudou Regência com Francisco Cabrerisso, Roberto Farias e interpretação musical com Walter Bianchi.A partir de 1990, quando o conjunto atingiu mais de 100 integrantes, assumiu a função coordenador e regente. Em 1992 formou uma primeira orquestra de câmara, e com esta regeu em estreia nacional a obra "O Alvorecer do Século da Humanidade" para piano e orquestra de autoria de Amaral Vieira, tendo como solista o próprio compositor. Em 1993, após 10 anos ininterruptos de dedicação, desde o início do projeto, aos 25 anos de idade, a atuação de Sergio Ogawa foi determinante na histórica fundação da Orquestra Filarmônica Brasileira do Humanismo Ikeda - OFBHI com a presença do próprio Dr. Ikeda, que estava em visita, para receber homenagens nas áreas da cultura e educação no Brasil e demais países da América do Sul. Na ocasião, com uma orquestra de jovens estudantes (média de 14 a 25 anos) regeu obra Sounds of innovation de Amaral Vieira (Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA, como Melhor obra sinfônica de 1993). Conduziu a OFBHI, concertos em diversas cidades do Brasil e no exterior, em importantes locais de concerto: Memorial da América Latina, Centro Cultural São Paulo, Parque da Paz no Ibirapuera. Em 1997 realizou a turnê na Argentina, nas cidades: Buenos Aires, La Plata e Córdoba. No ano seguinte, realizou dois concertos no Paraguai, em Assuncão, no Teatro da Embaixada Brasileira. Em ambas realizações, contou com o apoio do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério da Cultura do Brasil e de patrocinadores. Neste período gravou os dois primeiros CDs da OFBHI. Atuou nas funções de Coordenador Executivo e Regente Titular da OFBHI de 1993 a 1998. Teve a oportunidade de realizar intercâmbios e reger a OFBHI no Japão (Tóquio) em 2008, e nos Estados Unidos (Los Angeles) em 2012. Como consultor e regente, com foco na formação das futuras gerações vem desenvolvendo um trabalho de base, na formação de NDO - Núcleo de Desenvolvimento da OFBHI (crianças e jovens) fundando a partir de 2009, estes polos em diversas localidades do Brasil: Ribeirão Preto, Curitiba, Vale do Paraíba, Brasília e Belém. Hoje conta com mais de 300 integrantes em todo pais. A partir dos novos valores formados nestes polos, conduziu a criação da Academia Nacional (2012) reunindo jovens de várias regiões do Brasil, visando a formação de uma orquestra de jovens estudantes. Com a criação deste celeiro de novos talentos, em 2016, deu início ao processo de formação da futura Orquestra Jovem (com média de idade entre 15 a 25 anos). Karla Flores Função: Especialista em Negócios/Coordenação: Remunerada: Sim (Outras fontes de recursos) Formada em Economia pela Università di Studi di Firenze (Itália) e em Processos Gerenciais pela Universidade Castelo Branco. Possui especialização em Controladoria pela Universidade Federal do Paraná e também em Produção da Arte e Gestão da Cultura pela PUC/PR. Atuou durante 20 anos na área de gestão, dos quais, ao menos 10 em Controladoria. Ingressou na área artística compondo como flautista amadora no Núcleo de Desenvolvimento para Orquestra Filarmonica Brasileira do Humanismo Ikeda – Polo Curitiba. No ano seguinte assumiu como vice coordenadora do núcleo onde permaneceu até junho de 2017. Dentre as ações está a produção de um concerto no Teatro Guaíra do Paraná. O concerto reuniu 90 jovens músicos voluntários oriundos de sete estados brasileiros. Todos o concerto produzido através de patrocínio e sem fins lucrativos, com 100% da bilheteria gratuita. Cleomar Alves dos Santos Função: Analista Administrativo Pleno Remunerada: sim (outras fontes de recursos) MBA em gestão empresarial. Atua na função no Instituto Core desde maio de 2016. Responsável pelo departamento de compras, RH e infraestrutura. Daiane Aparecida Cardoso Belous Função: Assistente Administrativo Remunerada: sim (outras fontes de recursos) Graduada em Logística, atua na função no Instituto Core desde fevereiro de 2016. Eliane de Borba Função: Anal. Financeiro Remunerada: sim (outras fontes de recursos) Formada em Administração, possui especialização em Controladoria. Atua na função no Instituto Core desde dezembro de 2016. Josely Bark Função: Orientação Pedagógica Remunerada: sim (outras fontes de recursos) Graduada na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) Josely também participou de diversos cursos de piano no Brasil, na Alemanha e nos EUA. Foi pianista acompanhadora de grandes músicos e solista em orquestras brasileiras como a Orquestra Sinfônica do Paraná, da Escola de Música de Piracicaba e Camerata Florianópolis. Possui também Mestrado e Doutorado em Música na UNICAMP (SP) e já foi premiada em diferentes festivais, sendo o mais importante deles o 21º Concurso Internacional de Piano & Festival Bartók-Kabalevsky-Prokofiev (EUA). Abaixo todas as funções são remuneradas com recurso da ROUANET, nas rubricas de PROFESSORES e/ou QUARTETOS e QUINTETOS instrumentais formados por Professores. Jamil Bark – Coordenador de Sopros: Graduada pela EMBAP, onde hoje é professor. Após a sua graduação, estudou no Oberlin Conservatory of Music (EUA) e atuou como fagotista em orquestras, incluindo a Orquestra Sinfônica do Paraná e a Sinfônica do Estado de São Paulo. É mestre em música, pela ECA/USP, e doutor em música pela Universidade Estadual de Campinas. O músico participou de festivais de música em diversas cidades; foi vencedor do VII Concurso Jovens Instrumentistas do Brasil e do Concurso Jovens Concertistas do Brasil; é membro fundador do renomado Quinteto de Sopros de Curitiba e o fagotista principal da Orquestra Sinfônica do Paraná. Samuel Pessatti – Coordenador de cordas e professor de violoncelo: Iniciou os estudos no violoncelo aos 6 anos de idade. Aos 18, viajou para a Suíça para continuar os estudos do instrumento sob tutoria de nomes conhecidos do mundo da música. Ao voltar para a cidade natal, formou-se como bacharel em violoncelo pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná.Participou de diversos festivais, foi solista com a orquestra filarmônica da UFPR e convidado para tocar com a Orquestra de Câmara do Conservatório de Winterhur. Se apresentou com diversos maestros importantes da música, foi membro integrante da Orquestra Sinfônica do Paraná durante 4 anos e atualmente integra o Trio Curityba, a Orquestra de Blumenau entre outros. Moara Pessatti – Violino: Iniciou o estudo musical no violino aos 4 anos de idade em Curitiba. Em 2003, foi para a Suíça, onde seguiu seus estudos no Conservatório de Winterthur e na Universidade Hochschule der Künste, em Zurique. Depois, seguiu seus estudos com o renomado violinista Robert Bokor e participou da Orquestra Basel Sinfonietta, da 21 Century Orchestra, Quarteto Mundi, Orquestra Sinfônica de Zurique e foi solista convidada da Orquestra Gossau Flawil. Hoje, atua como violinista, professora de violino e em projeto social. Toca com os solistas na Orquestra de Londrina e Camerata de Blumenau. Fernando Rech – Viola: Bacharel em Viola pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Participou de diversas oficinas e workshops, entre eles 6 edições da Oficina de Música de Curitiba. Atuou como músico convidado em diversas orquestras, entre elas a Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (chefe de naipe) e Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa (chefe de naipe). É Professor de Violino e Viola no Conservatório de Música de Ponta Grossa,Duetton Escola de Música, Dacapo Studio Musical, Fundação Volvo, Fundação Educare e Projeto Cordas para Vida. Daniel Fernandes Mendes Jr. – Viola: Iniciou seus estudos musicais aos 8 anos de idade. Já participou de diversos masterclass e festivais de música pelo país, tais como: Festival Música nas Montanhas (Poços de Caldas-MG), Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, Festival Internacional de Música de São Carlos, Festival de Música de Prados, Oficina de Música de Curitiba, entre outros. Em 2013 foi premiado no Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio. Participou como Academista na Mahler Chamber Orchestra (MCO) onde foi orientado por Joel Hunter e teve a oportunidade de realizar concertos, em salas como: Philharmonie Essen, Konzerthaus Dortmund e Philharmonie Köln. Eric Hilgesntieler – Contrabaixo: Estudou música com habilitação em contrabaixo na UFRGS. Realizou o mestrado em música com ênfase em contrabaixo e obteve o título de doutor em música na The University of Southern Mississipi, nos EUA. Desde 2003, vem atuando como professor de contrabaixo em diversas instituições, entre elas Hattiesburg Public School, The University of Southern Mississippi, Conservatório Dramático Musical Maestro Paulino Alves, entre outros. Além disso, passou por outras orquestras de prestígio, como a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Meridian Symphony (EUA), Festival South (EUA), Gulf Coast Symphony (EUA), entre outras. Atualmente é o primeiro contrabaixo da Orquestra Sinfonica de Porto Alegre. Bruna Kleine Pelegrino – Flauta doce: Graduada em música pela EMBAP/UNESPAR, possui especialização em docência do ensino de música para o ensino fundamental Público, EMBAP/UNESPAR. Atuou como docente de música na Contemporânea Acadêmia de Música, Instituto Conser – Projeto Cidadão Musical, FEMUSCKINHO – Festival de música de Santa Catarina, Centro de educação infantil Planeta Azul e Colégio dos Santos Anjos (atual). Denusa Castellain – Flauta Transversal: Bacharelado em Flauta Transversal pela UNESPAR. Atua como primeira flauta na Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa, Ponta Grossa/PR e Conservatório de Música Maestro Paulino, Ponta Grossa/PR. É co-fundadora e membro integrante dos grupos:Dualidade Sonora – Duo de Flauta e Clarinteta, Curitiba Ensemble – Quarteto de Trombone, Flauta, Clarineta e Piano e também do Quarteto Graúna – Quarteto de Flautas. Samuel Honorio Jr. – Clarinete: Iniciou seus estudos aos sete anos de idade. Foi clarinetista da Orquestra à Base de Sopros de Curitiba (2004 – 2006), onde atuou com músicos como Waltel Branco, Léa Freire e Roberto Sion; e da Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo – RS (2008 – 2009). É músico da Força Aérea Brasileira, integrando a Banda de Música do CINDACTA II (Curitiba - PR). Bacharel em Clarineta, pela UNESPAR - Escola de Música e Belas Artes do Paraná, sob a orientação do Professor Ms. Maurício Carneiro. No ano de 2014 foi Professor de Clarineta do Conservatório Dramático Musical Maestro Paulino Martins Alves em Ponta Grossa – PR). Em 2017, ingressou na Especialização em Educação Musical da Universidade Estadual do Paraná, na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Atualmente é clarinetista na Orquestra Sinfonica do Paraná. Venceu em 2015 o concurso preludio. Marcos Vinicius Forato Vicenssuto – Oboé: Formado pelo Conservatório Dramático e Musical “Dr Carlos de Campos” de Tatui, e Bacharel em Oboé pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná EMBAP/UNESPAR. Participou do Meisterkurs für Oboe com o oboísta Gregor Witt, e também do Meister-Doppelkurs für Oboe com Yeon-Hee Kwak e o renomado professor Ingo Goritzki. Ao longo de sua carreira teve a oportunidade de participar de masterclass com importantes oboístas do cenário nacional e internacional, entre eles, Christian Wetzel, Washington Barella, Isaac Duarte, Humbert Lucarelli, Dominik Wollenweber, Albrecht Mayer e Christoph Hartmann. Desde 2012 integra a Orquestra Sinfônica do Paraná e atualmente desenvolve intenso trabalho com o quinteto de sopros SOPRO5. Evilnei Leite Moura – Fagote: Estudou música na Escola de Música e Belas Artes do Paraná sob a supervisão do Professor Dr. Jamil Mamedio Bark, cursou “Formação Música III”, “Avançado em Música” e está graduando em Bacharel em Fagote. Durante seus estudos acadêmicos participou ativamente de inúmeros festivais, oficinas e máster classes com fagotistas nacionais internacionais como Noel Devos (BRASIL), Afonso Venturieri (BRASIL/SUIÇA), Guilhaume Santana (FRANÇA), Benjamin Coelho (BRASIL/EUA) David Tomas Realp (Espanha/Alemanha). Jonatas Costa – Trompa: graduado em trompa pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (UNESPAR-EMBAP), sob orientação do professor Edivaldo Chiquini. Participa regularmente de Festivais de Música como (FEMUSC), Oficina de Música Curitiba, entre outros, tendo aulas com renomados trompistas e maestros da atualidade, como: Luis Garcia (Brasil), Eric Ruske (EUA), Ignácio Garcia (Alemanha), Bostjan Lipovsek (Eslovênia), Wil Sanders (Holanda), Luca Benucci (Itália), Paulo Guerrero (Portugal), Abel Pereira (Portugal), entre outros. Foi Trompista da Orquestra Cidade de Joinville; Orquestra Sinfônica de Santa Catarina; Orquestra Filarmônica SCAR; Orquestra Filarmônica da Universidade Federal do Paraná, além de músico convidado da Camerata Florianópolis; Orquestra Filarmônia Santa Catarina. Foi primeira trompa da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa (2012-2013). Atualmente é Trompista da Orquestra Sinfônica do Paraná. Alisson Ricardo Medeiros – Trompete: Bacharelado em Musica - Trompete Performance, pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), Mestrado em Música-Trompete Solo na Hochschule für Musik und Tanz Köln (Alemanha). Atuou como professor na Femuscage - Festival de Música de Ponta Grossa, Oficinas Orquestra de Joinville e Escola da Banda dos Bombeiros Voluntários de Joinville. Atuou em diversas orquestras, entre elas Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Florianópolis, Orquestra Cidade de Joinville, MusikOrchester Aachener Dom, Mannhein Philarmoniker Orchester. Sidney Pereira – Trombonista: Bacharel em trombone pela Universidade Federal de Santa Maria- UFSM (2003- 2007) e Pós Graduado em Metodologia do Ensino de Música pela Faculdade de Administração, Ciências, Educação e Letras-FACEL (2013). Iniciou seus estudos musicais na Banda Escola Lyra dos Campos em 1989, na cidade de Ponta Grossa-PR, optando por estudar trompete e depois por sugestão começou a estudar bombardino. Em 1998, ingressou na Força Aérea Brasileira, vindo a trabalhar na Banda de Música da Base Aérea de Santa Maria (RS). Em 2003 iniciou o curso de bacharelado em trombone na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), durante todo o período acadêmico, participou de diversos recitais, com formações variadas (duo de trombone e piano, duo de trombone, trio de metais, quarteto de trombones e trombone e orquestra sinfônica). Em 2005, atuou como solista da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Santa Maria. Lina Abe – Percussão: Percussionista na Orquestra Sinfônica do Paraná, Lina iniciou sua carreira musical na Orquestra da UFPR. Atuou sob regência dos maestros Peter Frank, Antoni Wit, Alpaslan Ertüngealp, Michael Zilm, Daniel Raiskin, Stefan Geiger, entre outros. Como professora, possui especialização em Educação Musical, pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) e atualmente ensina percussão e bateria. Simone Gutjar – Canto Coral: Graduada em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Música e mestre em Musicologia Histórica pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Participou de diversos festivais, cursos e oficinas e atuou em escolas de música como professora de técnica vocal para crianças e adolescentes. Além disso, foi regente assistente e preparadora vocal do Coral da Udesc e professora na instituição. Como cantora, participou do Coral Ariadna (Barcelona, Espanha) e foi coralista em diversas apresentações musicais no Brasil. Atualmente, é professora no Instituto Federal Catarinense de São Bento do Sul e na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Michele Schade – Musicalização Infantil: Licenciada em música pela FURB (Universidade Regional de Blumenau). Atuou na Nova Zelandia como professora de música para berçário, professora de musicalização infantil e regente para a prefeitura de Blumenau, Jaraguá do Sul, Schroeder e Rio Negrinho.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 191537. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.